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SPIC Brasil no EVEx Energy Virtual Experience 2025: desafios e caminhos para a transição energética rumo à COP30
A CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, participou do EVEx Energy 2025, contribuindo para o debate sobre segurança energética, diversificação da matriz e transição climática. As atenções de todos no setor energético já estão voltadas às oportunidades da COP30. A Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas ocorre de 10 a 21 de novembro, em Belém, no Pará. Contribuindo para fortalecer o debate, a CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, esteve na edição de 2025 do EVEx Energy, um dos principais eventos do setor energético da Ibero-América.  Confira como foi a participação da SPIC Brasil no evento! O que é o EVEx Energy? O Energy Virtual Experience é um evento internacional que reúne especialistas e autoridades no setor de energia. O objetivo é colaborar para a troca de experiências entre os players a fim de acelerar a transição energética. Também conhecido pela sigla EVEx Energy, o encontro tem foco na cooperação entre países da Península Ibérica e da América Latina. Isso vale, principalmente, para Brasil, Espanha e Portugal, que são protagonistas nas discussões. O evento acontece desde 2020 e teve algumas das edições realizadas de modo totalmente virtual por conta da pandemia. Depois disso, duas cidades tiveram o privilégio de sediar presencialmente, casos de Lisboa, em Portugal, e Natal, no Brasil. Qual o tema do EVEx Energy 2025? A capital do Rio Grande do Norte, inclusive, foi novamente palco da edição em 2025. O EVEx Energy aconteceu nos dias 3 e 4 de julho, com a temática de “Transição Energética e Ação Climática: sinergias ibero-americanas rumo à COP30”. Mais de 70 autoridades e especialistas do setor de energia se reuniram para discutir inovações aliadas a soluções sustentáveis, no SERHS Natal Grand Hotel & Resort. A cidade foi escolhida por conta da localização estratégica do Nordeste. Isso porque a região é conhecida pela ampla disponibilidade de recursos naturais, um fator capaz de potencializar o uso de fontes de energias renováveis. Dessa forma, apresentando um vasto terreno para impulsionar a transição energética. Segurança Energética, Diversificação da Matriz, Transição Climática e a COP30 Adriana Waltrick participou do painel “Segurança Energética, Diversificação da Matriz e Transição Climática: o que esperar da COP30?”. A roda de conversa teve a moderação de Natália Bezutti, jornalista e sócia da MegaWhat e contou com outros nomes importantes do setor. Teresa Ponce de Leão (Presidente do LNEG, o Laboratório Nacional de Energia e Geologia de Portugal); Thiago Ivanoski (Diretor de Estudos Econômicos-Energéticos e Ambientais da EPE, a Empresa de Pesquisa Energética); Rudinei Miranda (Presidente da ANER, a Associação Nacional das Entidades Representativas de Energias Renováveis); Maria João Rolim (Sócio do Rolim Goulart Cardoso Advogados). Adriana destacou o compromisso da SPIC Brasil com um portfólio energético diversificado, composto por energia solar, eólica, hídrica e térmica.  Segundo a executiva, essa diversidade é essencial em um cenário cada vez mais desafiador, em que as fontes renováveis intermitentes precisam ser complementadas. “As hidrelétricas funcionam como baterias naturais, fundamentais para a estabilidade do sistema elétrico nacional”, destaca Adriana Waltrick.  A SPIC Brasil tem atuado de forma consistente nesse caminho. Desde sua chegada ao país, em 2017, a companhia já investiu mais de R$15 bilhões no setor elétrico nacional e ampliou sua capacidade instalada para quase 4 GW, um crescimento 70 vezes superior.   Projetos como os parques eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol, em construção no Rio Grande do Norte, simbolizam esse avanço. Com investimento de R$755 milhões e geração de cerca de 800 empregos, essas iniciativas reforçam o papel estratégico do Nordeste na transição energética brasileira.  Curtailment, juros altos e gargalos de transmissão: os entraves das renováveis Adriana também apontou no EVEx Energy, os principais obstáculos enfrentados hoje pelos projetos renováveis no Brasil: curtailment (corte da geração); alta de juros reais; gargalos de transmissão. Desde 2023, projetos solares e eólicos enfrentam perdas de até 40% da energia gerada. Além disso, a CEO defendeu a atualização do marco regulatório, pois a legislação atual (de 2004) já não reflete a complexidade da matriz elétrica brasileira. “O investidor precisa de regras claras, segurança jurídica e planejamento de longo prazo para continuar apostando no Brasil.”.  Inovação em energia eólica e modernização de hidrelétricas  Apesar dos desafios, a SPIC Brasil segue investindo em inovação. Entre os destaques, está a parceria com a Goldwind para implantação de turbinas eólicas de 6,2 MW no Rio Grande do Norte, uma das maiores potências unitárias do país. “Essa tecnologia representa uma revolução para o setor eólico brasileiro.”  Outro projeto relevante é a modernização da Usina Hidrelétrica São Simão, com investimento de R$1 bilhão. A usina passará por digitalização completa, aumentando sua eficiência e capacidade de resposta aos desafios do sistema. A participação da SPIC Brasil no EVEx Energy 2025 reforça o papel da empresa como agente estratégico na transição energética nacional. Ao mesmo tempo, contribui para fortalecer a governança e a estabilidade regulatória, pré-requisitos para atrair investimentos e garantir o futuro sustentável do setor.
