<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Artigos &#8211; SPIC Brasil</title>
	<atom:link href="https://www.spicbrasil.com.br/destaques/artigos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.spicbrasil.com.br</link>
	<description>Geramos energia que move o hoje e o amanhã</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Oct 2024 20:37:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.3.2</generator>
	<item>
		<title>Transição Energética: as principais discussões atuais na ONU</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/transicao-energetica-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 20:33:21 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=8429</guid>

					<description><![CDATA[<p> As discussões mais recentes sobre transição energética visam acelerar o crescimento global das energias renováveis de forma justa, equitativa e transparente entre os países. A transição energética na ONU (Organização das Nações Unidas) tem sido um dos temas mais discutidos nas recentes conferências globais, refletindo o papel vital da organização na promoção da paz, segurança [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/transicao-energetica-onu/">Transição Energética: as principais discussões atuais na ONU</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-weight: 400"> </span><b>As discussões mais recentes sobre transição energética visam acelerar o crescimento global das energias renováveis de forma justa, equitativa e transparente entre os países.</b></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">A </span><b>transição energética na ONU</b><span style="font-weight: 400"> (Organização das Nações Unidas)</span> <span style="font-weight: 400">tem sido um dos temas mais discutidos nas recentes conferências globais, refletindo o papel vital da organização na promoção da paz, segurança e cooperação internacional.</span></p>
<div id="ez-toc-container" class="ez-toc-v2_0_57 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction">
<div class="ez-toc-title-container">
<p class="ez-toc-title " >&Iacute;ndice</p>
<span class="ez-toc-title-toggle"><a href="#" class="ez-toc-pull-right ez-toc-btn ez-toc-btn-xs ez-toc-btn-default ez-toc-toggle" aria-label="Toggle Table of Content" role="button"><label for="item-6a0ccba81aa32" ><span class=""><span style="display:none;">Toggle</span><span class="ez-toc-icon-toggle-span"><svg style="fill: #999;color:#999" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" class="list-377408" width="20px" height="20px" viewBox="0 0 24 24" fill="none"><path d="M6 6H4v2h2V6zm14 0H8v2h12V6zM4 11h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2zM4 16h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2z" fill="currentColor"></path></svg><svg style="fill: #999;color:#999" class="arrow-unsorted-368013" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" width="10px" height="10px" viewBox="0 0 24 24" version="1.2" baseProfile="tiny"><path d="M18.2 9.3l-6.2-6.3-6.2 6.3c-.2.2-.3.4-.3.7s.1.5.3.7c.2.2.4.3.7.3h11c.3 0 .5-.1.7-.3.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7zM5.8 14.7l6.2 6.3 6.2-6.3c.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7c-.2-.2-.4-.3-.7-.3h-11c-.3 0-.5.1-.7.3-.2.2-.3.5-.3.7s.1.5.3.7z"/></svg></span></span></label><input aria-label="Toggle" aria-label="item-6a0ccba81aa32"  type="checkbox" id="item-6a0ccba81aa32"></a></span></div>
<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='-page-1 -heading-level-2'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-1" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/transicao-energetica-onu/#ONU_e_SPIC" title="ONU e SPIC ">ONU e SPIC </a></li><li class='-page-1 -heading-level-2'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-2" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/transicao-energetica-onu/#Debates_sobre_transicao_energetica_na_ONU" title="Debates sobre transição energética na ONU">Debates sobre transição energética na ONU</a><ul class='-list-level-3'><li class='-heading-level-3'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-3" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/transicao-energetica-onu/#79a_Assembleia_Geral" title="79ª Assembleia Geral">79ª Assembleia Geral</a></li><li class='-page-1 -heading-level-3'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-4" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/transicao-energetica-onu/#Recomendacoes_para_transicao_energetica_justa_equitativa_e_transparente" title="Recomendações para transição energética justa, equitativa e transparente">Recomendações para transição energética justa, equitativa e transparente</a></li></ul></li></ul></nav></div>

<p><span style="font-weight: 400">A ONU desempenha um papel central na formulação e apoio às políticas de sustentabilidade, com foco em mitigar as mudanças climáticas e promover fontes de energia renovável entre as nações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Através de iniciativas como o Acordo de Paris e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ela atua como uma facilitadora para debates e acordos internacionais que visam facilitar a transição energética, uma economia de baixo carbono e o incentivo a inovações tecnológicas para uma energia mais sustentável e acessível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Continue a leitura do texto e confira as discussões mais recentes sobre a</span><b> transição energética na ONU!</b></p>
<h2><span style="font-weight: 400">ONU e SPIC </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Atuar de </span><a href="https://www.spicbrasil.com.br/sustentabilidade/"><span style="font-weight: 400">forma alinhada</span></a><span style="font-weight: 400"> aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e à Agenda 2030 faz parte da energia que move a SPIC Brasil. Participamos de forma ativa e intensa da </span><b>Rede Brasil do Pacto Global</b><span style="font-weight: 400">, como membros do Conselho Orientador da Rede Brasil (Corb).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Além disso, integramos diversos </span><b>Movimentos do Pacto Global</b><span style="font-weight: 400">, como o Transparência 100%, com foco em integridade e combate à corrupção, e o Elas Lideram, que promove a igualdade de gênero com iniciativas de capacitação, desenvolvimento e empoderamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Desde 2021, a nossa CEO, </span><b>Adriana Waltrick</b><span style="font-weight: 400">, é uma líder de ImPacto, uma iniciativa da Rede Brasil, e porta-voz do ODS 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes). A ética e a Integridade permeiam nosso ambiente de trabalho e guiam a nossa Política de Sustentabilidade, que orienta nossas práticas em relação ao meio ambiente e às pessoas</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Debates sobre transição energética na ONU</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">No dia 22 de setembro de 2024, a ONU aprovou o documento </span><b>“Pacto para o Futuro”</b><span style="font-weight: 400">, que promove ações globais para enfrentar desafios como as mudanças climáticas. Tem como foco a cooperação internacional para uma economia sustentável, priorizando justiça social e desenvolvimento tecnológico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A transição energética é um dos temas centrais. O texto pede o fim do uso dos combustíveis fósseis e reafirma a “determinação de definir, na COP 29, a Cúpula da ONU sobre o Clima, uma nova meta coletiva quantificada a partir de um mínimo de US$ 100 bilhões por ano”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste ano, o Brasil também reforça a sua posição dentro da ONU como líder do </span><a href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/grupo-trabalho-transicao-energetica-g20/"><span style="font-weight: 400">Grupo de Trabalho do G20</span></a><span style="font-weight: 400">, abrangendo o tema da transição energética e fortalecendo a cooperação entre grandes economias nesse processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sob essa liderança, o Brasil destaca seu papel global na transição energética. Promove experiências, tecnologias sustentáveis e financiamento internacional, alinhando-se aos objetivos do Pacto para o Futuro.