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Piracema: SPIC Brasil lança campanha sobre preservação ambiental e proteção da fauna
Iniciativa visa promover ações educativas e informativas sobre a piracema, o defeso e a proteção das espécies nos municípios ao redor da UHE São Simão Com o objetivo de promover a conscientização sobre a piracema, o período de reprodução dos peixes que ocorre entre novembro e fevereiro, a SPIC Brasil, operadora da Usina Hidrelétrica (UHE) São Simão, lança campanha de sensibilização sobre a Piracema 2024/2025. A iniciativa visa informar e educar a população dos municípios nos arredores do reservatório da UHE, que fica na divisa dos estados de Goiás e Minas Gerais, sobre a importância da preservação dos ecossistemas aquáticos, o cumprimento das legislações ambientais e as medidas de proteção das espécies. Pilares da Preservação Hídrica A campanha da SPIC tem quatro pilares principais, abordando temas fundamentais para a preservação dos recursos hídricos e a sustentabilidade das populações locais: Conservação Com o slogan “Dar um tempo é cuidar do futuro”, a campanha busca despertar o senso de responsabilidade ambiental, destacando a importância do período de defeso (proibição de pesca durante a piracema) para garantir a reprodução das espécies nativas.   Legislação Com o mote “Conheça as leis e evite multas”, a ação busca conscientizar sobre as legislações ambientais de Goiás e Minas Gerais. Assim, alerta-se a população sobre as consequências de atitudes ilegais durante o período da piracema, como a pesca predatória. O descumprimento das leis pode levar a multas e até à prisão.   Economia Com a frase “Seguro-defeso: o seu aliado durante a Piracema”, a SPIC Brasil informa e orienta sobre os recursos temporários, como o segurodefeso, disponíveis para os pescadores afetados.  Fauna “Dê um tempo: a vida nos rios agradece” é o tema da campanha que destaca a importância de preservar as espécies ameaçadas e os ecossistemas aquáticos, mostrando que a proteção da fauna durante a piracema garante a sustentabilidade da biodiversidade e contribui para a saúde dos rios.
SPIC Brasil anuncia investimento de R$ 400 milhões em novo solar em parceria com a Recurrent Energy
O Complexo fotovoltaico Luiz Gonzaga, localizado em Terra Nova (PE), tem capacidade de 114 MWp e entrada em operação prevista para novembro de 2024 A SPIC Brasil e Recurrent Energy (“Canadian Solar”) (NASDAQ: CSIQ) anunciaram nesta segunda-feira, 4 de novembro, uma nova parceria envolvendo o investimento de aproximadamente R$ 400 milhões (aprox. $70 milhões) no projeto solar Luiz Gonzaga, instalado em Terra Nova, Pernambuco, no qual a SPIC Brasil terá 70% de participação.  A planta tem 114 MWp e 166 mil painéis solares – uma capacidade capaz de abastecer cerca de 140 mil residências por ano. A operação comercial está prevista para começar em novembro deste ano.  Ampliação da matriz energética renovável Este é o terceiro projeto solar da SPIC no Brasil, cuja entrada no segmento deu-se com os Complexos Marangatu e Panati, no Piauí e Ceará, respectivamente, inaugurados em junho de 2024. No mundo, o grupo SPIC é o maior gerador de energia solar. Com a entrada do novo ativo na carteira, a SPIC Brasil totaliza cerca de 4 GW (3.958,2 MW) de capacidade instalada no país, sendo mais de 60% de fontes renováveis.  “Esse novo investimento em Pernambuco representa uma continuidade da nossa expansão em projetos de energia renovável no Nordeste brasileiro, com o intuito de formar um cluster e compartilhando sinergias na região. Seguimos focados em um crescimento de qualidade, visando avançar e dar agilidade na agenda da transição energética”, declara Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. O Complexo Luiz Gonzaga já obteve o financiamento de R$ 170 milhões junto ao Banco do Nordeste com prazo de 24 anos. O projeto possui contratos de venda de energia firmados que totalizam mais de 90% da geração até 2033, parte no mercado regulado e parte no mercado livre.  Gustavo Vajda, General Manager da Recurrent Energy na América Latina, diz: “Temos o prazer de ampliar nossa parceria com a SPIC Brasil. Esses projetos reforçam nosso compromisso com a expansão da geração de energia renovável no Brasil, fornecendo soluções de energia limpa e sustentável para o país. Esperamos contribuir ainda mais para o desenvolvimento de energia renovável no Brasil e avançar em nossa missão de criar um futuro mais sustentável para todos.”  Energia Solar em expansão  Recentemente, a SPIC Brasil e a Recurrent Energy inauguraram o Complexo Solar Marangatu, em Brasileira (PI), e o Complexo Solar Panati, em Jaguaretama (CE).  Juntas, as unidades somaram um investimento de mais de R$ 2 bilhões, tornando-se o quarto maior complexo solar do país, com 738 MWp. Globalmente, o Grupo SPIC é o maior gerador solar, com mais de 70 GW de capacidade instalada, e tem o Brasil como o seu maior mercado fora da China. No país, a SPIC investiu mais de R$ 14 bilhões em sete anos de operação. Além de Luiz Gonzaga, atualmente a companhia possui mais de 1,7 GW em construção (participação em GNA II, no Porto do Açu) e outros projetos renováveis previstos.