2ª edição Boletim: Projetos Pedra de Amolar e Paraíso Farol em Julho
Confira a nossa segunda edição do Boletim dos projetos eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol, da SPIC Brasil, em Touros, Rio Grande do Norte! As obras dos parques eólicos da SPIC Brasil, em Touros, no litoral do Rio Grande do Norte, seguem em ritmo acelerado. Conforme avançam, novas oportunidades de trabalho surgem e são divulgadas nas redes sociais da prefeitura da cidade. Entre os meses de janeiro e maio, 761 pessoas foram contratadas. Ao todo, mais de 40 horas de plantão foram realizadas para recebimento de currículos em quatro locais: CRAS Touros, CRAS Cajueiro, Quilombo Baixa do Quinquim e Quilombo Geral. Próxima à comunidade, a SPIC Brasil também auxiliou no preenchimento de currículos. Isso demonstra o seu compromisso em gerar oportunidades para a população local, além de trazer inovação e energia limpa através de seus ativos. Novos parques eólicos no Rio Grande do Norte Durante o mês de junho, as obras dos parques eólicos deram mais um passo importante. Houve a conclusão da fase de concretagem da base de um dos 17 aerogeradores – 10 deles em Pedra Amolar e outros 7 em Paraíso Farol. Após o término desta etapa, a próxima será a montagem das torres metálicas, avançando na consolidação das estruturas do projeto. Tudo está ocorrendo conforme o previsto e dentro do cronograma estabelecido. Além disso, as obras são importantes para movimentar a economia local. Todas as compras são feitas com comerciantes da região. Entre dezembro/2024 e maio/2025, a cidade de Touros movimentou mais de R$1,5 milhão, o equivalente a 35% do estado. Esse é um compromisso assumido pela SPIC Brasil ao dar o pontapé inicial nos empreendimentos, em fevereiro, na Câmara Municipal de Touros. A ideia é incentivar o desenvolvimento do lugar através do diálogo com moradores, autoridades e líderes. Capacidade de geração de energia SPIC Brasil Assim que estiverem prontos, os 17 geradores dos parques eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol poderão abastecer 280 mil casas por ano. Isso corresponde a uma capacidade instalada de 105,4 MWp, potencializando o uso da energia limpa. O projeto também prevê a ocupação de uma área de 741,57 hectares. O valor é o equivalente a 1.038 campos de futebol. Esses números dão dimensão da grandiosidade do projeto e do compromisso da SPIC Brasil com o setor energético. Envolvimento com a comunidade de Touros-RN Além de impulsionar um futuro mais sustentável, a SPIC Brasil também garante ações que visam trazer maior segurança à comunidade. Em Touros, as obras dos parques eólicos envolvem melhorias na infraestrutura de pontos estratégicos da cidade. Isso passa por intervenções em trechos da estrada a fim de facilitar os acessos às Comunidades Vila Assis e Boa Cica. Há ainda outros movimentos sendo feitos, como reformar a ponte do Buraco do Padre e umidificar vias para reduzir a poeira no local. Durante o mês de maio, ações importantes foram realizadas pela SPIC Brasil com o intuito de reforçar o envolvimento com a comunidade. A primeira delas foi o “Maio Laranja, Faça Bonito”, em parceria com o CREAS Touros. A iniciativa tinha como objetivo combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Os trabalhadores das obras receberam informações e foram orientados sobre o problema, aprendendo a identificar e como denunciar. Na sequência, o “Maio Amarelo”, com abrangência nacional, destacou a importância da segurança no trânsito. Dessa forma, trabalhando para salvar vidas e promover a segurança nas estradas e também nas vias usadas durante a execução das obras. A SPIC Brasil possui o compromisso de apoiar o desenvolvimento do município. Por isso, desde o início das obras dos parques eólicos, já foram recolhidos R$1.196.734,54 em impostos. A maior parte do valor é direcionada à cidade de Touros. Clique aqui e baixe o boletim completo em PDF e fique por dentro das últimas atualizações!
6ª edição Boletim Complexo Solar Marangatu: 1 ano de inauguração do ativo
Confira a nossa sexta edição do Boletim do Complexo Solar Marangatu, que traz as novidades do ativo e celebra um ano de sua inauguração, em Brasileira (PI). É motivo de celebrar! O Complexo Solar Marangatu, da SPIC Brasil, comemora o primeiro aniversário. São mais de 365 dias impulsionando o uso de fontes limpas e renováveis e contribuindo para a transição energética no Brasil. Localizado em Brasileira, no Piauí, o ativo ocupa uma área de 1.061 hectares. Isso equivale ao tamanho de 1.486 campos de futebol, o que possibilita que abasteça 550 mil residências por ano, com uma capacidade instalada de 446 MWp.  Junto com o Complexo Solar Panati, no Ceará, forma o hub Nordeste da SPIC Brasil. Os dois levaram à ampliação de 33% na geração renovável de energia ao longo de 2024, correspondendo a 738 MWp de geração solar e investimentos de R$2 bilhões. Pedal Intergaláctico 2025 Como parte das comemorações, a SPIC Brasil organizou o Pedal Intergaláctico 2025. O objetivo foi valorizar a comunidade e a região. Ao todo, 55 km foram percorridos por moradores, ciclistas e parceiros para promover a cultura, o esporte e o turismo. O trajeto passou pela área do Complexo Solar Marangatu, onde foram plantadas mudas de ipês coloridos. A iniciativa destaca o compromisso em equilibrar de forma harmônica as ações com o meio ambiente e trabalhar para um futuro sustentável. A rota do pedal passou pelas comunidades de Bom Jardim, Pirraça e Saco dos Polidoros. O percurso ainda contou com o Parque Nacional das Sete Cidades, o Museu Polidoros de Brito e o Observatório Astronômico Antônio e Maria dos Santos. Portas Abertas: visita de estudantes de Piripiri Em mais uma edição do Programa Portas Abertas, da SPIC Brasil, 28 alunos visitaram o Complexo Solar Marangatu, promovendo a sua aproximação com a comunidade e ampliando o repertório e o conhecimento sobre tecnologia e inovação. Os estudantes, com idades entre 16 e 18 anos, participaram de uma experiência imersiva. Eles fazem parte dos cursos técnicos de Administração e Informática do Centro Estadual de Educação Profissional Governador Hugo Napoleão, em Piripiri. Iniciativas assim reforçam o compromisso da SPIC Brasil com o desenvolvimento das regiões onde estão seus ativos.  Clique aqui e baixe o boletim completo em PDF e fique por dentro das últimas atualizações! Em caso de dúvidas, entre em contato com a ouvidoria do Complexo Solar Marangatu por e-mail ouvidoria@complexosolarmarangatu.com.br ou telefone (85) 2180-7716.