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">79ª Assembleia Geral</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Em 10 de setembro de 2024, teve início a</span><b> 79ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas</b><span style="font-weight: 400"> (UNGA79), em Nova Iorque. A Assembleia reúne os 193 Estados-membros da Organização para discussões multilaterais de questões internacionais cobertas pela Carta das Nações Unidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Neste ano o tema é “Não deixar ninguém para trás: Agindo juntos para o avanço da paz, do desenvolvimento sustentável e da dignidade humana para as gerações presentes e futuras”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A </span><b>transição energética na ONU</b><span style="font-weight: 400"> foi um dos assuntos de destaque do Debate Geral, que aconteceu entre 24 e 30 de setembro. Como tradição, o Brasil foi o primeiro país a discursar na Abertura e o tema foi destaque na fala do Presidente Luís Inácio Lula da Silva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Lula reforçou a urgência climática em nosso país e no mundo: “O planeta já não espera para cobrar da próxima geração e está farto de acordos climáticos não cumpridos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O Presidente do Brasil também destacou o </span><b>pioneirismo brasileiro na transição energética. </b><span style="font-weight: 400">“Somos hoje um dos países com a matriz energética mais limpa. 90% da nossa eletricidade provém de fontes renováveis como a biomassa, a hidrelétrica, a solar e a eólica”, reforçou Lula.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Os investimentos com foco na transição energética também foram destaque na fala do Primeiro-ministro de Portugal,  Luís Montenegro. Em seu discurso no Debate Geral, ele defendeu a transformação de dívidas de pequenos países em desenvolvimento em</span><b> investimentos climáticos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para ele, esse tipo de ação é fundamental para o sucesso da Agenda 2030 da ONU, guia que reúne os 17 ODS e metas para a construção de um mundo mais sustentável e resiliente até a data citada.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400">Recomendações para transição energética justa, equitativa e transparente</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Com o aumento da geração de energia renovável pelo mundo, cresce também a demanda por minerais essenciais para essas tecnologias, como o cobre, lítio, níquel e cobalto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para que a </span><b>transição energética global</b><span style="font-weight: 400"> seja um processo justo, equitativo e transparente para as nações, a ONU criou um </span><a href="https://news.un.org/pt/story/2024/09/1837371" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">documento com orientações</span></a><span style="font-weight: 400"> para governos e outras partes interessadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O guia prático reforça que a evolução das energias renováveis caminhe lado a lado ao desenvolvimento sustentável, respeito às pessoas e ao meio ambiente e gere prosperidade nos países em desenvolvimento ricos em recursos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Escrito por ministros de energia e especialistas, o material apresenta sete princípios orientadores para a ação direta e cinco recomendações para ajudar a colocá-los em prática, sendo: </span></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400">Equidade</span></li>
<li><span style="font-weight: 400">Transparência</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Investimento</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Sustentabilidade e</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Direitos humanos<br />
</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Cooperação e justiça, transparência e multilateralismo são alguns dos princípios defendidos no </span><b>documento da ONU para a transição energética. </b><span style="font-weight: 400">Para </span><a href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/ghg-protocol-selo-ouro/"><span style="font-weight: 400">reduzirmos as emissões</span></a><span style="font-weight: 400"> globais de dióxido de carbono e cumprir a Agenda 2030 é preciso que todas as nações somem a sua energia na construção de um futuro melhor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nós, da SPIC Brasil, estamos comprometidos com esses objetivos! Seguimos investindo em novas linhas de pesquisa, tecnologias e programas que colocam as pessoas e o meio ambiente no centro das mudanças, rumo à transição energética brasileira e global.</span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/transicao-energetica-onu/">Transição Energética: as principais discussões atuais na ONU</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SPIC Brasil é uma das patrocinadoras da nova temporada da série “Na Trilha da Energia”</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/serie-na-trilha-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 23:26:02 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=7872</guid>

					<description><![CDATA[<p>SPIC Brasil é uma das patrocinadoras da nova temporada da série “Na Trilha da Energia”. Série documentário será exibida a partir de 10 de julho no Canal Futura com episódios gravados em diversos países, incluindo a China Estreou, em julho, mais uma temporada da série “Na Trilha da Energia”, exibida pelo Canal Futura, com patrocínio [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/serie-na-trilha-da-energia/">SPIC Brasil é uma das patrocinadoras da nova temporada da série “Na Trilha da Energia”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="font-weight: 400">SPIC Brasil é uma das patrocinadoras da nova temporada da série “Na Trilha da Energia”. </span><span style="font-weight: 400">Série documentário será exibida a partir de 10 de julho no Canal Futura com episódios gravados em diversos países, incluindo a China</span></em></p>
<p><span style="font-weight: 400">Estreou, em julho, mais uma temporada da série </span><b>“Na Trilha da Energia”,</b><span style="font-weight: 400"> exibida pelo Canal Futura, com patrocínio da SPIC Brasil, via Lei de Incentivo à Cultura, e realização do Instituto Acende Brasil e Canal Azul. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesta terceira temporada, o ‘Trilha’ ganhou o mundo e viaja para países que são </span><b>referência em geração de energia</b><span style="font-weight: 400">. Um dos episódios vai até a China mostrar os avanços tecnológicos no setor e como o país apresenta soluções eficientes e que contribuem para a transição energética global. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">“Na Trilha da Energia” coloca em pauta temas de extrema importância, abordando desde como funciona o setor elétrico, como é feita a transmissão e distribuição de energia, apresentando fontes geradoras e os impactos socioambientais de todas essas atividades. Além de ter como pano de fundo o setor elétrico, a série faz pensar em toda cadeia evolutiva que estamos inseridos, e os desafios que temos pela frente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O programa é exibido às 21h30, no Canal Futura, com transmissão em horários alternativos: quinta-feira às 13h30, sexta-feira às 10h30, sábado às 13h30.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Documentário Na Trilha da Energia</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A série &#8220;Na Trilha da Energia&#8221; é um documentário que apresenta os desafios e as </span><b>oportunidades no Setor Elétrico Brasileiro</b><span style="font-weight: 400">. Os episódios anteriores abordaram como o setor funciona, como são os processos de geração, transmissão e distribuição de energia, as fontes para gerar eletricidade, e como todas as atividades do setor são consolidadas na tarifa de eletricidade paga pelos consumidores. As duas primeiras temporadas foram exibidas na TV Cultura e no Canal Futura e estão disponíveis no YouTube no link:</span><a href="https://www.youtube.com/@CanalAzulFilmes" target="_blank" rel="noopener"> <span style="font-weight: 400">https://www.youtube.com/@CanalAzulFilmes</span></a><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Instituto Acende Brasil</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O Instituto Acende Brasil é um Think Tank (centro de estudos) voltado ao desenvolvimento de ações e projetos para aumentar o grau de Transparência e Sustentabilidade do Setor Elétrico Brasileiro. Baseados em números e fatos, pensamos e analisamos o setor com a lente de longo prazo, buscando oferecer à sociedade um olhar que identifique os principais vetores e pressões econômicas, políticas e institucionais que moldam o Setor Elétrico Brasil. </span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/serie-na-trilha-da-energia/">SPIC Brasil é uma das patrocinadoras da nova temporada da série “Na Trilha da Energia”</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Programa Ilha da Imaginação: projeto para jovens e professores da rede pública impacta 48 mil pessoas</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/programa-ilha-da-imaginacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 14:25:18 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=5197</guid>

