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SPIC Brasil amplia inventário de emissões e avança em governança de dados de sustentabilidade
Companhia passa a incluir Escopo 3 e recebe, pela quarta vez consecutiva, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol A SPIC Brasil avançou na gestão de dados de sustentabilidade ao ampliar seu inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) para incluir, pela primeira vez, o Escopo 3, que abrange emissões indiretas geradas ao longo da cadeia de valor, como as provenientes de fornecedores, transporte, uso de produtos e deslocamento de colaboradores. Essa expansão representa um marco na governança de dados da empresa, que recebeu pelo quarto ano consecutivo o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG), referência em qualidade e confiabilidade no reporte de emissões. O que é o Selo Ouro do Programa GHG Protocol? O Selo reconhece o progresso contínuo da companhia na melhoria dos processos de inventário de emissão de gases, alinhados às melhores práticas de governança que viabilizam a definição de metas para redução de emissões de GEE e, assim, limitar o aquecimento global a níveis seguros, idealmente abaixo de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, conforme estabelecido no Acordo de Paris. “O avanço para o Escopo 3 permite mapear com maior precisão nossa pegada de carbono, considerando toda a cadeia de valor. A conquista do Selo Ouro reflete o amadurecimento do nosso processo de relato e reforça nosso compromisso com a transparência dos dados, pontos fundamentais para apoiar a gestão estratégica de mitigação das emissões e a tomada de decisões”, afirma Roberto Monteiro, Diretor de Comunicação e Relações Institucionais da SPIC Brasil. Governança de dados e agenda ESG Além da inclusão do Escopo 3, o ciclo 2025 do GHG Protocol trouxe outras atualizações no reporte da SPIC Brasil, como a incorporação dos novos ativos solares da companhia e a revisão das fronteiras organizacionais, evidenciando a evolução contínua do processo. Em 2024, a empresa reportou cerca de 1.700 toneladas de CO₂ equivalente, abrangendo os escopos 1, 2 e 3 referentes aos seus ativos hídricos, eólicos e solares. “Com maior transparência de seu inventário, a SPIC visa fortalecer a base para futuras iniciativas de sustentabilidade e estabelecer metas claras de descarbonização e adesão ao movimento net-zero”, afirma. O Programa Brasileiro GHG Protocol concede o Selo Ouro às organizações que apresentam inventários completos, auditados por organismos independentes, garantindo a qualidade dos dados reportados. O reconhecimento reforça a importância da responsabilidade corporativa na agenda ESG. Atualmente, o programa reúne 624 membros, dos quais 52 são do setor de eletricidade e gás, reforçando o protagonismo do setor na construção de um modelo sustentável para o país. Sobre a SPIC Brasil A SPIC Brasil investe na geração de energia segura com foco em renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos que totalizam cerca de 4 GW no Brasil, opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás; os parques eólicos Millennium e Vale dos Ventos, na Paraíba; e detém participação de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE). Além disso, a companhia está construindo os complexos eólicos Paraíso Farol e Pedra de Amolar em Touros (RN), e é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Para mais informações, consulte no site o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil. A empresa faz parte do Grupo SPIC, presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo a maior geradora de energia solar e a segundo maior de energia eólica no mundo.