6ª edição Boletim Complexo Solar Panati: primeiro aniversário de inauguração do ativo
Confira a nossa sexta edição do Boletim do Complexo Solar Panati, ativo da SPIC Brasil localizado na cidade de Jaguaretama, no Ceará, que celebra um ano de sua inauguração. O primeiro ano de inauguração do Complexo Solar Panati, da SPIC Brasil, merece uma grande comemoração. Localizado em Jaguaretama, no Ceará, o ativo tem papel essencial para impulsionar a geração de energia renovável na região. Com uma capacidade instalada de 292 MWp, a construção se estende por 741,57 hectares. Esse valor corresponde ao tamanho de 1.039 campos de futebol e ajuda na operação capaz de abastecer e levar energia a 350 mil residências por ano.  Junto do Complexo Solar Marangatu, é responsável por formar o hub da SPIC Brasil no Nordeste. Juntos, garantem 738 MWp em geração solar, além de impulsionar a geração de energia renovável por parte da empresa com ampliação em 33%. Oficina profissionalizante e educacional na Comunidade Cumbe A SPIC Brasil tem um compromisso em promover o desenvolvimento das regiões onde estão os seus ativos. Por isso, realizou uma ação de educação ambiental com moradores, trabalhadores e parceiros da comunidade Cumbe. Os participantes aprenderam como transformar óleo de cozinha usado em detergente. Isso mostra as possibilidades que a reciclagem oferece para geração de renda por meio da educação e da sustentabilidade. A ação foi feita em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Pesca e Recursos Hídricos de Jaguaretama, município onde está localizado o Complexo Solar Panati. Parceria com Secretaria do Meio Ambiente de Jaguaretama Essa foi apenas uma das ações previstas para ocorrer ao longo do ano. A ideia da SPIC Brasil é fomentar, cada vez mais, uma parceria com a Secretaria de Meio Ambiente da cidade para promover educação ambiental aos moradores. Isso ajuda a contribuir para o desenvolvimento da região. Além disso, também mostra que é possível garantir transição energética por meio de um futuro mais sustentável para todas as gerações. Clique aqui e baixe o boletim completo em PDF e fique por dentro das últimas atualizações! Em caso de dúvidas, entre em contato com a ouvidoria do Complexo Solar Panati por e-mail ouvidoria@complexosolarpanati.com.br ou telefone (85) 2180-7716.
Global Energy Summit e SPIC: os destaques sobre o futuro da transição energética
CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick foi uma das palestrantes do Global Energy Summit e conversou com os participantes sobre as perspectivas da energia chinesa. A SPIC Brasil reforçou o seu papel de protagonismo em contribuir para o futuro da transição energética. Através de sua CEO Adriana Waltrick, marcamos presença no principal evento de inovação e empreendedorismo em Energia e Sustentabilidade. O Global Energy Summit foi uma oportunidade estratégica para potencializar e aprofundar o debate sobre visões de futuro para o setor de energia. Acima de tudo, um evento para compartilhar ideias e trocas de olho no amanhã mais sustentável.  Siga a leitura deste conteúdo e confira os principais destaques sobre o evento e a nossa participação! O que é Global Energy Summit? É um evento global sobre inovação e empreendedorismo no segmento energético. A edição de 2025 aconteceu entre os dias 24 e 26 de junho, no Rio de Janeiro, e reuniu personalidades, líderes e profissionais referência em todo o mundo. Com mais de 10 mil participantes, o encontro acontece anualmente. Ele é realizado em parceria com o MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, líder entre as universidades do Ranking QR, especializado em educação superior. Além disso, todas as iniciativas e os cases apresentados no Global Energy Summit são norteados pelos 4Ds. Trata-se de pilares essenciais para guiar e moldar os caminhos da transição energética a nível global. Confira abaixo cada um deles. Descarbonização (gerar energia e reduzir as emissões de CO2); Descentralização (maior distribuição do setor de energia); Digitalização (tecnologia no setor energético para ampliar a eficiência); Democratização (acesso igualitário de todos à energia limpa). A descarbonização ganha o maior destaque entre eles, porque há o objetivo de alcançar as metas de emissões líquidas zero até 2050. Isso passa por atividades com o uso de fontes renováveis, a eficiência energética e a captura de carbono. Qual o tema da edição de junho de 2025? A edição de 2025 apresentou uma ampla variedade de temas, mas sempre trazendo com destaque a transição energética como uma oportunidade global. Mais que isso, também houve debates sobre os caminhos da energia e da sustentabilidade. Existiu no encontro um entendimento sobre a importância de ações coletivas e coordenadas. Isso passa, principalmente, pela colaboração entre cinco agentes que estão inseridos no ecossistema energético a fim de impulsionar o setor. Empreendedores; Investidores; Universidades; Organizações; Governos. A cooperação mútua entre todos é capaz de trazer resultados positivos para a transição energética. Além disso, os três dias de Global Energy Summit representaram um meio de criar conexões e mostrar iniciativas de todo o mundo. Foram temas e cases realizados nas Américas do Sul, do Norte e Central, na Europa, África, Ásia e Oceania. [caption id="attachment_9256" align="alignnone" width="782"] Adriana