					<description><![CDATA[<p>O projeto para jovens e educadores da região de São Simão (GO) é realizado desde 2019. Produções realizadas no Ilha da Imaginação já foram premiadas no Brasil e mundo. O programa Ilha da Imaginação oferece formação gratuita em leitura, audiovisual e técnicas de animação para jovens e educadores da rede pública na região de São [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/programa-ilha-da-imaginacao/">Programa Ilha da Imaginação: projeto para jovens e professores da rede pública impacta 48 mil pessoas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400">O projeto para jovens e educadores da região de São Simão (GO) é realizado desde 2019. Produções realizadas no Ilha da Imaginação já foram premiadas no Brasil e mundo.<div id="ez-toc-container" class="ez-toc-v2_0_57 counter-hierarchy ez-toc-counter ez-toc-transparent ez-toc-container-direction">
<div class="ez-toc-title-container">
<p class="ez-toc-title " >&Iacute;ndice</p>
<span class="ez-toc-title-toggle"><a href="#" class="ez-toc-pull-right ez-toc-btn ez-toc-btn-xs ez-toc-btn-default ez-toc-toggle" aria-label="Toggle Table of Content" role="button"><label for="item-6a0ccba81e397" ><span class=""><span style="display:none;">Toggle</span><span class="ez-toc-icon-toggle-span"><svg style="fill: #999;color:#999" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" class="list-377408" width="20px" height="20px" viewBox="0 0 24 24" fill="none"><path d="M6 6H4v2h2V6zm14 0H8v2h12V6zM4 11h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2zM4 16h2v2H4v-2zm16 0H8v2h12v-2z" fill="currentColor"></path></svg><svg style="fill: #999;color:#999" class="arrow-unsorted-368013" xmlns="http://www.w3.org/2000/svg" width="10px" height="10px" viewBox="0 0 24 24" version="1.2" baseProfile="tiny"><path d="M18.2 9.3l-6.2-6.3-6.2 6.3c-.2.2-.3.4-.3.7s.1.5.3.7c.2.2.4.3.7.3h11c.3 0 .5-.1.7-.3.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7zM5.8 14.7l6.2 6.3 6.2-6.3c.2-.2.3-.5.3-.7s-.1-.5-.3-.7c-.2-.2-.4-.3-.7-.3h-11c-.3 0-.5.1-.7.3-.2.2-.3.5-.3.7s.1.5.3.7z"/></svg></span></span></label><input aria-label="Toggle" aria-label="item-6a0ccba81e397"  type="checkbox" id="item-6a0ccba81e397"></a></span></div>
<nav><ul class='ez-toc-list ez-toc-list-level-1 ' ><li class='-page-1 -heading-level-2'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-1" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/programa-ilha-da-imaginacao/#48_mil_pessoas_impactadas" title="48 mil pessoas impactadas">48 mil pessoas impactadas</a></li><li class='-page-1 -heading-level-2'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-2" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/programa-ilha-da-imaginacao/#Formacao_em_audiovisual" title="Formação em audiovisual">Formação em audiovisual</a></li><li class='-page-1 -heading-level-2'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-3" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/programa-ilha-da-imaginacao/#Programa_contempla_alunos_da_rede_publica" title="Programa contempla alunos da rede pública">Programa contempla alunos da rede pública</a></li><li class='-page-1 -heading-level-2'><a class="ez-toc-link ez-toc-heading-4" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/programa-ilha-da-imaginacao/#Producao_premiada_e_reconhecida" title="Produção premiada e reconhecida">Produção premiada e reconhecida</a></li></ul></nav></div>
</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400">O</span><b> programa Ilha da Imaginação </b><span style="font-weight: 400">oferece formação gratuita em leitura, audiovisual e técnicas de animação para jovens e educadores da rede pública na região de São Simão (GO). A produção não fica restrita às aulas, já que os curtas receberam </span><b>premiações nacionais e internacionais</b><span style="font-weight: 400">, além de serem exibidos em canais de TV fechados, como vamos mostrar ao longo deste artigo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ilha da Imaginação é um projeto aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da SPIC Brasil, apoio da Prefeitura de São Simão e realização do Instituto Maker, Akm Performma, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução</span><span style="font-weight: 400">.</span></p>
<h2><b>48 mil pessoas impactadas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Ao todo, mais de 400 alunos foram formados pelos cursos fixos. Somando as oficinas itinerantes, o Brincando no Ilha e os workshops para professores, mais de 48 mil pessoas já foram atendidas pelo projeto. </span></p>
<h2><b>Formação em audiovisual</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Na mais recente edição, foram ofertadas mais de 200 vagas para todos os seus cursos fixos, workshops e oficinas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto proporciona participação em cursos de formação em leitura e audiovisual, 3D e capacitação para monitoria. Para todos eles há turmas presenciais. Além das atividades em São Simão (GO), um workshop online para professores da rede pública de todo o Brasil é realizado. Em 2023, o Ilha da Imaginação atendeu ainda crianças e adolescentes em </span><b>oficinas itinerantes</b><span style="font-weight: 400"> realizadas nas escolas da rede pública e em entidades sociais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto ainda promove o Brincando no Ilha, oficina que acontece mensalmente. O intuito é proporcionar uma experiência para quem não faz parte dos cursos fixos. </span></p>
<h2><b>Programa contempla alunos da rede pública</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Pode participar dos cursos fixos qualquer aluno que esteja alfabetizado e que estude em escolas públicas de São Simão e região. Além do acesso às aulas, os participantes recebem todo material de apoio necessário, assim como uniforme, transporte e lanche. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Ao final do curso, todas as turmas criam seus curtas de animação a partir das técnicas aprendidas no ano. Já no início de dezembro, acontece o Imagilha, com entrega de diplomas e exibição dos filmes criados para convidados. </span></p>
<h2><b>Produção premiada e reconhecida</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Os curtas do Ilha da Imaginação são amplamente reconhecidos. Colecionam mais de </span><b>50 seleções e premiações nacionais e internacionais</b><span style="font-weight: 400">. Um dos curtas do projeto, Tatá e os Amigos do Cerrado, é exibido desde 2021 pelo canal ZooMoo Kids. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para encontrar esse e outros episódios, o projeto mantém um canal no YouTube, acesse: <a href="https://www.youtube.com/@projetoilhadaimaginacao3670" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/@projetoilhadaimaginacao3670</a>  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/programa-ilha-da-imaginacao/">Programa Ilha da Imaginação: projeto para jovens e professores da rede pública impacta 48 mil pessoas</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“A produção de hidrogênio não é um debate sobre suas cores”, por Erika Breyer, da SPIC Brasil</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/producao-de-hidrogenio-debate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 20:00:06 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=4569</guid>