Pela 5ª vez, SPIC Brasil recebe certificação Melhores Empresas para Trabalhar do Great Place to Work®
Selo é reconhecimento de uma cultura corporativa forte, resiliente e voltada para o bem-estar dos colaboradores A SPIC Brasil conquistou, pelo quarto ano, o selo Great Place to Work (GPTW), um marco significativo para qualquer organização que demonstra o reconhecimento por manter um ambiente de trabalho excepcional, baseado em confiança e no orgulho em pertencer. A certificação é uma validação de que a empresa não só cumpre com suas responsabilidades, mas também se destaca ao proporcionar um ambiente que valoriza e motiva seus colaboradores. Este ano na avaliação de satisfação interna de seus colaboradores, a SPIC Brasil recebeu nota 79 e obteve uma porcentagem de participação na pesquisa de 88%, maior se comparado com o índice do ano de 2023, quando a empresa alcançou 81% de colaboração.  Ao receber o selo GPTW, a empresa reforça sua reputação no mercado, atraindo talentos que buscam uma cultura organizacional positiva e inclusiva.  “A conquista do selo Great Place to Work reflete nosso compromisso para a construção de uma empresa sólida, eficiente, mas que faz isso sem abrir mão do compromisso de fortalecer uma cultura que abrace o diálogo, a diversidade, a inclusão e o respeito à sociedade, comunidades e meio ambiente. Essa premiação nos enche de orgulho e nos motiva a seguir em frente.”, afirma Adriana Waltrick, CEO da SPIC. Diversidade, equidade e muito mais  Só no Brasil, a SPIC possui cerca de 260 colaboradores diretos, de diferentes origens, idades e etnias e é signatária de diversos compromissos do Pacto Global da ONU que visam promover um ambiente de trabalho mais diversos e justo, como o Movimento Elas Lideram, o Movimento Salário Digno e o Movimento Mente em Foco.  Para avançar em sua política de igualdade de gênero, a empresa está adotando estratégias para ampliar a quantidade de mulheres finalistas em processos seletivos aos cargos de liderança e áreas técnicas. Também passou a implementar pesquisas semanais para coletar continuamente a percepção dos colaboradores e entender seu nível de engajamento. Somadas aos resultados da pesquisa de clima, essas métricas contribuem para o desenvolvimento conjunto de ações assertivas e baseada em dados. Sobre o Great Place to Work O Great Place to Work® é uma consultoria global que apoia as empresas a atingirem melhores resultados por meio do desenvolvimento de uma cultura de confiança, alto desempenho, inovação e inclusão. A SPIC Brasil, por sua vez, vem investindo em melhores práticas de gestão de pessoas para construir um clima organizacional baseado na empatia, respeito e confiança.
GNA inaugura maior termelétrica do Brasil!
Com presença do presidente Lula, companhia consolida a posição de maior complexo de geração a gás natural da América Latina A GNA inaugura hoje, 28 de julho, a Usina Termelétrica (UTE) GNA II, a maior usina a gás natural do país. O marco representa a consolidação do parque termelétrico da companhia, que se torna a maior geradorade energia a gás natural da América Latina, com 3 GW de capacidade instalada. A solenidade oficial, que acontece no Porto do Açu, conta com a presença do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, LuizInácio Lula da Silva, do Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, do Diretor-Presidente da GNA, Emmanuel Delfosse, e outras autoridades. Com investimento de R$ 7 bilhões e 1,7 GW de capacidade instalada, a UTE GNA II representa cerca de 10% da geração a gás natural da matriz elétrica nacional e gera enregia segura e confiável para suprir 8 milhões de residências. Durante a fase de construção, foram gerados cerca de 10 mil empregos, com oferta de programas de qualificação para capacitar a população para as oportunidades. Selecionada como projeto estratégico do Novo PAC do Governo Federal, a UTE GNA II é a segunda usina termelétrica em operação no Porto do Açu, no Rio de Janeiro, e tem como acionistas a bp, a Siemens Energy e a SPIC Brasil. Juntamente com a UTE GNA I, em operação desde 2021, o complexo termelétrico soma 3 GW de capacidade instalada. As usinas são interligadas a um terminal de GNL (gás natural liquefeito), o maior de uso privado do Sudeste. A usina, que recebeu o aval da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para início da sua operação comercial em 31 de maio, assegura uma fonte de energia mais limpa, firme e confiável, independente de fatores climáticos, sendo um catalisador da transição energética no país. Eficiência energética e compromisso socioambiental Composta por quatro turbinas geradoras – sendo três a gás e uma a vapor –, a UTE GNA II atua em uma configuração de ciclo combinado, o que proporciona alta eficiência e redução de emissões. Isso porque 35% de sua capacidade instalada (aproximadamente 572 MW) são gerados sem consumo adicional de gás, dada sua eficiência superior a 60%. A planta foi projetada ainda para operar consumindo até 50% de hidrogênio em substituição ao gás natural. Além disso, quase 100% da água utilizada pela UTE é proveniente do mar, preservando os recursos hídricos. Buscando gerar valor compartilhado, a GNA implementou um Programa de Qualificação Profissional gratuito, com 450 vagas, das quais 41% foram ocupadas por mulheres, reforçando o compromisso com a equidade de gênero. Outro destaque é a cultura de segurança: a UTE GNA II atingiu mais de 20 milhões de homens-horas trabalhadas sem acidentes com afastamento durante a construção, estabelecendo um marco de referência para o setor. Sobre a GNA II A UTE GNA II Geração de Energia S.A. é uma usina termelétrica movida a gás natural, localizada no Porto do Açu (em São João da Barra/RJ) e controlada pelas empresas bp, Siemens Energy e SPIC Brasil. Maior usina a gás em operação no país, a UTE GNA II integra o maior parque de geração a gás natural da América Latina, composto também pela UTE GNA I, de 1,3 GW (em operação desde 2021). Juntas, as usinas somam 3 GW de capacidade instalada, energia suficiente para atender cerca de 14 milhões de residências. Além das térmicas, o parque de geração a gás natural compreende um Terminal de Regaseificação de GNL (Gás Natural Liquefeito), de 21 milhões de metros cúbicos/dia.