Waltrick, CEO da SPIC,  no Global Energy Summit 2025[/caption] Os conteúdos foram expostos por pessoas que são referência no setor energético. Houve uma preocupação em demonstrar inovação e eficiência por meio de alianças estratégicas com foco em energizar um futuro sustentável para a sociedade. Entre os tópicos abordados, é possível citar: Potencialização da energia eólica; Centros de pesquisa energética; Soluções energéticas sustentáveis; Desafios para o desenvolvimento de energia nuclear; Como acelerar Energytechs e Climatetechs; A revolução energética em centros de dados; Uso de dados estratégicos para trazer eficiência; Participação de mulheres na indústria energética; Investimentos e oportunidades para o Rio de Janeiro; Tendências e consolidação da energia hidrelétrica; O papel da agricultura na transição energética; Soluções de descarbonização e o setor de gás no Brasil; Alianças estratégicas para novas energias no futuro, entre outros. China Energy Perspectives: quais as possibilidades de parceria entre Brasil e China? Uma das palestras contou com a participação de Adriana Waltrick. A CEO da SPIC Brasil abordou as perspectivas energéticas da China e destacou como a relação estratégica com o Brasil pode contribuir para impulsionar o setor. Em 2024, a parceria sino-brasileira celebrou 50 anos de relações comerciais bilaterais. Esse período transformou o país asiático em nosso principal parceiro comercial, com espaço para crescer ainda mais, principalmente na energia. O fórum também ressaltou como essa união pode impulsionar o desenvolvimento das nações por meio de fontes renováveis, reforçando não apenas o avanço energético, mas também os impactos positivos na economia dos dois países. Trabalhar para desenvolver os caminhos da transição energética global representa uma oportunidade de destaque a Brasil e China. Ambos possuem recursos que podem ser utilizados com o objetivo de impulsionar e potencializar o setor. Isso passa diretamente por garantir vantagem competitiva e caminhar para um futuro mais sustentável, capaz de unir agilidade, eficiência, inovação e segurança, além de contribuir para o crescimento e o progresso das duas nações. Ao lado de Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil, também estiveram outras personalidades, que contribuíram para o fórum de discussão com suas opiniões. Cláudia Trevisan (Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China); Cesar Augusto Ribeiro (CEO da Colibri Capital); Jorge Arbache (Professor de economia da Universidade de Brasília e Professor associado da Fundação Dom Cabral); Marcelo Taulois (Deputy CEO e CDO da Energy China). Nossa participação no Global Energy Summit significa renovar o compromisso da SPIC Brasil com a transformação do setor energético. É conectar inovação, parcerias estratégias e o propósito de impulsionar um amanhã mais sustentável e eficiente.
SPIC Brasil apoia cicloturismo sustentável no entorno do Parque Nacional de Sete Cidades
Atividade reuniu ciclistas, comunidades locais e parceiros institucionais em um percurso de 55 km com ações de educação ambiental e valorização do território No último sábado, 7 de junho, apoiamos institucionalmente o Pedal Intergaláctico 2025, um evento de cicloturismo sustentável realizado na Trilha Caminhos da Ibiapaba, no Piauí. A ação promoveu a integração entre ciclistas, comunidades locais e parceiros institucionais em um percurso de 55 km com foco em educação ambiental e valorização do território. O trajeto teve início no Parque Nacional de Sete Cidades e passou pelas comunidades de Bom Jardim, Piçarra e Saco dos Polidoros. Durante o percurso, cruzamos também a área do Complexo Solar Marangatu, um dos maiores parques solares do Brasil, com capacidade para abastecer cerca de 550 mil residências por ano. A programação incluiu café da manhã coletivo, paradas para hidratação, visitas ao Museu Polidoros de Brito e ao Observatório Astronômico Antônio e Maria dos Santos. Realizamos ainda o plantio simbólico de mudas de ipês coloridos na área do complexo solar, reforçando nosso compromisso com práticas sustentáveis e ações de educação ambiental. O Pedal Intergaláctico é uma iniciativa da Trilha Caminhos da Ibiapaba e conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, Funbio, GEF, IBAM e da RedeTrilhas – rede nacional que conecta trilhas de longo curso em áreas de valor natural e cultural em todo o Brasil. Ao apoiar o evento, reafirmamos nosso propósito de impulsionar o desenvolvimento sustentável, fortalecer as comunidades do entorno de nossos ativos e promover o turismo de base comunitária como vetor de transformação social e ambiental. Dica de serviço – conheça os locais visitados Para quem deseja explorar os atrativos do território visitado durante o Pedal Intergaláctico, seguem os links úteis: 🌄 Parque Nacional de Sete Cidades: https://www.icmbio.gov.br/parnasetecidades/ 🚴 Trilha Caminhos da Ibiapaba (RedeTrilhas): https://redetrilhas.icmbio.gov.br/trilhas/caminhos-da-ibiapaba/ 🛰️ RedeTrilhas – Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso: https://redetrilhas.icmbio.gov.br/ Para visitas ao Museu Polidoros de Brito e ao Observatório Astronômico Antônio e Maria dos Santos,entre em contato com associações comunitárias da região de Saco dos Polidoros, no município de Brasileira (PI), para agendamento e disponibilidade.