Projeto Despertar para o Esporte abre 600 vagas para aulas de vôlei e futsal em São Simão (GO) e Santa Vitória (MG)
Despertar para o Esporte é a mais nova iniciativa voltada para crianças e adolescentes apoiada pela SPIC Brasil, operadora da Usina Hidrelétrica São Simão Chegou às cidades vizinhas da Usina Hidrelétrica São Simão, operada pela SPIC Brasil, o projeto Despertar para o Esporte. Desde setembro, a iniciativa está oferecendo aulas gratuitas de futebol (futsal) e vôlei no contraturno escolar para crianças e adolescentes, de 7 a 15 anos de idade.  São quatro núcleos esportivos, dois em São Simão (GO) e dois em Santa Vitória (MG), cada um com capacidade de atender até 150 alunos, somando até 600 vagas para a comunidade. Desenvolvimento de jovens “Estamos muito felizes em viabilizar, junto a este novo parceiro, mais um projeto na região da UHE São Simão, com atividades lúdicas e complementares ao desenvolvimento dos jovens no contraturno escolar. Assim como o Ilha da Imaginação e o Brincando na Praça, que já impactaram milhares de jovens e famílias, temos certeza de que o Despertar para o Esporte vai estimular ainda mais nossos valores de saúde e bem-estar e desenvolvimento da comunidade”, declara Roberto Monterio, diretor de Comunicação e Relações Institucionais da SPIC Brasil. O projeto Despertar para o Esporte é executado pelo Instituto Foco Excelência no Esporte & Cultura e patrocinado pela SPIC Brasil na região por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. Mais informações estão disponíveis pelo focoinstituto.org.br e Instagram @focoinstituto. Inscrições e pré-requisitos As inscrições já estão abertas e as aulas de todos os núcleos já foram iniciadas e seguirão até junho de 2025.  Os requisitos para participar são:  Ter entre 7 e 15 anos Estar matriculado em escola público ou particular Conseguir se deslocar para os locais das aulas Os materiais esportivos e o uniforme serão fornecidos pelo projeto.  Para efetivar a inscrição, os interessados e um responsável devem se inscrever em horário comercial, diretamente em cada um dos quatro núcleos do projeto (mais informações abaixo). Inscrições em São Simão (GO) Quadra do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva (R. Trinta, Quadra 09 - Centro, São Simão - GO, 75890-000)  Segunda: 18h às 21h Terça: 18h às 21h Quarta: 18h às 21h Quinta: 18h às 21h Sábado: 07h às 12h / 13h às 16h Contato: Profa. Anderlene – 64-98416-5317 Ginásio Esportivo Antônio Moraes de Brito (Avenida Brasil, quadra 1, lote 2, Vila Bela) Segunda: 07h às 12h Terça: 08:30 às 12h Quinta: 10h às 12h Sexta: 10h às 12h Sábado: 07h às 12h Contato: Prof. Bernardo – 37-99843-2154 Inscrições em Santa Vitória Ginásio Poliesportivos “Valdir Nunes da Silva” (Avenida Aída Alves Chaves, sem número, Distrito de Chaveslândia) Segunda-feira: 13:00 às 20h Quarta-feira: 13:00 às 20h Sábado 08h às 12h Contato: Prof. Bernardo – 37-99843-2154 Ginásio “Flávio Moraes” (Avenida Nossa Senhora das Vitórias, sem número, Centro) Segunda-feira: 08:00 às 11h / 13:00 a`s 17:00 Terça-feira: 09h às 11h Quarta-feira: 08:00 às 11h / 13:00 às 17:00 Quinta-feira: 09h às 11h Sexta-feira: 16h às 18h Contato: Profa. Nayane – 34-99864-3087 Dirija-se ao local de inscrição mais próximo e aproveite a oportunidade!
Ilha da Imaginação: projeto conquista mais de 60 prêmios no Brasil e no mundo
O projeto com sede em São Simão/GO e que capacita crianças e adolescentes com aulas de animação já conquistou diversas premiações em festivais nacionais e internacionais. O Ilha da Imaginação vem transformando a vida de milhares de estudantes em São Simão e região. Voltado para alunos e professores da rede pública de Goiás e Minas Gerais, o projeto patrocinado pela SPIC Brasil capacita jovens talentos por meio de cursos de animação e monitoria em diversas disciplinas. Até agora, são mais de 60 prêmios do Ilha da Imaginação, conquistados em festivais nacionais e internacionais. Desde 2019, o projeto tem impactado alunos com suas oficinas fixas e itinerantes, promovendo o desenvolvimento de crianças e adolescentes entre 7 e 15 anos. Com o Ilha da Imaginação, somamos a nossa energia para abrir portas para um futuro cheio de oportunidades para os nossos jovens. Ficou curioso para saber mais sobre as conquistas e o impacto deste projeto? Continue lendo o post! Prêmios Ilha da Imaginação Desde o início do projeto, que tem sede na cidade de São Simão/GO, quase 600 alunos participaram somente dos cursos fixos, produzindo mais de 170 filmes - sendo que 50 deles foram selecionados para participar de festivais e mostras de cinema. Os prêmios do Ilha da Imaginação refletem o esforço dos alunos e de todos os profissionais envolvidos nas aulas. Dentre os filmes e curtas premiados estão: “Renascida das Águas” venceu o Prêmio de Melhor Edição (Prata) no FACI 2021 - Festival Aparecidense de Cinema - e foi selecionado no 4º CAFF - Cultural Animation Film Festival - no Havaí, em 2020. “Tatá e os Amigos do Cerrado” levou Melhor Direção de Arte, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora no 15º Curta Taquary, em Taquaritinga do Norte, no Agreste de Pernambuco, em 2022. Já em 2024, foi selecionado para a 13ª Mostra do Circuito Tela Verde - Departamento de Educação Ambiental do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. “Final Light” foi premiado como Melhor Filme de Entretenimento no IX Festival Internacional O Cubo de Cinema Independente em Língua Portuguesa. “Star Pigs”, eleito pelo Júri Popular no IX FAVERA-GO 2022 e selecionado no XXXVI Cartoon Club Itália (Rimini), em 2020. Participações em festivais A presença do Ilha da Imaginação em festivais de cinema nacionais e internacionais é constante, reafirmando o valor artístico e educativo do projeto. Confira algumas das participações mais marcantes nos últimos anos: VIII CINE JARDIM - Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim: os filmes “A Romantic Snack” e “Entre Estrelas”, ambos produzidos pelos alunos da Monitoria em 2023, foram selecionados para a edição de 2024 do festival, que aconteceu na cidade de Belo Jardim, Pernambuco, de 14 a 19 de outubro. 