S&P reafirma rating ‘brAA+’ da SPIC Brasil e melhora perspectiva para estável
Redução da pressão de liquidez, forte geração de caixa e avanço na captação de recursos levam a agência a confirmar nota e elevar perspectiva, reforçando a confiança do mercado nos investimentos de R$ 1,5 bilhão previstos até 2027 A S&P Global Ratings reafirmou o rating nacional de longo prazo da SPIC Brasil Energia Participações S.A. em ‘brAA+’ e alterou sua perspectiva de negativa para estável. A decisão reflete o avanço na gestão da estrutura de capital, disciplina na alocação de recursos e redução das pressões de liquidez no curto prazo, além do desempenho consistente dos ativos da companhia, mesmo em um ciclo intenso de investimentos. Também foi reafirmado o rating ‘brAA+’ da Usina Hidrelétrica São Simão. Seu modelo de venda de energia por cotas, a preço fixo e reajustado pela inflação, assegura previsibilidade de receita e resiliência frente ao risco hidrológico, contribuindo para a solidez consolidada da holding. Segundo a S&P, a reafirmação do rating e a mudança de perspectiva se devem à robusta geração de caixa da SPIC Brasil – impulsionada principalmente pela UHE São Simão, seu principal ativo –, ao recente refinanciamento de dívidas de curto prazo, bem como ao avanço na contratação de financiamentos de longo prazo para os projetos solares Panati e Marangatu. “A perspectiva estável do rating reflete nossa visão de que o grupo SPIC Brasil reduziu as pressões de liquidez para 2025 e 2026 após refinanciar as dívidas de curto prazo e está mais perto de conseguir o financiamento de longo prazo dos seus projetos solares, o que deve solucionar em definitivo a sua estrutura de capital”, destacou a S&P em comunicado ao mercado. A companhia refinanciou R$ 1,2 bilhão em dívidas de curto prazo, contratou R$ 350 milhões junto ao Banco do Nordeste (BNB) e realizou duas emissões de debêntures, reduzindo significativamente o risco de liquidez para os próximos dois anos. A agência também ressaltou o planejamento financeiro da empresa, que prevê R$ 1,5 bilhão em investimentos até 2027, financiados por uma combinação de novas dívidas e aportes de equity – estratégia que reforça a estrutura de capital e garante recursos para projetos em desenvolvimento. “Para o mercado financeiro, a confirmação da nota e a revisão da perspectiva representam um sinal claro de credibilidade e estabilidade, indicando que a companhia permanece bem-posicionada para acessar crédito competitivo e sustentar seu hub de projetos renováveis”, aponta Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. A elevação da perspectiva reforça o compromisso da SPIC Brasil com práticas sustentáveis, responsabilidade financeira e visão de longo prazo. Esses pilares sustentam a atuação da empresa no setor elétrico e fortalecem sua relação com investidores, credores e demais públicos estratégicos.   Emissão de R$ 810 milhões em debêntures Reforçando sua estratégia, a SPIC Brasil, em parceria com a Recurrent Energy, concluiu a emissão de R$ 810 milhões em debêntures para financiar os complexos solares Panati e Marangatu, já em operação. Com vencimento em junho de 2026 e remuneração atrelada à taxa DI acrescida de 1% ao ano, a operação foi estruturada em série única pelo Bradesco BBI, oferecendo flexibilidade aos emissores e segurança aos investidores. A transação foi concluída em menos de um mês, destacando-se por sua complexidade e precisão técnica, e contou com assessoria jurídica dos escritórios Pinheiro Guimarães Advogados e TozziniFreire Advogados.   Sobre a SPIC Brasil A SPIC Brasil investe na geração de energia segura com foco em renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos que totalizam cerca de 4 GW no Brasil, opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás; os parques eólicos Millennium e Vale dos Ventos, na Paraíba; e detém participação de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE). Além disso, a companhia está construindo os complexos eólicos Paraíso Farol e Pedra de Amolar em Touros (RN), e é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Para mais informações, consulte no site o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil. A empresa faz parte do Grupo SPIC, presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246 GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo a maior geradora de energia solar e a segundo maior de energia eólica no mundo.   Informações para a imprensa: SPIC Brasil - Weber Shandwick | spic@webershandwick.com  Marina Ferezim | C +55 11 98182 5988 | E mferezim@webershandwick.com Paula Resende | C +55 41 99867 8317 | E presende@webershandwick.com Joelma Amaral | C +55 11 98335 0082 | E jamaral@webershandwick.com
SPIC participa do ECOA PUC-Rio “China-Rio: Pontes para Inovação”, em painel para debater cooperação Brasil-China na transição energética