					<description><![CDATA[<p>Matriz elétrica mostra o quanto a participação do Brasil é relevante na produção de hidrogênio sustentável Durante discurso feito no Hydrogen Americas Summit, promovido agora em outubro de 2022 pelo governo dos EUA, em Washington, a secretária de energia americana Jennifer Granholm defendeu que os debates sobre os projetos de hidrogênio passem da questão das cores [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/producao-de-hidrogenio-debate/">“A produção de hidrogênio não é um debate sobre suas cores”, por Erika Breyer, da SPIC Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="jeg_post_subtitle"><em>Matriz elétrica mostra o quanto a participação do Brasil é relevante na produção de hidrogênio sustentável</em></p>
<p>Durante discurso feito no <em>Hydrogen Americas Summit</em>, promovido agora em outubro de 2022 pelo governo dos EUA, em Washington, a secretária de energia americana Jennifer Granholm defendeu que os debates sobre os projetos de hidrogênio passem da questão das cores para as diferentes formas de produção, mais focadas na redução de emissão de gases de efeito estufa (GEE).</p>
<blockquote><p>“<em>It is not about colours; it is about cutting carbon pollution</em>.” – É sobre cortar a poluição de carbono, defende.</p></blockquote>
<p>A afirmação reflete o conteúdo do “<em>Inflation Reduction Act</em>”, medida do governo norte-americano que trabalha com  previsões e condições de investimento na produção nacional de energia limpa.</p>
<p>O plano não traz o conceito de “hidrogênio verde” e sim “<em>clean hydrogen</em>”, ou hidrogênio limpo, resultado de um processo de produção com baixa emissão de CO2 (menos de 4 kg de CO2 por 1 kg de hidrogênio).</p>
<h2>Discussão sobre produção de hidrogênio no Brasil</h2>
<p>A definição dos atributos da Certificação do Hidrogênio é um debate mundial e também ocorre no  Brasil, onde o tema é discutido pelo Grupo de Trabalho coordenado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). As conversas acontecem neste momento de mudança de entendimento sobre o que são fontes verdes, atualmente restritas a solar e eólica. Não é sobre cor, é sobre cortar emissões de carbono, lembra Jennifer Granholm.</p>
<p>Nesse contexto, o olhar mais abrangente é positivo para o país, onde mais de 60% da energia elétrica gerada  é proveniente de usinas hidrelétricas de fontes renováveis. A matriz elétrica mostra o quanto a participação do Brasil é relevante na produção de hidrogênio,  o melhor  substituto dos combustíveis fósseis – estes sim os maiores emissores.</p>
<p>Com a certificação, a CCEE ficaria responsável por atestar de quais usinas vêm o fornecimento de energia usado para a eletrólise do hidrogênio.</p>
<h2>Hidrogênio sustentável</h2>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também deu a sua contribuição para o tema. Em agosto, a entidade publicou o estudo “Hidrogênio Sustentável: perspectivas e potencial para a Indústria Brasileira”, que qualifica as hidrelétricas como fonte de energia renovável para a produção do hidrogênio verde.</p>
<p>Na mesma linha  de entendimento sobre a descarbonização, a Green Hydrogen Organization (GH2) não descarta a geração hidrelétrica em sua campanha “100 by 2030”.</p>
<p>A ação promovida pela ONG estimula a produção de pelo menos 100 milhões de toneladas de hidrogênio verde por ano até 2030, quantidade suficiente para cumprir os compromissos globais de zerar as emissões líquidas de GEE.</p>
<h2>Energia sustentável</h2>
<p>Sobre a meta global,  o presidente-executivo da International Hydropower Association (IHA), Eddie Rich, diz que “o hidrogênio verde e a energia hidrelétrica sustentável precisam trabalhar juntos para que o planeta atinja as metas líquidas de zero emissões: 100 milhões de toneladas de hidrogênio verde por ano é uma fantasia sem energia hidrelétrica”.</p>
<p>Todos esses exemplos ratificam que estamos no caminho certo e ampliando cada vez mais o debate – e a prática – no compromisso de redução de emissões e atuar cada vez mais com alternativas viáveis e sustentáveis. Cada um fazendo a sua parte e o Brasil como um centro de expertise e potencial amplo para agir, agora.</p>
<p><em>** Erika Breyer é gerente de Regulação da SPIC Brasil. Ela é advogada com Master in Susteinable Developmet – Renewable Energy pela University College London,  tem passagens profissionais  pela EPE, Ibama e Chesf. </em></p>
<p>Créditos: Full Energy</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/producao-de-hidrogenio-debate/">“A produção de hidrogênio não é um debate sobre suas cores”, por Erika Breyer, da SPIC Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SPIC: a gigante da energia limpa à frente da transição energética global</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/spic-a-gigante-da-energia-limpa-a-frente-da-transicao-energetica-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 18:38:13 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=4538</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresa com presença mundial já conduz projetos de transição energética. Metas de geração de energia limpa são ousadas e promissoras para missão de construir mundo mais sustentável.  Com presença em 46 países, a SPIC é uma das cinco maiores geradoras de energia do mundo. A empresa possui mais de 200 Gigawatt (GW) de capacidade instalada.  [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/spic-a-gigante-da-energia-limpa-a-frente-da-transicao-energetica-global/">SPIC: a gigante da energia limpa à frente da transição energética global</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400">Empresa com presença mundial já conduz projetos de transição energética. Metas de geração de energia limpa são ousadas e promissoras para missão de construir mundo mais sustentável. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com presença em 46 países, a SPIC é uma das </span><b>cinco maiores geradoras de energia do mundo</b><span style="font-weight: 400">. A empresa possui mais de 200 Gigawatt (GW) de capacidade instalada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A companhia se destaca globalmente pela expressiva presença na geração de energia, principalmente de forma sustentável: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">1 lugar mundial na geração de energia solar</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">2 maior geradora de energia eólica </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Está entre as dez maiores do planeta em geração hidrelétrica</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400">Responsabilidade social</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A geração de empregos também é significativa. A SPIC Global emprega mais de 130 mil pessoas em todo o mundo, possui projetos e ativos que alcançam a cifra de mais de 220 bilhões de dólares. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Na China, a capacidade instalada de energia está acima de 195 GW, e fora da China, a empresa possui ativos que somam 7.650 MW. O Brasil é um dos mercados mais estratégicos para a empresa, com a maior capacidade instalada, de 2.764 MW.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Devido ao tamanho da corporação, a responsabilidade com o meio ambiente, sociedade e pessoas deve ser ainda maior. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Geração de energia limpa: metas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Mais de </span><b>60% da energia gerada pela empresa vem de fontes limpas</b><span style="font-weight: 400">. A companhia tem objetivos ambiciosos para o futuro: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">70% de energia renovável até 2025. A SPIC poderá realizar o fornecimento direto de 100 bilhões de kWh de eletricidade verde para grandes usuários.</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">85% de energia de fontes renováveis até 2035.