18º CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte: o filme “Desconserto” foi exibido em três sessões, todas com grande sucesso de público e crítica. 19ª Cine OP – Mostra de Cinema de Ouro Preto: uma das mostras mais respeitadas no Brasil, onde o projeto marcou presença com seleções importantes. 5° FestCine Itaúna – Festival Internacional de Cinema de Itaúna: evento realizado em julho de 2024, onde os filmes produzidos pelo Ilha da Imaginação foram exibidos com grande destaque de forma presencial e online. 2º EducAção – Festival Internacional de Cinema Educação e Preservação: o filme “Bola de Papel” foi selecionado para a edição de 2024 do festival, que aconteceu de 24 a 27/09, na Cinemateca e Sesc da Esquina, em Curitiba. Ao participar desses festivais, os estudantes têm a chance de mostrar o seu talento para o mundo e de se envolver em debates e trocas de experiências com outros cineastas. Impacto na sociedade Além de ser uma fábrica de talentos, o Ilha da Imaginação é um projeto que faz a diferença nas comunidades onde está presente. Sua missão vai além de formar animadores e cineastas: o projeto busca transformar vidas por meio da educação e arte. Desde 2019, o projeto já impactou diretamente mais de 65 mil alunos, além de ter gerado cerca de 70 empregos diretos e indiretos na região. O Ilha também distribuiu até hoje mais de 1.200 uniformes para os estudantes. Por meio das oficinas itinerantes e cursos fixos, o projeto leva cultura, conhecimento, interação social e oportunidades de desenvolvimento criativo para os participantes. Veja alguns dos números que ilustram o impacto do projeto: 595 alunos já participaram de cursos fixos de formação em audiovisual, animação 3D e capacitação para monitoria. 550 crianças frequentaram o curso “Descobrindo o Ilha”, um módulo de introdução que acontece uma vez por mês na sede do projeto e que desperta o interesse dos alunos pelo universo do audiovisual. 65 mil alunos de escolas públicas da região foram impactados pelas oficinas itinerantes realizadas pelo projeto. Os números refletem o trabalho consistente em levar arte e cultura para os jovens de cidades do entorno da UHE São Simão. O Ilha da Imaginação cria oportunidades reais para que esses alunos possam se desenvolver profissionalmente e construir um futuro melhor. Saiba mais sobre o Ilha da Imaginação A cada ano, mais alunos são beneficiados, mais filmes são produzidos, e novos prêmios do Ilha da Imaginação são adicionados à lista de conquistas! Junto à equipe do Ilha, abrimos portas para um futuro mais criativo, diverso e sustentável para as crianças. Quer conhecer mais sobre esse projeto incrível e todas as suas atividades? Acesse o site oficial para descobrir como você também pode fazer parte dessa jornada de sucesso e transformação! Siga também o perfil do Ilha da Imaginação no Instagram e Facebook. O Ilha da Imaginação é um projeto aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da SPIC Brasil e realização do Instituto Maker, Akm Performma, Ministério da Cultura e Governo Federal- União e Reconstrução.
CEM15/MI9: evento debate ações para um futuro energético mais limpo
O encontro em Foz do Iguaçu reuniu ministros, especialistas e comunidade do G20 para discutir os desafios e estratégias para acelerar a transição energética mundial. Acelerar o processo de transição energética é uma missão global. Do dia 30 de setembro a 03 de outubro, Foz do Iguaçu/PR foi o palco escolhido para discutir o tema no encontro CEM15/MI-9, realizado pela Clean Energy Ministerial e Mission Innovation. Este é um dos principais encontros mundiais voltados para acelerar a transição energética, e reuniu líderes que representam mais de 80% dos investimentos globais em energia limpa para avançar em políticas concretas neste tópico. Este ano, o evento é especialmente relevante por coincidir com a presidência do G20 (Grupo de Trabalho) pelo Brasil, reforçando o enorme potencial brasileiro para liderar a transição energética global. A SPIC Brasil foi uma das empresas convidadas para acompanhar o encontro CEM15/MI-9. Continue a leitura e confira as principais discussões e temas abordados! A SPIC na CEM15/MI9 Estamos no centro das discussões sobre transição energética no Brasil e no mundo. Para nós, gerar energia caminha junto à construção de um futuro mais sustentável e verde para todos. No final de agosto, nossa CEO, Adriana Waltrick, representou a SPIC Brasil no “Diálogo G20: Transições Energéticas”, realizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em Brasília/DF, para discutir os caminhos para a transição energética. No encontro CEM15/MI-9, tivemos painéis, exposições e mesas redondas de alto nível envolvendo diversos países. Eventos como esses são essenciais para fortalecer a cooperação global e impulsionar um futuro energético limpo.  