GNA II recebe aval da ANEEL para iniciar operação comercial
Maior usina em operação no país, a GNA II contribuirá para segurança energética do SIN A UTE GNA II Geração de Energia S.A. informa que recebeu hoje, 02 de junho de 2025, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), autorização para o início da operação comercial de suas quatro unidades geradoras, que somam 1.673 MW de capacidade instalada. Segunda usina termelétrica em operação no Porto do Açu, Rio de Janeiro, a UTE GNA II totaliza investimentos de R$ 7 bilhões, sendo a maior usina a gás natural do país. Selecionada como projeto estratégico do Novo PAC do Governo Federal, a UTE GNA II tem capacidade para atender aproximadamente 8 milhões de residências e representa cerca de 10% da geração a gás natural da matriz elétrica nacional. Movida a gás natural, combustível reconhecido como catalisador da transição energética, a usina assegura uma fonte de energia mais limpa, firme e confiável, independente de fatores climáticos. Em conjunto com a UTE GNA I, em operação desde 2021, o início das atividades da UTE GNA II consolida a posição da GNA como maior complexo de geração a gás natural da América Latina, com 3 GW de capacidade instalada, interligadas a um terminal de GNL de uso privado. “Celebramos hoje o início da operação comercial de nossa segunda usina GNA II, que marca a transição da GNA para uma empresa 100% operacional alcançando a marca de 3 GW de capacidade instalada, reforçando a nossa contribuição e nosso compromisso com a resiliência do Sistema Interligado Nacional. Agradeço à equipe da GNA, aos nossos acionistas, financiadores, parceiros e aos stakeholders institucionais dos âmbitos federal, estadual e municipal, pelo apoio e confiança” comentou Emmanuel Delfosse, CEO da GNA. Eficiência energética e compromisso socioambiental A UTE GNA II é uma usina termelétrica composta por três turbinas a gás e uma turbina a vapor em uma configuração de ciclo combinado propiciando altíssima eficiência, além de uma subestação e uma linha de transmissão de 500 kV. A usina utiliza tecnologia de ponta, com eficiência superior a 60%, uma das maiores do Brasil, o que permite gerar aproximadamente 572 MW (35% de sua capacidade instalada) sem consumo adicional de gás, reduzindo as emissões. A planta também foi projetada para operar consumindo até 50% de hidrogênio em substituição ao gás natural. Outro diferencial importantíssimo é o uso de quase 100% da água proveniente do mar, através do tratamento em sua planta de dessalinização, preservando ao máximo os recursos hídricos. Durante a fase de construção, aproximadamente 10 mil empregos foram gerados. Para capacitar a comunidade local para as oportunidades, a GNA implementou um Programa de Qualificação Profissional gratuito, com 450 vagas, das quais 41% foram ocupadas por mulheres, reforçando o compromisso com a equidade de gênero. Outro destaque é a cultura de segurança: a UTE GNA II atingiu mais de 20 milhões de homens horas trabalhadas sem acidentes com afastamento durante a construção, estabelecendo um marco de referência para o setor. Expansão Olhando para o futuro, a empresa possui licença ambiental para 3,4 GW adicionais, o que permitirá expandir a capacidade instalada de seu parque térmico para até 6,4 GW. A companhia também trabalha para a integrar seu terminal de GNL à malha nacional de gasodutos, bem como para a construção do primeiro terminal de armazenagem de GNL terrestre do Brasil. A localização estratégica do Porto do Açu é um diferencial para a consolidação do hub de gás e energia liderado pela GNA, com potencial para atrair indústrias e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico do estado do Rio de Janeiro e do país. Composição acionária Um dos diferenciais competitivos da UTE GNA II é a sua sólida estrutura acionária, composta pela bp, Siemens Energy e SPIC Brasil, empresas líderes em suas áreas de atuação. A parceria traz conhecimento técnico, credibilidade, além de recursos para desenvolver e operar um empreendimento estruturante para o país, como a UTE GNA II. “A inauguração de GNA II reforça o papel das térmicas a gás na segurança energética do Brasil. Esse tipo de fonte é fundamental para garantir estabilidade no fornecimento e apoiar a expansão das renováveis, contribuindo para uma transição energética responsável. É com uma matriz diversificada e bem planejada que avançamos rumo a um futuro energético mais sustentável", complementa Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. Sobre a SPIC Brasil A SPIC Brasil é uma empresa que investe na geração de energia segura com foco em fontes renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos totalizando aproximadamente 4 GW (3.958,2 MW) no Brasil, opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Goiás, dois parques eólicos na Paraíba – Millennium e Vale dos Ventos – e é acionista no maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Também detém uma participação majoritária de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE), que possuem uma capacidade instalada combinada de 852 MWp. Para mais informações, consulte o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil disponível no site. A empresa faz parte do Grupo SPIC, que está presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246 GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo o maior gerador de energia solar e o segundo maior de energia eólica no mundo.