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400">Com uma atuação consolidada e em plena expansão no mundo, a companhia segue agora investindo na </span><a href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/selo-ouro-baixa-emissao-carbono/"><span style="font-weight: 400">transição energética para fontes de baixo carbono</span></a><span style="font-weight: 400">. A empresa já foi reconhecida como o </span><b>Selo Ouro do Programa Brasileiro de Emissões GHG Protocol por dois anos consecutivos, 2022 e 2023</b><span style="font-weight: 400">. É uma iniciativa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia.</span><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A SPIC também participa de eventos relevantes como Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas), maior iniciativa de sustentabilidade corporativa do mundo.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Inovação com sustentabilidade</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">Durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022 a SPIC forneceu 150 ônibus a hidrogênio. Os veículos tinham autonomia de até 650 quilômetros em condições padrão, 20 minutos por reabastecimento e </span><b>redução de 70kg de CO2 para cada 100km percorridos.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">A SPIC realizou ainda cooperação com mais de 100 grandes empresas em setores de energia limpa e tecnologias de energia eólica e hidrelétrica, nuclear, célula de combustível, ônibus de hidrogênio, gerenciamento de baterias e energia. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Transição Energética</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A SPIC está em plena </span><b>fase 2 da estratégia de Transição Energética</b><span style="font-weight: 400">. A empresa está desenvolvendo iniciativas de inovação em diferentes matrizes energéticas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400"> Células fotovoltaicas com eficiência líder</span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">1ª linha piloto de reciclagem de módulos fotovoltaicos na China </span></li>
<li style="font-weight: 400"><span style="font-weight: 400">Cadeia da indústria fotovoltaica verticalmente integrada.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400">Usina hidrelétrica mais sustentável</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">No Brasil, a SPIC Brasil está presente com ativos que somam quase 3 GW de potência instalada, em diferentes fontes energéticas espalhadas pelo país. A </span><a href="https://www.spicbrasil.com.br/uhe-sao-simao/"><span style="font-weight: 400">Usina Hidrelétrica São Simão</span></a><span style="font-weight: 400">, em Goiás, é o maior ativo da empresa no país, com potência instalada de 1.710 MW e geração anual de 10,5 GWH, demonstrando o grande potencial brasileiro para esse tipo de geração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A UHE São Simão terá mais de 1 bilhão de reais em investimentos nos próximos 10 anos, com foco na modernização e ampliação da capacidade instalada para torná-la mais competitiva, sustentável, eficiente e segura no cenário nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A transição energética orientada à inovação da SPIC inclui um modelo de investimento que sai dos ativos pesados para os leves; sai da energia tradicional para nova potência, para a ‘Power to X’ e integrações; e do portfólio de projetos em hidro, térmico, eólico, solar, nuclear, gás, biomassa para o transporte verde. Além da cooperação com grandes clientes, distribuição inteligente de rede, aquecimento limpo desenvolvimento integrado de energia e ecologia.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Ativos de energia solar, eólica e gás natural</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">A SPIC Brasil também atua em dois </span><a href="https://www.spicbrasil.com.br/geracao-de-energia/#vale-dos-ventos"><span style="font-weight: 400">Parques Eólicos no nordeste brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400"> – Millennium e Vale dos Ventos – que juntos geram mais de 150 GWH de energia anualmente, capacidade que pode abastecer cerca de 120 mil residências. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em agosto de 2020, a empresa ingressou no mercado de GNL (gás natural liquefeito) no Brasil, adquirindo  33% em participação nos projetos da Gás Natural Açu (RJ) – GNA I e GNA II – que devem adicionar até 3 GW na capacidade instalada da companhia no país nos próximos anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Em 2022, entramos no mercado de geração solar no país com dois </span><a href="https://www.spicbrasil.com.br/geracao-de-energia/#usina-solar-panati"><span style="font-weight: 400">projetos solares </span><i><span style="font-weight: 400">greenfiled</span></i><span style="font-weight: 400"> no Nordeste brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400">, o Panati (CE, município de Jaguaretama) e o Marangatu (PI, município de Brasileira). Os dois projetos terão capacidade instalada de 738 MW e vão abastecer mais de 900 mil residências com energia limpa e sustentável.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400">Brasil como protagonista da transição energética</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400">O Brasil é um dos mercados mais estratégicos para a SPIC Global, com grande potencial de desenvolvimento na transição energética. A empresa tem projetos em diferentes matrizes energéticas espalhados pelo país e investimentos bilionários. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A modernização e ampliação da capacidade instalada fazem parte do projeto ‘Missão Futuro’, que deve movimentar a indústria brasileira especializada em equipamentos, serviços e tecnologia de ponta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Continue a acompanhar os projetos de sustentabilidade da SPIC, acompanhe nosso LinkedIn: </span><a href="https://www.linkedin.com/company/spicbrasil/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400">https://www.linkedin.com/company/spicbrasil/</span></a><span style="font-weight: 400"> </span></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/spic-a-gigante-da-energia-limpa-a-frente-da-transicao-energetica-global/">SPIC: a gigante da energia limpa à frente da transição energética global</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Participação de hidrelétricas nos Leilões de Reserva de Capacidade  ampliam a competitividade do setor e reduzem encargos para o cliente</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/participacao-de-hidreletricas-nos-leiloes-de-reserva-de-capacidade-ampliam-a-competitividade-do-setor-e-reduzem-encargos-para-o-cliente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 17:40:15 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=4526</guid>

					<description><![CDATA[<p> *por Erika Breyer &#160; Além de terem um preço competitivo, a entrada das UHEs nos leilões serviria como incentivo para os geradores investirem em projetos de ampliação da capacidade instalada, melhorando a utilização da infraestrutura existente Desde o cancelamento do leilão de reserva de capacidade (LRC) previsto para ocorrer em novembro de 2022, o mercado [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/participacao-de-hidreletricas-nos-leiloes-de-reserva-de-capacidade-ampliam-a-competitividade-do-setor-e-reduzem-encargos-para-o-cliente/">Participação de hidrelétricas nos Leilões de Reserva de Capacidade  ampliam a competitividade do setor e reduzem encargos para o cliente</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong><em>*por Erika Breyer</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Além de terem um preço competitivo, a entrada das UHEs nos leilões serviria como incentivo para os geradores investirem em projetos de ampliação da capacidade instalada, melhorando a utilização da infraestrutura existente</em></p>
<p>Desde o cancelamento do leilão de reserva de capacidade (LRC) previsto para ocorrer em novembro de 2022, o mercado está na expectativa de alguma definição do Ministério de Minas e Energia (MME) sobre as novas diretrizes para esse tipo de leilão, principalmente no que se refere às fontes que poderão participar.</p>