Principais temas do evento A reunião abordou temáticas como as estratégias para o financiamento das transições energéticas em economias emergentes, melhorias nos métodos de contabilidade de carbono para produtos de base biológica e avanços em combustíveis de aviação sustentáveis. Financiamento da transição energética e pobreza energética A pobreza energética em países emergentes e em desenvolvimento foi um dos principais pontos de destaque do evento. Hoje, por exemplo, cerca de 685 milhões de pessoas ainda vivem sem acesso à eletricidade no mundo. O que existe é uma verdadeira lacuna entre a necessidade de financiamento e os valores realmente direcionados a essas nações. Dos US$ 13 bilhões captados para o financiamento climático global, apenas 212 milhões foram destinados a países em desenvolvimento. A participação de empresas estatais em países como México e Brasil é essencial, pois elas representam até dois terços da capacidade energética em muitas nações. Na América Latina, mais de 130 projetos de energia renovável foram implementados, representando mais de US$ 300 milhões em investimentos. Transição energética justa A necessidade de dobrar os investimentos em tecnologias limpas é evidente, mas a distribuição desigual dos recursos financeiros segue sendo o grande obstáculo. A falta de financiamento adequado para os países mais pobres impede que regiões mais vulneráveis se beneficiem plenamente. Apenas 5% dos investimentos climáticos globais atingem as economias emergentes, revelando a necessidade de novos mecanismos de captação e alocação de recursos.  Para que a transição energética seja um processo justo e global, precisamos primeiro implementar novos mecanismos de captação e alocação de recursos, sem deixar os países mais pobres de fora desse processo. Carbono zero Embora haja exemplos de sucesso, como a expansão dos projetos solares na América Latina e o plano brasileiro para exportação do hidrogênio verde (H2V), ainda é necessário investir mais para alcançarmos uma transição energética rápida e eficiente. O mesmo cenário se mantém quando falamos das metas de carbono zero. No encontro CEM15/MI-9, líderes globais discutiram estratégias para alavancar a neutralidade em diversos setores da economia, especialmente o da indústria. Investir em eficiência energética é fundamental para alcançarmos a emissão neutra de carbono. Por três anos seguidos, a SPIC Brasil conquistou o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG), que atesta a qualidade e transparência nos dados sobre emissão de gases de efeito estufa. A classificação máxima no programa é mais um resultado que reforça o nosso compromisso com as melhores práticas de mercado e promoção da transição energética. Combustíveis sustentáveis Durante o evento, Mariana Espécie, Coordenadora do Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20, destacou o papel do Brasil como líder na produção dos chamados combustíveis sustentáveis. Nesta terça-feira, 08 de outubro, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva assinou a Lei Combustível do Futuro, que incentiva a produção e o uso desse tipo de combustíveis, como o diesel verde e o biometano. A Lei Combustível do Futuro institui três programas para incentivar a pesquisa, produção, comercialização e uso dos biocombustíveis, com o intuito de promover a descarbonização dos setores de transportes e de mobilidade. De acordo com o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a nova lei vai gerar mais de R$ 260 bilhões de investimentos nas áreas do agronegócio e na cadeia dos biocombustíveis. Os combustíveis sustentáveis são derivados de biomassa renovável e podem substituir, total ou parcialmente, os combustíveis derivados do petróleo e gás natural. Cooperação mundial para transição energética Durante o encontro CEM15/MI-9, painéis de alto nível destacaram que a exportação do H2V do Brasil para a Alemanha pode gerar 37 mil empregos e aumentar as receitas em três vezes, em comparação com a exportação de matérias-primas convencionais. Além disso, outra sessão destacou como a Missão Inovação pode apoiar países em desenvolvimento, enfatizando a necessidade de aumentar os investimentos em energias renováveis na África, que historicamente recebeu uma pequena parcela do financiamento global. Outro tema importante é a descarbonização de indústrias por meio de biomanufatura sustentável e recursos biológicos. Essas discussões são fundamentais para moldar a cooperação internacional e acelerar a implantação de soluções de energia limpa em todo o mundo.  Energia solar em destaque A geração de energia solar foi mais um tema abordado no evento em Foz do Iguaçu. Os líderes destacaram, como mais uma estratégia crucial para a transição energética, a criação de ecossistemas para acelerar a produção e implementação de energia solar, com foco em ESG. Atualmente, o Brasil é o sexto maior produtor de energia solar do mundo. Em 2023, produzimos 37 GW, avançando duas posições em relação a 2022, segundo levantamento feito pela Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). China, Estados Unidos e Japão ocupam o top 3 de produção solar, somando juntos 833 GW de geração. Somente a China gerou cerca de 609 GW, 16 vezes superior à produção brasileira. A geração solar fotovoltaica é uma fonte de energia cada vez mais eficiente e competitiva, uma das protagonistas no processo da transição energética mundial. Acompanhe as discussões sobre transição energética O encontro CEM15/MI-9 reforçou a importância de unir forças para garantir um que o futuro da energia seja limpo, acessível e sustentável para todos ao redor do mundo. Para nós, é uma honra participar de eventos que discutem caminhos para a transição energética, somando nossa energia para cuidar das pessoas e do meio ambiente. Acompanhe o blog e redes sociais da SPIC Brasil para conferir outras novidades! Siga a gente no Instagram, Facebook, LinkedIn e YouTube.