Veja o andamento dos 9 projetos em execução pelo Geração Inovação, da SPIC Brasil
O programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) está em sua quarta edição e tem como objetivo impulsionar o avanço tecnológico no setor energético Durante o ano de 2025, o Geração Inovação trará nove novos projetos em desenvolvimento. O programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI), da SPIC Brasil), busca promover ideias que tragam eficiência e sustentabilidade. O uso da Inteligência Artificial como uma aliada no mercado energético ganhou destaque entre as soluções. Todas contribuem diretamente para aperfeiçoar processos do dia a dia, seja na prática ou na gestão de documentos. Assista a detalhes dos projetos do Geração Inovação [embed]https://www.youtube.com/watch?v=RbDuEayA6vQ[/embed] Veja quais são os 9 projetos de 2025 do Geração Inovação PD-11484-0012/2023: Ambientes Virtuais – Fase 2 A visualização em 3D de equipamentos da usina através de óculos de realidade virtual e aumentada aliado ao simulador do SCADA, com fidelidade 1:1, possibilita que treinamento de operadores seja feito de forma mais rápida, precisa e próxima da realidade. O projeto está em fase de elaboração de relatório final e auditoria. PD-11484-0013/2023: Vig.IA – Monitoramento Florestal Para monitorar mais de 1.200km de plantio de árvores, foi desenvolvida uma plataforma que utiliza voos de drones e técnicas de visão computacional para automatizar inventários florestais completos e precisos. O projeto está em fase de elaboração de relatório final e auditoria. PD-11484-0014/2023: Check-U-Doc – Gestão Inteligente de Documentos Desenvolvida plataforma computacional em nuvem, utilizando inteligência artificial, para identificar documentos (estruturados ou não-estruturados), relacionados às atividades de manutenção e operação, disponibilizando-os de modo offline e no celular. Permite leitura por QR Code para buscar histórico de equipamento. O projeto está em fase de elaboração de relatório final e auditoria. PD-11484-0015/2023: SPIC-Plan – Inteligência industrial Desenvolvido sistema em nuvem que faz as vinculações de isolação e bloqueio dos equipamentos da usina de forma inteligente e automatizada, utilizando técnicas de processamento de linguagem natural e inteligência artificial generativa. O projeto está em fase de elaboração de relatório final e auditoria. PD-11484-0016/2024:  Análise Contínua da Qualidade do Óleo Hidráulico Equipamento que mede a qualidade do óleo hidráulico na UHE São Simão em tempo real e com uso de IA para identificar tendências de falhas e anomalias, e disparar o alarme quando necessário. O projeto está na fase de MVP e finalização da montagem da bancada de testes. PD-11484-0017/2024:  Monitoramento Preditivo Devido a Cavitação Monitoramento em tempo real da intensidade da cavitação em uma turbina da UHE São Simão, buscando correlação entre as indicações do sistema e a perda efetiva de material das superfícies do rotor. Estamos na etapa de montagem do equipamento de monitoramento de cavitação que será utilizado ao longo do projeto. PD-11484-0018/2024:  Gêmeo digital em nuvem integrado aos dados de O&M Sistema de gêmeo digital em nuvem para atividades de O&M baseado em tecnologias BIM, com navegação pelos modelos 3D e geração de alertas. Estamos na etapa de MVP e finalizando as principais integrações do sistema (SCADA e CMMS). PD-11484-0019/2024: Análise automatizada de formulários de saúde e segurança utilizando IA generativa Solução com uso de IA baseada em um modelo de rede neural para a tratativa, extração e análise automatizada de informações de documentos técnicos empregados no planejamento e execução de atividades de gestão de saúde e segurança. Estamos na fase de MVP e implementação da segunda versão em nuvem do sistema. PD-11484-0020/2025: Automação do processo de liquidação financeira dos Encargos de Uso do Sistema de Transmissão (EUST) com aplicação de IA e Blockchain Sistema baseado em inteligência artificial e blockchain voltado para identificação e correção de divergências, além do registro, proteção e rastreabilidade dos pagamentos relacionados ao EUST, considerando o elevado volume de transações mensais e a descentralização da cobrança entre as diversas transmissoras brasileiras. O projeto teve início neste trimestre, fase em que estamos realizando o levantamento de requisitos, análise do estado da arte e revisão bibliográfica. No vídeo acima apresentamos mais detalhes sobre os projetos do Geração Inovação SPIC.
Relatório de Sustentabilidade 2024 SPIC: energia renovável e pilares ESG são destaques
Confira como SPIC evoluiu no ano de 2024 com o relatório de sustentabilidade e como pretendemos evoluir ainda mais em 2025. A SPIC Brasil acabou de publicar seu relatório de sustentabilidade 2024, que retrata como passamos por um ano de conquistas expressivas para o time em energia limpa, governança e integridade.  Confira alguns destaques desta edição dentro de geração de energia e evolução dentro de ESG. Baixe o relatório na íntegra para conferir todas as atuações de SPIC em 2024. Geração de energia limpa Um dos grandes destaques do relatório 2024 foi o crescimento de 33% na capacidade de geração de energia renovável, com a inauguração dos complexos solares Marangatu (PI) e Panati-Sitiá (CE), que juntos somam 738 MWp. Essa capacidade é suficiente para abastecer cerca de 900 mil residências por ano. Além disso, houve um incremento de 21,8% na geração da Usina Hidrelétrica São Simão, impulsionado pela modernização de equipamentos estratégicos. A SPIC também anunciou novos investimentos em energia solar e eólica, ampliando sua contribuição para a transição energética no Brasil. Evolução da estratégia ESG A visão de SPIC em sustentabilidade está ancorada na estratégia “energia humana que impulsiona e transforma”, estruturada em três pilares:  Energia humana (com foco em relações éticas e inclusivas),  Energia que impulsiona (com atenção à eficiência operacional e transição energética), Energia que transforma (com ênfase no impacto positivo à sociedade e ao meio ambiente). Em 2024, o time de SPIC participou ativamente da elaboração de dois documentos importantes junto ao Pacto Global da ONU: a Cartilha ESG Boas Práticas com a Administração Pública – Setor Energia e o Mapeamento de Stakeholders para ações coletivas de integridade no setor elétrico. Governança A governança da SPIC Brasil se fortaleceu em 2024 com a reestruturação dos conselhos e a criação do Comitê de Auditoria e Risco. A governança ESG passou a ser integrada aos indicadores de performance, refletindo a importância do tema na estratégia da companhia. Com uma estrutura baseada em padrões internacionais, como os da OCDE e do IBGC, a SPIC reforça seu compromisso com decisões transparentes, participação ativa dos conselhos e alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS). Integridade e certificações A integridade é um dos pilares centrais do relatório da SPIC Brasil. Em 2024, a companhia realizou um mapeamento abrangente de riscos e compliance, capacitou 96% dos colaboradores em temas como ética, LGPD e combate à corrupção, e atualizou seu Código de Conduta com foco em prevenção de assédio e discriminação. Outro avanço relevante foi a conquista da certificação ISO 9001 para a Usina Hidrelétrica São Simão, consolidando um sistema de gestão integrado que já abrangia as normas ISO 14001 (meio ambiente) e ISO 45001 (saúde e segurança). A SPIC também manteve a certificação integrada nos escritórios de Natal (RN) e São Paulo (SP), além dos parques eólicos Vale dos Ventos e Millennium (PB), reforçando seu compromisso com a excelência operacional. Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa recebeu o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol, reconhecimento à qualidade do seu inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE). Acesse o relatório de sustentabilidade 2024 completo Esses avanços mostram que a sustentabilidade na SPIC Brasil é levada a sério, guiando decisões e investimentos com base em princípios sólidos de ética, inovação e compromisso com o futuro. Para conhecer todos os detalhes, acesse o Relatório de Sustentabilidade 2024 no site da SPIC Brasil.