Em painel com especialistas, Adriana Waltrick aponta caminhos para uma transição energética acelerada e inclusiva em encontro realizado no ECOA PUC Rio. A SPIC Brasil esteve presente no Instituto ECOA PUC Rio, no campus da universidade, na cidade do Rio de Janeiro. Nossa CEO, Adriana Waltrick, foi uma das painelistas convidadas a discutir a parceria verde entre Brasil e China, com foco nos desafios e oportunidades para a transição energética. O painel integrou uma série de palestras e discussões no evento chamado “China-Rio: Pontes para Inovação”. O encontro reuniu diferentes personalidades, líderes e profissionais referência nos setores de energia, tecnologia e geopolítica. Saiba como foi a participação da SPIC Brasil no evento! Quando e onde aconteceu o evento China-Rio: Pontes para inovação 2025? O evento “China-Rio: Pontes para Inovação” aconteceu em 8 de julho (terça-feira), no ECOA PUC Rio, com o objetivo de consolidar a imagem do Rio de Janeiro como um polo de protagonismo em inovação, sustentabilidade e cultura. Foi organizado pela PUC-Rio e Prefeitura do Rio de Janeiro, em parceria com o Consulado Geral da China, o Instituto Confucius e o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC). A proposta foi aproximar o ecossistema de inovação carioca ao ambiente tecnológico chinês, conectando representantes dos setores público, privado e acadêmico em torno de soluções sustentáveis para o futuro. [caption id="attachment_9279" align="alignnone" width="1024"] Mariana França como painelista no ECOA PUC-Rio[/caption] Reitor da universidade, o Padre Anderson Pedroso foi o responsável por realizar a abertura do encontro. Houve também a participação especial de duas autoridades que abriram os painéis, tanto de manhã quanto à tarde. Luis Manuel Rebelo Fernandes (Secretário Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação); Maria Assunção (Gerente Executiva de Reservatórios da Petrobras). Ao todo, quatro painéis colocaram a relação Brasil-China no centro do debate da cooperação internacional. Diferentes profissionais puderam compartilhar suas visões sobre transição energética, cenário geopolítico, tecnologia e inovação. Confira abaixo cada um dos temas: Cenário Geopolítico e da Cooperação estratégica Brasil-China. Novas tecnologias indutoras de desenvolvimento no contexto Brasil-China. O papel de Brasil e China no futuro da indústria petrolífera. Brasil–China: desafios e oportunidades na transição energética. Para finalizar, houve uma apresentação cultural como forma de encerrar o evento. Foi uma oportunidade de celebrar e fortalecer os laços entre as culturas brasileira e chinesa. [caption id="attachment_9277" align="alignnone" width="1024"] Participantes do painel Brasil–China: desafios e oportunidades na transição energética[/caption] Painel “Brasil–China: desafios e oportunidades na transição energética” Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil, participou do painel “Parceria verde Brasil-China: desafios e oportunidades na transição energética” e compartilhou a visão da SPIC Brasil sobre o papel estratégico da cooperação bilateral no avanço das fontes renováveis.  Ela esteve ao lado de Wang Xiaogang (State Grid Brazil), Leandro Rua (Mingde Energy Storage) e Vinicius Machado (CENPES/Petrobras), com moderação de Cláudia Trevisan (CEBC). O que foi discutido no painel? Adriana destacou o potencial da combinação entre os recursos naturais e a vocação renovável do Brasil com a capacidade industrial, tecnológica e financeira da China. [caption id="attachment_9278" align="alignnone" width="1024"] Adriana foi um dos destaques do painel Brasil - China e oportunidades de negócios[/caption] Em sua fala, abordou: importância do planejamento de longo prazo, com investimentos estruturados e regulação adequada; o papel da SPIC Brasil como ponte tecnológica, conectando o conhecimento chinês às necessidades locais; iniciativas em desenvolvimento na empresa; digitalização da UHE São Simão; soluções híbridas com baterias e o projeto piloto de reciclagem de painéis solares, primeiro do mundo, como parte do compromisso com a economia circular. Adriana reforçou que, ao unir expertises e estruturar parcerias estratégicas, é possível acelerar a descarbonização com inclusão, competitividade e impacto positivo para o planeta. A CEO da SPIC Brasil enfatizou a possibilidade de sinergia entre os dois países. “É a oportunidade de um salto nas tecnologias de descarbonização, armazenamento de energia e sistemas híbridos. Combinar a nossa criatividade e os recursos naturais à disciplina, ao planejamento e desenvolvimento da China. É impossível não darmos um salto juntos”, afirmou. A participação da SPIC Brasil reforça seu compromisso com a inovação e sustentabilidade, além de posicionar a empresa como protagonista nas discussões sobre o futuro da energia no Brasil e no mundo.