Transição Energética: as principais discussões atuais na ONU
 As discussões mais recentes sobre transição energética visam acelerar o crescimento global das energias renováveis de forma justa, equitativa e transparente entre os países. A transição energética na ONU (Organização das Nações Unidas) tem sido um dos temas mais discutidos nas recentes conferências globais, refletindo o papel vital da organização na promoção da paz, segurança e cooperação internacional. [ez-toc] A ONU desempenha um papel central na formulação e apoio às políticas de sustentabilidade, com foco em mitigar as mudanças climáticas e promover fontes de energia renovável entre as nações. Através de iniciativas como o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ela atua como uma facilitadora para debates e acordos internacionais que visam facilitar a transição energética, uma economia de baixo carbono e o incentivo a inovações tecnológicas para uma energia mais sustentável e acessível. Continue a leitura do texto e confira as discussões mais recentes sobre a transição energética na ONU! ONU e SPIC  Atuar de forma alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e à Agenda 2030 faz parte da energia que move a SPIC Brasil. Participamos de forma ativa e intensa da Rede Brasil do Pacto Global, como membros do Conselho Orientador da Rede Brasil (Corb). Além disso, integramos diversos Movimentos do Pacto Global, como o Transparência 100%, com foco em integridade e combate à corrupção, e o Elas Lideram, que promove a igualdade de gênero com iniciativas de capacitação, desenvolvimento e empoderamento. Desde 2021, a nossa CEO, Adriana Waltrick, é uma líder de ImPacto, uma iniciativa da Rede Brasil, e porta-voz do ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes). A ética e a Integridade permeiam nosso ambiente de trabalho e guiam a nossa Política de Sustentabilidade, que orienta nossas práticas em relação ao meio ambiente e às pessoas. Debates sobre transição energética na ONU No dia 22 de setembro de 2024, a ONU aprovou o documento “Pacto para o Futuro”, que promove ações globais para enfrentar desafios como as mudanças climáticas. Tem como foco a cooperação internacional para uma economia sustentável, priorizando justiça social e desenvolvimento tecnológico. A transição energética é um dos temas centrais. O texto pede o fim do uso dos combustíveis fósseis e reafirma a “determinação de definir, na COP 29, a Cúpula da ONU sobre o Clima, uma nova meta coletiva quantificada a partir de um mínimo de US$ 100 bilhões por ano”. Neste ano, o Brasil também reforça a sua posição dentro da ONU como líder do Grupo de Trabalho do G20, abrangendo o tema da transição energética e fortalecendo a cooperação entre grandes economias nesse processo. Sob essa liderança, o Brasil destaca seu papel global na transição energética. Promove experiências, tecnologias sustentáveis e financiamento internacional, alinhando-se aos objetivos do Pacto para o Futuro. 79ª Assembleia Geral Em 10 de setembro de 2024, teve início a 79ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (UNGA79), em Nova Iorque. A Assembleia reúne os 193 Estados-membros da Organização para discussões multilaterais de questões internacionais cobertas pela Carta das Nações Unidas. Neste ano o tema é “Não deixar ninguém para trás: Agindo juntos para o avanço da paz, do desenvolvimento sustentável e da dignidade humana para as gerações presentes e futuras”. A transição energética na ONU foi um dos assuntos de destaque do Debate Geral, que aconteceu entre 24 e 30 de setembro. Como tradição, o Brasil foi o primeiro país a discursar na Abertura e o tema foi destaque na fala do Presidente Luís Inácio Lula da Silva. Lula reforçou a urgência climática em nosso país e no mundo: “O planeta já não espera para cobrar da próxima geração e está farto de acordos climáticos não cumpridos”. O Presidente do Brasil também destacou o pioneirismo brasileiro na transição energética. “Somos hoje um dos países com a matriz energética mais limpa. 90% da nossa eletricidade provém de fontes renováveis como a biomassa, a hidrelétrica, a solar e a eólica”, reforçou Lula. Os investimentos com foco na transição energética também foram destaque na fala do Primeiro-ministro de Portugal,  Luís Montenegro. Em seu discurso no Debate Geral, ele defendeu a transformação de dívidas de pequenos países em desenvolvimento em investimentos climáticos. Para ele, esse tipo de ação é fundamental para o sucesso da Agenda 2030 da ONU, guia que reúne os 17 ODS e metas para a construção de um mundo mais sustentável e resiliente até a data citada. Recomendações para transição energética justa, equitativa e transparente Com o aumento da geração de energia renovável pelo mundo, cresce também a demanda por minerais essenciais para essas tecnologias, como o cobre, lítio, níquel e cobalto. Para que a transição energética global seja um processo justo, equitativo e transparente para as nações, a ONU criou um documento com orientações para governos e outras partes interessadas. O guia prático reforça que a evolução das energias renováveis caminhe lado a lado ao desenvolvimento sustentável, respeito às pessoas e ao meio ambiente e gere prosperidade nos países em desenvolvimento ricos em recursos. Escrito por ministros de energia e especialistas, o material apresenta sete princípios orientadores para a ação direta e cinco recomendações para ajudar a colocá-los em prática, sendo:  Equidade Transparência Investimento Sustentabilidade e Direitos humanos Cooperação e justiça, transparência e multilateralismo são alguns dos princípios defendidos no documento da ONU para a transição energética. Para reduzirmos as emissões globais de dióxido de carbono e cumprir a Agenda 2030 é preciso que todas as nações somem a sua energia na construção de um futuro melhor. Nós, da SPIC Brasil, estamos comprometidos com esses objetivos! Seguimos investindo em novas linhas de pesquisa, tecnologias e programas que colocam as pessoas e o meio ambiente no centro das mudanças, rumo à transição energética brasileira e global.