<p>Uma das justificativas apresentadas pelo MME na época do cancelamento foi a continuação de estudos que estariam avaliando a viabilização da participação de empreendimentos, além das termelétricas, para termos um certame, de fato, pautado na neutralidade tecnológica.</p>
<p>Diversos agentes do setor responsáveis pela operação de usinas hidrelétricas (UHEs), dentre eles a SPIC Brasil, têm defendido a participação do produto hidrelétrico em leilões de reserva de capacidade.</p>
<p>Além do preço competitivo, a possibilidade serviria como incentivo para os geradores investirem em projetos de repotenciação e ampliação da capacidade instalada de UHEs existentes, especialmente aquelas que possuem infraestrutura disponível para adição de novas máquinas.</p>
<p>Uma sinalização célere sobre essa possibilidade seria interessante para que não se perca a oportunidade de realização desses investimentos. Isso porque, em decorrência da idade avançada de operação do parque gerador hidrelétrico brasileiro, alguns concessionários que têm a possibilidade de ampliar a capacidade instalada das UHEs sob sua responsabilidade já iniciaram ou devem, em breve, iniciar os projetos de modernização dessas usinas.</p>
<p>Este seria o momento ideal para que as decisões de investimento sejam tomadas em eventual ampliação de capacidade. No entanto, sem essa sinalização firme, tais investimentos poderão não ser realizados.</p>
<p>O estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), publicado no final de 2019, indica um potencial de acréscimo de até 10.740 MW com a repotenciação do parque de UHEs em operação no Sistema Interligado Nacional (SIN). O mesmo estudo identifica um potencial de acréscimo de 7.240 MW em usinas com poços existentes, situação na qual se enquadra a UHE São Simão (GO).</p>
<p>Além da competitividade da fonte hidrelétrica, a modernização e a repotenciação desses empreendimentos apresentam uma série de benefícios sociais, ambientais e para a operação do sistema elétrico, incluindo:</p>
<ul>
<li>Melhor utilização da infraestrutura existente disponível, ao invés de abertura de novas áreas para construção de projetos <em>greenfield</em>;</li>
<li>Melhor disponibilidade da infraestrutura hídrica para planejamento e uso pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS);</li>
<li>Melhor desempenho da planta, incluindo custos de manutenção mais baixos e tempos de inatividade mais curtos/menos frequentes;</li>
<li>Fornecimento de maior confiabilidade para a operação do sistema elétrico brasileiro, considerando sua expansão com o aumento da participação de fontes renováveis intermitentes na matriz elétrica brasileira;</li>
<li>Redução de impactos ambientais por meio do uso de novas tecnologias que podem melhorar a operação das usinas hidrelétricas;</li>
<li>Mais flexibilidade para o sistema;</li>
</ul>
<p>Um dos argumentos levantados pelo MME para retirar o produto hidrelétrico do primeiro leilão de reserva de capacidade realizado em 2021 foi a complexidade do tratamento que seria dado à garantia física (GF) e aos ajustes em contratos de concessão vigentes, principalmente para usinas no regime de cotas.</p>
<p>No entanto, não vemos limitação regulatória ou legal para a participação de hidrelétricas. No caso de usinas cotistas, uma das sugestões apresentadas ao MME seria a realização de cálculo proporcional da potência associada ao ganho de garantia física decorrente da repotenciação ou ampliação.</p>
<p>A parcela de potência atrelada ao percentual de 30% do ganho de GF estaria livre para ser negociada no leilão, pois originalmente os 30% de GF já se encontram ao livre dispor do gerador. Essa proposta pode ser amplamente discutida e aprimorada em consultas públicas sobre os próximos leilões.</p>
<p>O importante é não restringirmos na origem a participação de fontes nos LRC. Quanto mais ampla for a gama de empreendimentos no certame, maior a competitividade e, consequentemente, menor o valor dos encargos que chegam para o consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Erika Breyer é gerente de Regulação da SPIC Brasil. Ela é advogada com Master in Susteinable Developmet &#8211; Renewable Energy pela University College London,  tem passagens profissionais  pela EPE, Ibama e Chesf.  </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/participacao-de-hidreletricas-nos-leiloes-de-reserva-de-capacidade-ampliam-a-competitividade-do-setor-e-reduzem-encargos-para-o-cliente/">Participação de hidrelétricas nos Leilões de Reserva de Capacidade  ampliam a competitividade do setor e reduzem encargos para o cliente</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O desafio da energia limpa</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/o-desafio-da-energia-limpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jun 2022 17:38:51 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=4525</guid>

					<description><![CDATA[<p>*Por Roberto Monteiro O setor elétrico tem um papel fundamental na descarbonização da economia, tanto por demanda da sociedade quanto por questões do próprio modelo energético, que vem sendo aperfeiçoado na medida do avanço tecnológico. Para alcançar a economia de baixa emissão de carbono, a fim de barrar o aquecimento global, as empresas do setor [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/o-desafio-da-energia-limpa/">O desafio da energia limpa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>*Por Roberto Monteiro</p>
<p>O setor elétrico tem um papel fundamental na descarbonização da economia, tanto por demanda da sociedade quanto por questões do próprio modelo energético, que vem sendo aperfeiçoado na medida do avanço tecnológico.</p>
<p>Para alcançar a economia de baixa emissão de carbono, a fim de barrar o aquecimento global, as empresas do setor contribuem especialmente investindo em novas formas de geração e armazenamento de energia. Nos acostumando a ver &#8211; praticamente todos os dias -, anúncios de companhias investindo em novas fontes renováveis, como parques eólicos e plantas solares, além de se lançarem em projetos de médio prazo na direção de novas fronteiras produtivas, a exemplo das fazendas eólicas em alto-mar.</p>
<p>Pesquisas estão sendo feitas para trazer novos produtos, como o Hidrogênio Verde, combustível produzido através de fontes energéticas sustentáveis. Tecnologias novas como essa têm o poder de acelerar a integração das empresas geradoras de energia com aquelas de outros setores.</p>
<p>Toda e qualquer cadeia produtiva é responsável pela descarbonização da economia e, em última instância, pelo próprio planeta. Podemos falar aqui do setor de transportes, de iluminação, das indústrias e da agricultura. A troca da matriz energética desses setores é uma forma de eles alcançarem esse objetivo da economia de baixo impacto ambiental e, para o segmento de geração, o desafio é oferecer energia limpa e de baixo custo.</p>
<p>Toda essa mobilização também instiga o setor público a criar arcabouços regulatórios, tão necessários para o ordenamento em favor da sociedade. Um exemplo de como o mercado demanda ações governamentais foi a edição, em maio, do decreto presidencial que estabeleceu as bases para a criação do aguardado mercado regulado de carbono no Brasil.</p>
<p>Apesar da boa notícia, que cria no país as bases para o cumprimento dos compromissos em neutralidade de CO2, falta o Congresso Nacional regulamentar esse novo mercado de compra e venda de títulos de carbono: quem polui pode emitir créditos para financiar projetos que reduzam o CO2 no ar para descarbonizar a terra, depósito natural da molécula de carbono. O projeto de lei ainda tramita no parlamento e, quando aprovado, vai garantir a segurança jurídica dos contratos.</p>
<p>É claro que as iniciativas do setor de geração de energia não são feitas apenas por boa vontade. A sociedade, como eu disse logo no início, exige essa evolução. Tanto é verdade que são as empresas de capital aberto que apresentam os maiores esforços, os melhores resultados e publicam os mais completos relatórios sobre seus esforços relativos à sustentabilidade de seus negócios.</p>
<p>São essas empresas, com capital em Bolsa, que estão mais expostas à análise pública. O acionista e o consumidor exigem cada vez mais, mesmo que, muitas vezes, esse movimento não seja tão cadenciado. Nos últimos meses vimos abalos na imagem de ativos ligados a metas ambientais, sociais e de governança (ESG), por investimentos de fachada, que tem até um nome para isso, o greenwashing.</p>