SPIC Brasil no EVEx Energy Virtual Experience 2025: desafios e caminhos para a transição energética rumo à COP30
A CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, participou do EVEx Energy 2025, contribuindo para o debate sobre segurança energética, diversificação da matriz e transição climática. As atenções de todos no setor energético já estão voltadas às oportunidades da COP30. A Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas ocorre de 10 a 21 de novembro, em Belém, no Pará. Contribuindo para fortalecer o debate, a CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, esteve na edição de 2025 do EVEx Energy, um dos principais eventos do setor energético da Ibero-América.  Confira como foi a participação da SPIC Brasil no evento! O que é o EVEx Energy? O Energy Virtual Experience é um evento internacional que reúne especialistas e autoridades no setor de energia. O objetivo é colaborar para a troca de experiências entre os players a fim de acelerar a transição energética. Também conhecido pela sigla EVEx Energy, o encontro tem foco na cooperação entre países da Península Ibérica e da América Latina. Isso vale, principalmente, para Brasil, Espanha e Portugal, que são protagonistas nas discussões. O evento acontece desde 2020 e teve algumas das edições realizadas de modo totalmente virtual por conta da pandemia. Depois disso, duas cidades tiveram o privilégio de sediar presencialmente, casos de Lisboa, em Portugal, e Natal, no Brasil. Qual o tema do EVEx Energy 2025? A capital do Rio Grande do Norte, inclusive, foi novamente palco da edição em 2025. O EVEx Energy aconteceu nos dias 3 e 4 de julho, com a temática de “Transição Energética e Ação Climática: sinergias ibero-americanas rumo à COP30”. Mais de 70 autoridades e especialistas do setor de energia se reuniram para discutir inovações aliadas a soluções sustentáveis, no SERHS Natal Grand Hotel & Resort. A cidade foi escolhida por conta da localização estratégica do Nordeste. Isso porque a região é conhecida pela ampla disponibilidade de recursos naturais, um fator capaz de potencializar o uso de fontes de energias renováveis. Dessa forma, apresentando um vasto terreno para impulsionar a transição energética. Segurança Energética, Diversificação da Matriz, Transição Climática e a COP30 Adriana Waltrick participou do painel “Segurança Energética, Diversificação da Matriz e Transição Climática: o que esperar da COP30?”. A roda de conversa teve a moderação de Natália Bezutti, jornalista e sócia da MegaWhat e contou com outros nomes importantes do setor. Teresa Ponce de Leão (Presidente do LNEG, o Laboratório Nacional de Energia e Geologia de Portugal); Thiago Ivanoski (Diretor de Estudos Econômicos-Energéticos e Ambientais da EPE, a Empresa de Pesquisa Energética); Rudinei Miranda (Presidente da ANER, a Associação Nacional das Entidades Representativas de Energias Renováveis); Maria João Rolim (Sócio do Rolim Goulart Cardoso Advogados). Adriana destacou o compromisso da SPIC Brasil com um portfólio energético diversificado, composto por energia solar, eólica, hídrica e térmica.  Segundo a executiva, essa diversidade é essencial em um cenário cada vez mais desafiador, em que as fontes renováveis intermitentes precisam ser complementadas. “As hidrelétricas funcionam como baterias naturais, fundamentais para a estabilidade do sistema elétrico nacional”, destaca Adriana Waltrick.  A SPIC Brasil tem atuado de forma consistente nesse caminho. Desde sua chegada ao país, em 2017, a companhia já investiu mais de R$15 bilhões no setor elétrico nacional e ampliou sua capacidade instalada para quase 4 GW, um crescimento 70 vezes superior.   Projetos como os parques eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol, em construção no Rio Grande do Norte, simbolizam esse avanço. Com investimento de R$755 milhões e geração de cerca de 800 empregos, essas iniciativas reforçam o papel estratégico do Nordeste na transição energética brasileira.  