Queimadas no Cerrado: 2º bioma brasileiro mais afetado em 2024
As queimadas no Cerrado registram recordes neste ano, de acordo com dados do Inpe. O fogo gera prejuízos para a biodiversidade local, saúde e dia a dia da população. Neste período mais seco, o nosso país vem sofrendo com focos de incêndio por todo o território nacional, prejudicando a saúde da população, o meio ambiente, o agronegócio e diversos outros setores. Apenas em agosto, o Brasil registrou mais de 68 mil focos, segundo dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), um aumento de 114% na comparação com o mesmo período de 2023. As queimadas no Cerrado também bateram recordes neste ano: somente no primeiro semestre, o bioma teve a maior quantidade de focos de incêndio já registrada no período desde o início da série histórica do Inpe, em 1998. A Amazônia é o bioma que mais sofre no país, com 55,8% dos registros, seguida pelo Cerrado (27,1%), Mata Atlântica (8,8%), Pantanal (6,4%), Caatinga (1.8%) e Pampa, com 0,1% dos focos. Continue a leitura do texto para conferir mais números e informações sobre o tema. [ez-toc] Queimadas no Cerrado O Cerrado, no Centro-Oeste do país, apresentou 12.097 focos de incêndio entre 1 de janeiro e 23 de junho, um crescimento de 32% comparado ao ano de 2023. Nos primeiros 23 dias de junho, o bioma registrou mais de 4 mil focos. Os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia concentram 53,3% das queimadas no Cerrado. O Mato Grosso é mais um estado onde o Programa Queimadas do Inpe apontou um crescimento de 85% nos focos de incêndio, de janeiro a 23 de junho, em relação ao ano passado. De acordo com especialistas, o número de queimadas no Cerrado teve um aumento por conta das mudanças climáticas e desmatamento relacionado ao agronegócio. Nos estados de Goiás e Minas Gerais, na divisa da UHE São Simão, diversas cidades estão sendo tomadas pela fumaça. Queimadas em Goiás O estado registrou o dobro de incêndios em agosto deste ano, comparado com o mesmo mês de 2023. Dados do painel BDQueimadas, do Inpe, apontam que este agosto foi o segundo maior em número de queimadas desde 2018 em Goiás, com 978 pontos de fogo. Em muitas cidades, como na capital Goiânia, a máscara voltou a fazer parte do dia a dia dos moradores. Por conta da fumaça, a poluição do ar atingiu níveis perigosos e foi preciso suspender as aulas. Somente nos dois primeiros dias de setembro, Goiás já teve 43 focos de incêndio ativos, de acordo com o Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais da Universidade Federal de Goiás (Cempa/UFG). Em agosto, registrou-se 1.120 focos. Queimadas em Minas Gerais Minas Gerais registrou, de janeiro até o dia 22 de agosto, 4.268 focos de incêndio em vegetação. O número representa um aumento de 52% em relação ao mesmo período de 2023, segundo o Inpe. Esse é o maior registro desde 2010, quando o período teve 4.521 casos. A Defesa Civil de Minas Gerais informou que 137 municípios estão em situação de emergência por causa da seca, um dos motivos do aumento de queimadas. Em Belo Horizonte já não chove há mais de 100 dias. Muitos parques mineiros estão sendo castigados pelo fogo: o Parque Nacional da Serra do Cipó, na Região Central de Minas Gerais, já teve mais de 8 mil hectares consumidos pelas chamas. A Serra da Moeda, na grande BH, sofreu com as queimadas por três dias, sendo necessário retirar moradores que vivem perto da região. Só na capital mineira, foram detectados 732 incêndios em vegetação até o dia 22 de agosto, uma média de 97 por mês. Combate aos incêndios e conscientização Para combater as queimadas, é preciso que todos somem cuidado, respeito e união. Pensando nisso, nós, da SPIC Brasil, demos início a mais uma edição da nossa Campanha Anual Contra as Queimadas. Junto às comunidades do entorno da UHE São Simão, em cidades dos estados de Goiás e Minas Gerais, somamos a nossa energia para combater e evitar os focos de incêndio por meio da conscientização. Nossa campanha leva aos moradores informações sobre os danos das queimadas e dicas de como evitá-las. Assim, promovemos a educação ambiental e aumentamos o engajamento no combate às queimadas. Causas e consequências das queimadas O aumento das queimadas no Cerrado acontece principalmente no período da estiagem, entre os meses de junho a setembro no Centro-Oeste do país. Nessa época, o bioma fica mais vulnerável ao fogo. As mudanças climáticas, o aumento de áreas desmatadas e fenômenos naturais como o El Niño intensificam as queimadas no bioma, destruindo habitats e ameaçando diversas espécies nativas. A combinação de baixa umidade e altas temperaturas agrava as queimadas, mas a origem criminosa de muitos desses incêndios também contribui para a situação crítica enfrentada pelo Brasil. Vale destacar que a prática de queimadas é crime e leva à reclusão de dois a quatro anos, além de multa para quem provoca incêndios florestais. Problemas na rede elétrica As queimadas também podem gerar problemas no fornecimento de energia elétrica. Elas podem gerar blecautes e cortes forçados de energia em linhas de transmissão, distribuição e subestações. Dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) apontam que os incêndios são a segunda causa de interrupções em linhas de transmissão da rede básica, ficando atrás das condições meteorológicas adversas. Em 2023, tivemos o maior número de desligamentos de energia desde o início da série histórica, que começou em 2012. Quando atingem o sistema de  transmissão, o fogo, a fuligem e a fumaça podem causar curto-circuitos e impactar o abastecimento. Impactos na biodiversidade A destruição da biodiversidade é uma das consequências mais graves dos incêndios. O fogo pode levar à perda de habitats de espécies nativas, levando a um desequilíbrio ecológico de longo prazo. As queimadas afetam o solo e prejudicam a sua fertilidade, gerando impactos econômicos para comunidades locais que dependem da agricultura. Além disso, elas também contribuem para a emissão de gases de efeito estufa, e podem impactar o ciclo de chuvas na região. Efeitos na saúde da população A fumaça causada pelas queimadas também é muito prejudicial à saúde humana. Segundo a Organização Mundial da Saúde  (OMS), os incêndios aumentam os riscos para desenvolvimento de diversas doenças, especialmente os problemas respiratórios. As crianças, idosos e pessoas que já apresentam problemas respiratórios são os mais vulneráveis. É importante ter atenção redobrada aos cuidados e a possíveis sintomas. Faça a sua parte e ajude a combater as queimadas no Cerrado, na sua cidade e região. Denuncie ações suspeitas e/ou focos de incêndio pelo número 193 do Corpo de Bombeiros. Junte-se a nós nesta causa! Entre em contato com a SPIC Brasil pelo e-mail portasabertas@spicbrasil.com.br ou pelo telefone 0800 200 0204 (disponível de segunda a sexta, das 8h às 17h).
Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil, participa de Grupo de Trabalho de Transição Energética do G20
A transição energética no G20 foi o tema principal de evento do Ministério de Minas e Energia, que reuniu executivos e empresários do setor em Brasília/DF. No dia 28 de agosto, a SPIC Brasil esteve presente no “Diálogo G20: Transições Energéticas”, realizado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em Brasília/DF. Nossa CEO, Adriana Waltrick, participou do evento que discutiu os caminhos para a transição energética no G20, junto ao Grupo de Trabalho (GT). [ez-toc] O encontro reuniu governantes, empresários e profissionais dos poderes público e privado para debater temas como fontes renováveis, o papel do agronegócio, descarbonização, participação do Brasil no G20, entre outros. Com presença do Ministro Alexandre Silveira e da Presidente da Petrobras, Magda Chambriard, o evento abordou as três prioridades brasileiras na transição energética: acesso ao financiamento, dimensão social e a importância de uma abordagem integrada para os combustíveis sustentáveis. Confira mais sobre o tema da transição energética no “Diálogo G20” em nosso conteúdo! Financiamento da transição energética O acesso ao financiamento para acelerar a transição energética, com foco nos países em desenvolvimento e economias emergentes, foi um dos destaques do evento. A SPIC é uma das empresas que vem contribuindo ativamente para esse processo, no Brasil e no mundo. Adriana Waltrick, nossa CEO, foi uma das participantes no painel 1 “Soluções para a atração de investimentos e financiamento da transição energética”, com moderação de  Thiago Barral, Secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento do MME, Luciana Costa,  Diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, Clarissa Lins, CEO Catavento, e Renata Isfes, Presidente Abiogás. Durante o painel, Adriana reforçou a importância da transição energética para fazer girar a economia global. “A transição energética deve fazer girar três vezes mais capitais. Hoje, giramos 1.6 trilhões de dólares no mundo; até 2050 esse valor será multiplicado por três, anualmente”. Ela também destacou como a parceria Brasil-China pode contribuir, ainda mais, para impulsionar a transição energética por meio da diversidade de financiamentos existentes, além de ressaltar nosso pioneirismo em transações entre essas duas economias. “Nós (SPIC Brasil) fizemos o primeiro financiamento de grande porte entre real e a moeda chinesa. O Brasil tem na China o seu maior parceiro comercial, é natural que existam esses fluxos e moedas”, comentou Adriana durante o painel. Nossa CEO ainda reforçou que ao acessarmos o mercado chinês temos a opção de olhar para o mundo e identificar onde estão as melhores oportunidades de investimento dentro do setor energético. Por isso, é importante fomentar os acordos fiscais entre os países. Já para Clarissa Lins, CEO Catavento, é preciso contar com a participação de bancos multilaterais e criar mecanismos de financiamento inovadores, que amenizem o risco cambial e possam dar mais acesso aos green bonds - os “títulos verdes”, instrumentos financeiros para levantar capital com foco em projetos que tragam benefícios ambientais. Pobreza energética Durante o “Diálogo G20”, o MME deu enfoque especial ao enfrentamento da chamada “pobreza energética”, aproveitando o recém-lançado programa Gás Para Todos, dentro da Política Nacional de Energia Limpa na Cozinha. O objetivo do programa é eliminar o consumo de lenha nas cozinhas brasileiras. A pobreza energética é um dos desafios centrais do Brasil para que se alcance uma transição justa. Ela acontece quando existe uma dificuldade de acesso de um indivíduo ou grupo de pessoas à energia e aos serviços energéticos modernos. Em todo o mundo, cerca de 675 milhões de pessoas ainda vivem sem eletricidade, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), Banco Mundial e outras organizações, lançado em 2023. Ainda de acordo com a OMS, 3,2 milhões de pessoas morrem anualmente por doenças causadas pelo uso de combustíveis e tecnologias poluentes. Por isso, é necessário reduzir o custo de financiamento para a transição energética, uma das prioridades do GT da Transição Energética do G20 no Brasil. Brasil como protagonista na transição energética A abundância de fontes renováveis no Brasil nos coloca na dianteira para liderar a transição energética mundial. Porém, para Luciana Costa, Diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do BNDES, é preciso que o país dê um passo adiante. Para ela, o Brasil está bem posicionado, mas precisa ir para a próxima fase da transição, com exploração de minerais críticos, produção de combustível de aviação sustentável (SAF) e combustíveis para navegação, desenvolvimento do hidrogênio verde e do biometano. Hoje, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) é o maior financiador de projetos de energia limpa do mundo, englobando diversas tecnologias existentes, como solar, eólica e linhas de transmissão. Entre as suas vantagens competitivas estão as linhas de crédito de maior prazo, que podem chegar até 35 anos, acima da média de cinco a oito anos do mercado. Próxima reunião sobre transição energética no G20 O evento em Brasília sobre a transição energética no G20 foi preparatório para a próxima reunião ministerial que será realizada em Foz do Iguaçu, no Paraná, entre 30/09 e 02/10, a última do GT sob a presidência do Brasil. O encontro será realizado às vésperas do G20 e terá a presença de executivos do governo brasileiro e de ministros de Minas e Energia dos países envolvidos, além de players do setor de energia. A reunião em Foz será a última antes da COP 30 no Brasil, que será realizada no final de 2025 em Belém, no Pará. A 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas vai acontecer no bioma amazônico, fundamental no combate à mudança do clima.