<p>Os percalços fazem parte do aprendizado e por isso é importante tomar a frente, mesmo em períodos tempestuosos. A SPIC Brasil incorpora esses desafios na promoção das melhores práticas em sua cultura e se coloca como uma empresa que também quer ser exemplo e incentivadora de uma agenda de sustentabilidade e governança, aspectos essenciais para a transição de baixo carbono.</p>
<p>Esse objetivo da descarbonização da economia vem também da origem de nosso capital: a China já reduziu em 40% a emissão de partículas nocivas de 2013 a 2020, segundo o Instituto de Política Energética da Universidade de Chicago.</p>
<p>Para aqueles que querem conhecer um pouco mais desse trabalho, sugiro a leitura de nosso Relatório de Sustentabilidade, elaborado seguindo os princípios da companhia de respeito à diversidade e cuidado com a comunidade, construído de maneira genuína para traduzir a cultura da empresa e levar seus princípios de potencializar a energia do Brasil. É a quarta edição do documento e a primeira seguindo as normas internacionais GRI (sigla em inglês para Global Reporting Initiative), opção essencial. O material detalha avanços e caminhos para promover a transição energética e as prioridades da estratégia de sustentabilidade da SPIC Brasil.</p>
<p>Todos os avanços ao longo do último ano levaram à inclusão da SPIC Brasil pela S&amp;P em relatório de empresas de destaque em ESG. Ainda em 2021, foi iniciado o processo de levantamento de emissões de gases do efeito estufa (GEE) em todas as operações, visando à neutralização de gases. A partir dessa ação, será produzido um inventário, o primeiro passo para identificar e definir metas para compensar todas as emissões até 2030.</p>
<p>É essa soma de propósitos, talentos e capacidade de inovação que impulsiona e transforma nossa realidade para melhor e nos move rumo ao desafio de energia limpa e acessível para todos.</p>
<p>*Com mais de 20 anos de experiência em comunicação corporativa, planejamento estratégico e desenvolvimento de negócios, Roberto Monteiro acumula passagens em grandes empresas do setor de energia, papel e celulose e consultoria. Atualmente Roberto é mestrando em Administração de Empresas na EAESP-FGV e possui MBA pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e pós-graduação em Tópicos Avançados em Decisões Financeiras e Políticas Corporativas pela Universidade de La Verne (EUA). Atualmente é diretor de Comunicação e Relações Institucionais da SPIC Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/o-desafio-da-energia-limpa/">O desafio da energia limpa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O futuro da energia</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/o-futuro-da-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Apr 2022 17:37:44 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=4524</guid>

					<description><![CDATA[<p> Por *Adriana Waltrick   A inovação é o que move a transição energética que o Brasil tanto precisa ocorra em todo o setor. Sim, ainda temos muitos desafios, mas ao mesmo tempo oportunidades que nos colocam frente ao debate nos mais diversos fóruns, como discutido durante a Agenda Setorial 2022. Promover mudanças estruturais nas matrizes energéticas [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/o-futuro-da-energia/">O futuro da energia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em> </em><em>Por *Adriana Waltrick</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>A inovação é o que move a transição energética que o Brasil tanto precisa ocorra em todo o setor. Sim, ainda temos muitos desafios, mas ao mesmo tempo oportunidades que nos colocam frente ao debate nos mais diversos fóruns, como discutido durante a Agenda Setorial 2022.</p>
<p>Promover mudanças estruturais nas matrizes energéticas globais é um dos pilares do planejamento de ações da SPIC Brasil. O nosso compromisso é o de desenvolver novas tecnologias enquanto contribuímos para a ampliação do arcabouço regulatório sobre o assunto, tanto no Brasil como no mundo, apoiando mudanças de comportamento do setor e do mercado de energia. E, nesse sentido, buscamos atuar fortemente em projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) com foco em eficiência energética, sustentabilidade, comercialização e regulação de energia.</p>
<p>Em 2021, investimos R$ 4,73 milhões em P&amp;D e reestruturamos nosso departamento responsável por conduzir projetos no setor, unindo as áreas de inovação e estratégia sob o mesmo guarda-chuva corporativo. Importantes inciativas voltadas para o futuro da energia estão em nossos pilares estratégicos, um deles para o desenvolvimento de uma planta de fabricação de hidrogênio verde a partir da energia solar fotovoltaica, a ser instalada nas dependências da Usina Hidrelétrica São Simão, em Goiás. Essa iniciativa está sendo desenvolvida em parceria com o Centro de Pesquisa de Energia Elétrica (CEPEL), da Eletrobras, e o State Power Institute (ISEST), da SPIC Global, firmada via Memorando de Entendimentos em 2020, com objetivo de fomentar o estudo e a pesquisa em energia inteligente (smart energy) entre o Brasil e a China.</p>
<p>Como nossa energia vem da soma de múltiplos fatores e parceiros, buscamos constantemente promover o intercâmbio entre engenheiros brasileiros e chineses, para “tropicalizar” soluções, trazendo esses avanços para a realidade do nosso país e, com isso, conduzir projetos-piloto que serão pontos de partida para o lançamento de soluções comerciais. E, nesse sentido, atuamos no desenvolvimento de projetos de energia integrada (<em>smart energy</em>) em condomínios, prédios comerciais ou escritórios. A perspectiva é que o CEPEL desenvolva o projeto buscando incorporar os avanços tecnológicos do ISEST, para que as pesquisas partam de um conhecimento prévio. Isso significa que estamos trabalhando com o CEPEL o desenvolvimento de projeto conceitual de engenharia de uma planta integrada e multipropósito de hidrogênio verde (H2V) e amônia verde. Dentre outros objetivos, o projeto visa avaliar a economicidade de soluções de engenharia para aplicações reais em diferentes condições e escalas, tendo em vista o fato de o hidrogênio verde ser considerado importante vetor energético para a descarbonização e integração de diversos setores, principalmente o da indústria e o da mobilidade.</p>
<p>A SPIC, que pretende ser um catalisador da transição energética e promover a adoção do hidrogênio verde, tem algumas possibilidades pela frente: apostar em células de combustão, utilizada em transporte público para mobilidade urbana, descarbonificando o setor de transportes; e com o hidrogênio a partir da eletrólise da água atuar na produção de amônia verde, que é matéria-prima para fabricação de fertilizantes.</p>
<p>Como sabemos, o Brasil tem vantagens comparativas muito interessantes, a começar pela abundância de recursos naturais renováveis e pela competitividade da eletricidade renovável. As oportunidades, no curto prazo, são voltadas para exportação do hidrogênio verde a países como a Alemanha, que já sinaliza interesse em promover leilões internacionais. No médio prazo, vamos avaliar a utilização do hidrogênio verde em setores estratégicos da economia brasileira, como produção de aço verde, ou na utilização da amônia verde como matéria-prima para fabricação de fertilizantes. Essa seria uma grande oportunidade para o Brasil, pois poderá reduzir os custos de importação desses insumos.</p>
<p>O Brasil tem uma das energias renováveis mais competitivas do mundo. Atualmente o hidrogênio é obtido (99%) por meio de processos que utilizam combustíveis fósseis. Por outro lado, importamos fertilizantes que podem ser produzidos localmente, a partir da amônia verde, junto com setores importantes como a agroindústria. Podemos otimizar nossa competitividade lá fora com aquilo que o mundo busca, que é seguir as metas de descarbonificação do planeta até 2050. Estamos muito bem-posicionados para avançar.</p>
<p>Há demanda também para soluções para o mercado brasileiro, mas é necessário desenvolver e aplicar essas soluções no médio prazo, para torná-las escaláveis. Também precisamos participar da construção da regulação do hidrogênio no Brasil. Participamos de grupo de estudo dentro do Ministério de Minas e Energia, com nossas contribuições, para desenvolver uma regulação bastante clara para o hidrogênio: como transportar, como armazenar, como a produção será taxada etc.</p>