Fórum Brasileiro de Líderes em Energia: SPIC Brasil reforça protagonismo por um setor mais limpo e resiliente
Confira como a SPIC Brasil contribuiu para as discussões mais relevantes sobre o futuro da energia no país durante o Fórum Brasileiro de Líderes em Energia, realizado no Rio de Janeiro. O evento, realizado em 10 de abril, reuniu autoridades do governo, CEOs das principais empresas do setor elétrico, especialistas e formadores de opinião para debater os rumos da energia no Brasil. A SPIC Brasil esteve presente como voz ativa nas reflexões sobre inovação, transição energética e sustentabilidade, em um momento decisivo de transformação. Painel “Visão dos CEOs”: transição energética, flexibilidade e modernização regulatória A CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, participou do painel “Visão dos CEOs”, ao lado de lideranças como Fabio Zanfelice (Auren), Lino Cançado (Eneva), Antonio Scala (Enel), Gustavo Estrella (CPFL) e Rodrigo Limp (Eletrobras), com mediação de Elisa Bastos, Diretora de Assuntos Corporativos do ONS. Durante a conversa, Adriana trouxe contribuições importantes sobre os desafios e oportunidades da transição energética no Brasil, ressaltando que o avanço das fontes renováveis exige uma infraestrutura preparada, capaz de garantir segurança e flexibilidade operativa ao sistema. Em sua fala, Adriana reforçou que é urgente revisar os modelos atuais de remuneração dos atributos técnicos que garantem a estabilidade do sistema, como controle de frequência e tensão, historicamente oferecidos pelas hidrelétricas. Ela também destacou a necessidade de um ambiente regulatório que valorize a inovação de forma estrutural, sem depender de incentivos artificiais, e alertou para os riscos de curtailment no Nordeste, onde o crescimento das fontes intermitentes pode ultrapassar a capacidade de escoamento da rede. Um setor em transformação: perspectivas das lideranças A discussão entre os CEOs deixou clara a convergência de visões sobre os caminhos para um setor mais resiliente e competitivo. Enio Verri, diretor-geral da Itaipu Binacional, defendeu o papel das hidrelétricas como baterias do sistema elétrico. Gustavo Estrella e Antonio Scala destacaram o impacto das mudanças climáticas sobre as redes de distribuição e a importância de investimentos em digitalização e infraestrutura. Já Rodrigo Limp enfatizou o esforço da Eletrobras para ampliar sua presença no mercado livre, enquanto Lino Cançado defendeu o gás como combustível de transição, com potencial para uso de tecnologias de captura e armazenamento de carbono até 2050. A contribuição da SPIC Brasil foi mencionada por outros participantes, como Rodrigues Nascimento, da Eletrobras, que destacou o protagonismo da empresa nas discussões sobre modernização do setor, desenvolvimento de tecnologias emergentes, como baterias, hidrogênio verde (H2V) e usinas reversíveis, além de seu papel estratégico no debate sobre flexibilidade do sistema e expansão da geração limpa. Os principais temas que pautaram o Fórum Entre os temas mais discutidos no Fórum estiveram a segurança energética e a estabilidade regulatória como bases para atrair novos investimentos, principalmente em projetos renováveis. Também houve forte apelo por uma modernização do marco legal do setor, com regras mais alinhadas às transformações tecnológicas e às necessidades do planejamento energético de longo prazo. A justiça tarifária foi outro ponto importante, com propostas para ampliar a tarifa social e adaptar a cobrança à capacidade de pagamento das famílias brasileiras. O crescimento de setores como mobilidade elétrica, data centers e produção de hidrogênio verde foi citado como uma das grandes forças que vão moldar a demanda energética nos próximos anos. A integração da região amazônica ao Sistema Interligado Nacional (SIN) também entrou em pauta, com destaque para o combate à pobreza energética e o uso de soluções híbridas para atender sistemas isolados. A sustentabilidade e a participação ativa do setor privado em iniciativas como a COP30 e o Plano de Transformação Ecológica do Governo Federal mostraram que o setor elétrico está disposto a assumir um papel de liderança na transição climática. Visão de futuro e compromisso com o país Durante sua fala no encerramento do evento, o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, reafirmou que o governo federal pretende investir R$ 120 bilhões por ano na modernização e expansão da infraestrutura energética brasileira. Ele também destacou a implementação de políticas voltadas à inclusão social, como a gratuidade de energia para famílias de baixa renda, e o incentivo à hibridização dos sistemas isolados na Amazônia. A mensagem foi clara: o futuro da energia passa pela inovação, pela sustentabilidade e pela colaboração entre governo e setor privado. SPIC Brasil: energia limpa, visão global e ação responsável Com sua presença no Fórum Brasileiro de Líderes em Energia, a SPIC Brasil reafirma seu compromisso com a construção de uma matriz energética cada vez mais limpa, segura e preparada para o futuro. A empresa seguirá contribuindo ativamente para o debate setorial, com responsabilidade, inovação e uma atuação global alinhada aos princípios de desenvolvimento sustentável. Acreditamos na força das parcerias, no poder das ideias e na energia que transforma realidades.