Curtailment, juros altos e gargalos de transmissão: os entraves das renováveis Adriana também apontou no EVEx Energy, os principais obstáculos enfrentados hoje pelos projetos renováveis no Brasil: curtailment (corte da geração); alta de juros reais; gargalos de transmissão. Desde 2023, projetos solares e eólicos enfrentam perdas de até 40% da energia gerada. Além disso, a CEO defendeu a atualização do marco regulatório, pois a legislação atual (de 2004) já não reflete a complexidade da matriz elétrica brasileira. “O investidor precisa de regras claras, segurança jurídica e planejamento de longo prazo para continuar apostando no Brasil.”.  Inovação em energia eólica e modernização de hidrelétricas  Apesar dos desafios, a SPIC Brasil segue investindo em inovação. Entre os destaques, está a parceria com a Goldwind para implantação de turbinas eólicas de 6,2 MW no Rio Grande do Norte, uma das maiores potências unitárias do país. “Essa tecnologia representa uma revolução para o setor eólico brasileiro.”  Outro projeto relevante é a modernização da Usina Hidrelétrica São Simão, com investimento de R$1 bilhão. A usina passará por digitalização completa, aumentando sua eficiência e capacidade de resposta aos desafios do sistema. A participação da SPIC Brasil no EVEx Energy 2025 reforça o papel da empresa como agente estratégico na transição energética nacional. Ao mesmo tempo, contribui para fortalecer a governança e a estabilidade regulatória, pré-requisitos para atrair investimentos e garantir o futuro sustentável do setor.
2ª edição Boletim: Projetos Pedra de Amolar e Paraíso Farol em Julho
Confira a nossa segunda edição do Boletim dos projetos eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol, da SPIC Brasil, em Touros, Rio Grande do Norte! As obras dos parques eólicos da SPIC Brasil, em Touros, no litoral do Rio Grande do Norte, seguem em ritmo acelerado. Conforme avançam, novas oportunidades de trabalho surgem e são divulgadas nas redes sociais da prefeitura da cidade. Entre os meses de janeiro e maio, 761 pessoas foram contratadas. Ao todo, mais de 40 horas de plantão foram realizadas para recebimento de currículos em quatro locais: CRAS Touros, CRAS Cajueiro, Quilombo Baixa do Quinquim e Quilombo Geral. Próxima à comunidade, a SPIC Brasil também auxiliou no preenchimento de currículos. Isso demonstra o seu compromisso em gerar oportunidades para a população local, além de trazer inovação e energia limpa através de seus ativos. Novos parques eólicos no Rio Grande do Norte Durante o mês de junho, as obras dos parques eólicos deram mais um passo importante. Houve a conclusão da fase de concretagem da base de um dos 17 aerogeradores – 10 deles em Pedra Amolar e outros 7 em Paraíso Farol. Após o término desta etapa, a próxima será a montagem das torres metálicas, avançando na consolidação das estruturas do projeto. Tudo está ocorrendo conforme o previsto e dentro do cronograma estabelecido. Além disso, as obras são importantes para movimentar a economia local. Todas as compras são feitas com comerciantes da região. Entre dezembro/2024 e maio/2025, a cidade de Touros movimentou mais de R$1,5 milhão, o equivalente a 35% do estado. Esse é um compromisso assumido pela SPIC Brasil ao dar o pontapé inicial nos empreendimentos, em fevereiro, na Câmara Municipal de Touros. A ideia é incentivar o desenvolvimento do lugar através do diálogo com moradores, autoridades e líderes. Capacidade de geração de energia SPIC Brasil Assim que estiverem prontos, os 17 geradores dos parques eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol poderão abastecer 280 mil casas por ano. Isso corresponde a uma capacidade instalada de 105,4 MWp, potencializando o uso da energia limpa. O projeto também prevê a ocupação de uma área de 741,57 hectares. O valor é o equivalente a 1.038 campos de futebol. Esses números dão dimensão da grandiosidade do projeto e do compromisso da SPIC Brasil com o setor energético. Envolvimento com a comunidade de Touros-RN Além