Baixa emissão de carbono: SPIC é reconhecida com Selo Ouro
Máxima classificação conferida pelo Programa Brasileiro GHG Protocol atesta qualidade e transparência nos dados sobre emissão de gases de efeito estufa Pelo terceiro ano consecutivo, o inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) da SPIC Brasil obteve o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG). O selo é desenvolvido pelo FGVces e WRI, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), World Business Council for Sustainable Development (WBSCD) e 27 empresas fundadoras. A pontuação máxima reconhece os inventários completos e verificados por organismos independentes, demonstrando qualidade e transparência nos dados e atendendo às boas práticas de mercado. No ano de 2023, somando as atividades em sua sede administrativa e operações de geração de energia, SPIC Brasil reportou pouco mais de 241 toneladas fruto das emissões diretas de gases de efeito estufa (escopo 1) e dos lançamentos decorrentes da compra de energia (escopo 2).  A maior fonte de emissões da companhia foi relacionada à combustão móvel dentro do escopo 1, ou seja, as emissões de GEE provenientes da queima de combustível de veículos, como carros, motocicletas, caminhões, tratores, ônibus, empilhadeiras etc. Engajamento para setor de energia com baixa emissão de carbono Embora seja pouco intensivo em emissões de GEE se comparados a outros setores produtivos, o segmento de eletricidade e gás, com 46 empresas, foi o terceiro com maior participação no ciclo 2024 do PBGHG, perdendo apenas para o de transporte e a indústria de transformação. Segundo dados do programa, o setor está em 4º em volume de emissão  de carbono no escopo 1, respondendo por cerca de 6,5% do total reportado no ciclo 2024.  Processo para ter uma geradora de energia mais sustentável Para Roberto Monteiro, Diretor de Comunicação e Relações Institucionais da SPIC Brasil, ter o inventário auditado por terceira parte, como preconiza o Selo Ouro, é um método que proporciona diversos olhares sobre os processos internos e aumenta a possibilidade de ajustes.  “Desde 2022, a SPIC Brasil vem evoluindo em seu inventário ao investir em processos de captura dos dados, incluindo a automatização, sistemas de controle e precisão. Assim conseguimos mapear quais são os pontos de melhoria e que exigem nossa atenção em relação às emissões”, reforça Monteiro. Somando todos os seus ativos, a SPIC possui uma capacidade instalada no Brasil de aproximadamente 4 GW (3.844,2 MW), podendo abastecer mais de 13 milhões de residências. Mesmo sendo uma companhia de capital fechado, a empresa também reporta regularmente seu Relatório de Sustentabilidade seguindo os mais altos padrões de governança, baseando-se na norma ISAE 3000 e em conformidade com as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI).  “Junto com o inventário e o relatório GRI, podemos detalhar avanços e caminhos para promover a transição energética e as prioridades da estratégia de sustentabilidade da companhia”, conclui Monteiro.
Programa Geração Inovação 2024: conheça os selecionados
Inteligência artificial, sensores inteligentes e modelos de navegação em 3D são algumas das soluções apresentadas pelos parceiros selecionados de 2024. Iniciativa investirá cerca de R$ 8 milhões nos projetos de inovação   Quatro projetos foram selecionados na terceira edição do programa Geração Inovação, que visa impulsionar um salto tecnológico no setor elétrico. Ao todo, serão investidos cerca de R$ 8 milhões nos projetos. Os projetos se propõem a desenvolver soluções de Inteligência Artificial (IA), soluções em sensoreamento inteligente e predição de falhas, digitalização de modelos de navegação em 3D criando gêmeos digitais, dentre outros benefícios operacionais.  O programa Geração Inovação é uma iniciativa da SPIC Brasil, como parte da Chamada Pública do Programa de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PDI) da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica).  A edição de 2024 buscou detectar soluções que que colaborem para maior eficiência operacional para a Usina Hidrelétrica (UHE) São Simão, situada entre as divisas dos estados de MG e GO e operada pela SPIC Brasil, que, desde 2020, passa por investimentos de modernização que somam mais de R$ 1,2 bilhão.  Selecionados Geração Inovação 3ª edição Confira abaixo os parceiros e projetos selecionados nesta nova edição do Geração Inovação:    Tech Plus - iMachine Oil  A Tech Plus propôs um projeto para monitorar em tempo real a qualidade do óleo hidráulico dos equipamentos da UHE São Simão. Os dados serão enviados para um software na nuvem, que usará Inteligência Artificial para identificar problemas e criar relatórios visuais.  Voith Hydro - Correlação entre a cavitação e perda de massa em turbinas Francis da UHE São Simão  A Voith Hydro propôs monitorar em tempo real a cavitação em uma turbina da UHE São Simão. O objetivo é relacionar as indicações do sistema com a perda de material no rotor da turbina.  Cortês e Simworkx – DIGIDAM-SPIC - Modelagem BIM para O&M  A Cortês e a Simworkx propõem um sistema digital em nuvem para gerenciar operações e manutenção, usando tecnologia BIM. Isso permitirá prever e resolver falhas, com navegação em modelos 3D e integração com outros sistemas.  Radix - Análise de formulários utilizando IA  A Radix propôs automatizar a análise de informações de documentos técnicos usando Inteligência Artificial. O sistema vai gerar relatórios e indicadores para auditorias e dashboards automáticos.  Inovação no setor elétrico  “Fomentar a inovação no setor elétrico é um dos nossos principais compromissos com o um futuro mais limpo e eficiente. No Geração Inovação deste ano, nosso foco está em aprimorar a eficiência operacional da UHE São Simão através da Inteligência Artificial (IA) e modelagem 3D. Esses projetos não só fortalecem nossa operação, mas também contribuem significativamente para a transição energética e a sustentabilidade no Brasil”, comenta Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil.   Nessa edição, o programa contou com mais de 70 projetos inscritos, entre startups, centros de pesquisa, universidades e empresas de base tecnológica, e deveriam propor soluções para os seguintes desafios:  Análise contínua da qualidade de óleo hidráulico  Monitoramento preditivo devido a cavitação  Navegação em BIM integrado aos dados de O&M   Análise automatizada de formulários de saúde e segurança.    Agora que você conheceu um pouco mais dos selecionados no Geração Inovação 3ª edição, veja nossas ações em prol do meio ambiente e sociedade no Relatório de Sustentabilidade 2023. 
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