Workshop PSR e Agenda Setorial: SPIC participa de discussões sobre leilões e armazenamento de energia 
Confira a participação de SPIC Brasil no Workshop PSR e Agenda Setorial e saiba quais são as tendências e os principais desafios neste 2025   O Rio de Janeiro recebeu, nos dias 12 e 13 de março, os eventos  Workshop PSR/Canal Energia e a Agenda Setorial, que abordaram temas como discussões sobre leilões de energia elétrica e bateria, além do uso de energias renováveis em toda sociedade. O time SPIC Brasil esteve nos encontros com diferentes temas sobre o setor elétrico. Carlos Longo, diretor de regulação e comercialização de energia, participou do bate-papo sobre impactos e perspectivas para o setor elétrico no Workshop PSR. Já Erika Breyer, gerente de regulação, trouxe o olhar de SPIC na mesa Fórum C-Level: Avanços no setor elétrico na Agenda setorial. Siga a leitura deste conteúdo e confira os principais destaques da nossa participação! Workshop PSR e Agenda Setorial Os encontros reuniram os principais representantes do mercado de energia no país, que discutiram sobre desafios e maiores oportunidades de negócio, crescimento e geração de valor na agenda energética brasileira. Confira alguns highlights. Workshop PSR  Estivemos presentes no Workshop PSR com Carlos Longo, diretor de regulação e comercialização de energia. Ele participou do Momento SPIC Brasil, ao lado de Paula Valenzuela, diretora técnica da PSR, e Gisella Sicilliano, team leader em regulação e litígio da PSR. Durante o bate-papo, foram discutidos os desafios regulatórios e as novas perspectivas para o mercado de energia no Brasil. Longo  destacou a crescente importância da flexibilidade operativa e o papel vital da energia hidrelétrica. "A necessidade de flexibilidade operativa se torna cada vez mais relevante e a fonte hidrelétrica desempenha um papel essencial nesse aspecto" Agenda Setorial Já no Agenda Setorial, nossa gerente de regulação, Erika Breyer, participou do “Fórum C-Level: avanços no setor elétrico”. Ela esteve ao lado de Ana Carla Petti, diretora de assuntos regulatórios da Comerc, Élbia Gannoum, presidente da ABEEólica, Marisete Pereira, presidente executiva da ABRAGE e Rosana Santos, diretora executiva do Instituto Transição E+.  Erika destacou que os leilões ampliam a segurança energética diante da rápida inserção das energias intermitentes. Para ela, esse mecanismo oferece uma resposta estrutural às demandas crescentes do sistema, garantindo o atendimento à ponta. “Na SPIC recebemos de forma positiva a portaria sobre o leilão, uma vez que havia grande expectativa quanto à participação de usinas hidrelétricas contratadas no regime de cotas, como a UHE São Simão, e a portaria confirmou a possibilidade de sua inclusão no certame”. UHE São Simão A UHE São Simão também esteve em pauta. Nossos planos de aumentar a capacidade de produção para até 310 MW foram apresentados. Isso seria possível ao reutilizar um sistema de transmissão e obras já existentes, minimizando os impactos que a construção traria ao meio ambiente e às comunidades. “O uso inteligente da infraestrutura já existente no SEB (Sistema Elétrico Brasileiro) é fundamental para a competitividade do país e para um setor elétrico resiliente e sustentável”, ressaltou Erika, que completou.  “A transição energética exige uma abordagem equilibrada, e as hidrelétricas têm potencial para competir mais efetivamente se forem corretamente posicionadas nos leilões de capacidade.” Essas apresentações reforçaram o nosso comprometimento com um desenvolvimento sustentável das operações. Buscando sempre potencializar o uso de fontes renováveis e diminuir o impacto ambiental. Principais discussões técnicas do setor energético No final do evento, ficou claro que as principais demandas do mercado englobam dois pontos muito estratégicos para SPIC:  Leilões do setor energético Quando questionado sobre a visão da SPIC Brasil sobre a inclusão das hidrelétricas no Leilão de Reserva de Capacidade, Carlos Longo ressaltou como foi um passo importante ter as hidrelétricas no regime de cotas, e que o leilão de reserva de capacidade é importante para ampliar a segurança energética de todos. “Alguns pontos relevantes que poderiam fazer com que esse tipo de leilão fique ainda mais eficaz e seja efetivo é podermos disputar com um ano de antecedência, a hidrelétrica podendo participar com prazo menor do que os 5 anos”.  Também defende que as hidrelétricas têm potencial para competir mais efetivamente se forem corretamente posicionadas nos leilões de capacidade. “Daria mais competitividade ter as UHEs e menor preço do produto a ser oferecido aos consumidores na ponta. Podendo crescer a um menor preço beneficiaria a competitividade do leilão”.  Além disso, contribuiu com a discussão ao ver que essa oportunidade pode trazer muita flexibilidade e inovação no sistema, “com competitividade e atributos que garantam o equilíbrio frente à expansão das fontes renováveis intermitentes e mudanças climáticas”. E entende que, para criar um setor sustentável, é importante que seja criado um ambiente em que a inovação e a eficiência no setor não dependam de incentivos artificiais.  Leilão de bateria de armazenamento de energia Erika foi questionada sobre a expectativa de SPIC Brasil para o leilão de bateria de armazenamento de energia e nossa expectativa para o mercado de baterias. A nossa gerente explicou como as baterias são vistas e utilizadas como “alternativa complementar às soluções tradicionais de reserva de capacidade”.  Ela falou sobre o mercado no país. “No Brasil, o avanço depende de um marco regulatório adequado, que viabilize sua competitividade e aproveitamento. O armazenamento de energia desempenha um papel estratégico na transição energética, sendo uma alternativa que pode contribuir para a segurança ao sistema elétrico nacional”.  O mais importante é que os nossos executivos trouxeram para os debates a nossa missão de potencializar a energia do país por meio de fontes renováveis, garantindo que tenhamos um sistema elétrico eficiente e uma transição energética sustentável. Saiba mais sobre o comprometimento da SPIC Brasil com a transição energética do país no nosso Relatório de Sustentabilidade!
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