<p>O Brasil pode e precisa planejar esse espaço para o futuro. Temos discutido o tema intensamente, aguardando definições que deverão sair daqui a um ou dois anos. Por isso somos bastante otimistas e interessados em debater e construir esse futuro promissor para a energia do Brasil.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>*Adriana Waltrick é CEO da SPIC Brasil, mestre em Administração de Empresas, Adriana possui MBA pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology &#8211; EUA), especialização em Finanças, Logística e Mestrado em Administração de Empresas pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/o-futuro-da-energia/">O futuro da energia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Marília Mendonça, o “blábláblá” e a COP26</title>
		<link>https://www.spicbrasil.com.br/destaque/marilia-mendonca-o-blablabla-e-a-cop26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Spic Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2021 17:33:54 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spicbrasil.com.br/?post_type=destaque&#038;p=4523</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Roberto Monteiro* Após um dia bastante intenso, com quase duas horas de deslocamento entre Glasgow e o hotel em Edimburgo, um jantar nada nutritivo, com nachos, refrigerante e afins, estava terminando uma reunião com o a equipe de comunicação sobre nossa participação na COP26 quando ouço: – Legal, mas como já comentamos aqui com [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/marilia-mendonca-o-blablabla-e-a-cop26/">Marília Mendonça, o “blábláblá” e a COP26</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Roberto Monteiro*</p>
<p>Após um dia bastante intenso, com quase duas horas de deslocamento entre Glasgow e o hotel em Edimburgo, um jantar nada nutritivo, com nachos, refrigerante e afins, estava terminando uma reunião com o a equipe de comunicação sobre nossa participação na COP26 quando ouço:</p>
<p>– Legal, mas como já comentamos aqui com o pessoal no Brasil, não vamos fazer qualquer publicação hoje.</p>
<p>– Por quê?</p>
<p>– Pelo que aconteceu com a Marília Mendonça.</p>
<p>– O que aconteceu?</p>
<p>– Você não sabe?</p>
<p>Entrei em choque. Uma sensação de que tudo parou no meio daqueles dias muito intensos. Todo aquele mar de informação, toda aquela discussão, acabaram ficando em suspenso. Terminei a reunião balbuciando algumas palavras e fui para o quarto. Minha cabeça voltou para um diálogo de alguns anos atrás.</p>
<p>– Achou uma cantora regional para a celebração?</p>
<p>– Sim, tem a Marília Mendonça, que é de Goiás.</p>
<p>– O pessoal gosta dela?</p>
<p>– Ela é o principal nome do sertanejo hoje.</p>
<p>– Nossa, que legal! Não conheço, mas vamos seguir. Qual o valor?</p>
<p>[ Responde informando o valor do cachê ]</p>
<p>– O quê!? Tá maluco!? Como assim!?</p>
<p>– Pois é, eu disse que ela é famosa.</p>
<p>– Ok, vamos procurar alternativas.</p>
<p>Desde os LPs que tinham o título Sertanejo 86, Sertanejo 88, passando por fitas cassete do Leandro e Leonardo, e o inesquecível primeiro LP do Zezé di Carmargo e Luciano, sou fã desse gênero musical. Uma admiração bastante pessoal, pois nunca convivi em círculos onde o sertanejo era bem visto (pelo menos publicamente).</p>
<p>Vieram os rodeios, o sertanejo universitário e, finalmente, a <em>sofrência</em>. Mas quando o sertanejo passou a ser moda, eu não era mais universitário, fugia de shows com multidões, e não me identificava com a sofrência. Parei no Bruno e Marrone e ouvi alguma coisa do Jorge e Matheus. Ou seja, quando tive contato com a Marília, minhas referências nesse gênero musical já eram jurássicas.</p>
<p>Mas ela me despertou algo que me remeteu à minha infância. Quando ouvia <em>Fio de cabelo</em>, <em>Evidências</em> ou <em>É o amor</em>, não me identificava diretamente com as situações retratadas pelas canções, mas a emoção da letra, o contato com meus sentimentos, a humanidade daquela situação gerava em mim uma conexão suficiente para ouvir por horas aquelas músicas.</p>
<p>A Marília foi o mesmo caso. Por mais que as situações das letras estejam longe da minha realidade, a maneira humana, a emoção, a verdade daquelas músicas, tonaram a Marília uma parceria inseparável em boa parte do trajeto Campinas/São Paulo, que faço diariamente. Junto com a CBN, Marília era minha amiga do dia-a-dia. Na verdade, ultimamente, “as patroas” me acompanhavam.</p>
<p>Quando vieram as <em>lives da empresa</em> na pandemia, eu sempre me apresentava fazendo referência que não era a <em>live</em> da Marília Mendonça, mas prometia que seria muito divertido, um sucesso de audiência. Ajudava naqueles tempos complicados, em que a comunicação interna precisou se reinventar e manter o astral de todos que estavam em isolados em casa.</p>
<p>Essas foram as principais razões do meu choque ao receber aquela notícia. Lembrei-me da Greta Thunberg, que chamou tudo aquilo que acontecia na COP de “blábláblá”. Eu discordo parcialmente da Greta, mas dizia para as pessoas que preferia estar no protesto do que dentro da conferência. Por quê? Porque aquilo parecia de verdade, enxergava seres humanos ali.</p>
<p>Participar presencialmente da COP26 me fez enxergar a humanidade e a verdade das pessoas, como nas letras da Marília.</p>
<p>Ainda que reconheça grandes avanços nas metas que estão sendo assumidas pelos governos, com senso de emergência na busca de soluções de um problema compartilhado por todos, em grande parte das pessoas e das lideranças presentes na COP26 senti algo artificial e robótico. Mais do que a falta de um plano, a sensação de “blábláblá” tem a origem na falta de emoção na forma como as pessoas se relacionam e se comunicam.</p>
<p>Nesse sentido, o pessoal do protesto consegue atrair e motivar muito mais. Quem dera as pessoas com boas propostas pudessem transmitir a mesma emoção e causar o mesmo engajamento. Marília, com seus milhões de seguidores nas mídias sociais, era mestra em nos fazer sentir mais humanos. Uma menina que se transformou numa mulher, e deu voz para tantas outras nas suas letras. Em época de discussão de igualdade de gênero, ela foi genial, da mesma forma como Greta também é.</p>
<p>Tudo isso me fez refletir sobre uma fala do Dalai Lama. Disse ele que toda vez que se reúnem grandes líderes mundiais, ele deseja que algo dê errado no encontro. Um café que caia numa camisa, um microfone que falhe, enfim, algo simples e inesperado que quebre o protocolo. Assim, segundo ele, o ser humano aparece por trás da figura de autoridade, e consegue se conectar e ter uma conversa efetiva.</p>
<p>A COP26 até agora não conseguiu se mostrar além dos protocolos. É preciso humanizar a relação e a comunicação das autoridades ali presentes, e assim fazer desaparecer a sensação de “blábláblá”.</p>
<p>Como já disse Fernando Pessoa, estamos fartos de semideuses e de perguntar onde é que há gente no mundo. É essa gente que pode nos tirar da rota climática em que estamos. Nesse sentido, faltou a Marília na COP26. E agora, para além da COP26, ela fará falta na minha vida e na vida de milhões de brasileiros. Nas palavras dela, ninguém vai sofrer sozinho, todo mundo vai sofrer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Roberto Monteiro</em></strong><em> é diretor de Comunicação da SPIC Brasil. Acumula quase 20 anos de experiência em comunicação corporativa, planejamento estratégico e desenvolvimento de negócios, com passagens em grandes empresas do setor de energia, papel e celulose e de consultoria. É mestrando em Administração de Empresas na EAESP-FGV, possui MBA pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e pós-graduação em Tópicos Avançados em Decisões Financeiras e Políticas Corporativas pela Universidade de La Verne (EUA).</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br/destaque/marilia-mendonca-o-blablabla-e-a-cop26/">Marília Mendonça, o “blábláblá” e a COP26</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://www.spicbrasil.com.br">SPIC Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