de impulsionar um futuro mais sustentável, a SPIC Brasil também garante ações que visam trazer maior segurança à comunidade. Em Touros, as obras dos parques eólicos envolvem melhorias na infraestrutura de pontos estratégicos da cidade. Isso passa por intervenções em trechos da estrada a fim de facilitar os acessos às Comunidades Vila Assis e Boa Cica. Há ainda outros movimentos sendo feitos, como reformar a ponte do Buraco do Padre e umidificar vias para reduzir a poeira no local. Durante o mês de maio, ações importantes foram realizadas pela SPIC Brasil com o intuito de reforçar o envolvimento com a comunidade. A primeira delas foi o “Maio Laranja, Faça Bonito”, em parceria com o CREAS Touros. A iniciativa tinha como objetivo combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Os trabalhadores das obras receberam informações e foram orientados sobre o problema, aprendendo a identificar e como denunciar. Na sequência, o “Maio Amarelo”, com abrangência nacional, destacou a importância da segurança no trânsito. Dessa forma, trabalhando para salvar vidas e promover a segurança nas estradas e também nas vias usadas durante a execução das obras. A SPIC Brasil possui o compromisso de apoiar o desenvolvimento do município. Por isso, desde o início das obras dos parques eólicos, já foram recolhidos R$1.196.734,54 em impostos. A maior parte do valor é direcionada à cidade de Touros. Clique aqui e baixe o boletim completo em PDF e fique por dentro das últimas atualizações!
6ª edição Boletim Complexo Solar Marangatu: 1 ano de inauguração do ativo
Confira a nossa sexta edição do Boletim do Complexo Solar Marangatu, que traz as novidades do ativo e celebra um ano de sua inauguração, em Brasileira (PI). É motivo de celebrar! O Complexo Solar Marangatu, da SPIC Brasil, comemora o primeiro aniversário. São mais de 365 dias impulsionando o uso de fontes limpas e renováveis e contribuindo para a transição energética no Brasil. Localizado em Brasileira, no Piauí, o ativo ocupa uma área de 1.061 hectares. Isso equivale ao tamanho de 1.486 campos de futebol, o que possibilita que abasteça 550 mil residências por ano, com uma capacidade instalada de 446 MWp.  Junto com o Complexo Solar Panati, no Ceará, forma o hub Nordeste da SPIC Brasil. Os dois levaram à ampliação de 33% na geração renovável de energia ao longo de 2024, correspondendo a 738 MWp de geração solar e investimentos de R$2 bilhões. Pedal Intergaláctico 2025 Como parte das comemorações, a SPIC Brasil organizou o Pedal Intergaláctico 2025. O objetivo foi valorizar a comunidade e a região. Ao todo, 55 km foram percorridos por moradores, ciclistas e parceiros para promover a cultura, o esporte e o turismo. O trajeto passou pela área do Complexo Solar Marangatu, onde foram plantadas mudas de ipês coloridos. A iniciativa destaca o compromisso em equilibrar de forma harmônica as ações com o meio ambiente e trabalhar para um futuro sustentável. A rota do pedal passou pelas comunidades de Bom Jardim, Pirraça e Saco dos Polidoros. O percurso ainda contou com o Parque Nacional das Sete Cidades, o Museu Polidoros de Brito e o Observatório Astronômico Antônio e Maria dos Santos. Portas Abertas: visita de estudantes de Piripiri Em mais uma edição do Programa Portas Abertas, da SPIC Brasil, 28 alunos visitaram o Complexo Solar Marangatu, promovendo a sua aproximação com a comunidade e ampliando o repertório e o conhecimento sobre tecnologia e inovação. Os estudantes, com idades entre 16 e 18 anos, participaram de uma experiência imersiva. Eles fazem parte dos cursos técnicos de Administração e Informática do Centro Estadual de Educação Profissional Governador Hugo Napoleão, em Piripiri. Iniciativas assim reforçam o compromisso da SPIC Brasil com o desenvolvimento das regiões onde estão seus ativos.  Clique aqui e baixe o boletim completo em PDF e fique por dentro das últimas atualizações! Em caso de dúvidas, entre em contato com a ouvidoria do Complexo Solar Marangatu por e-mail ouvidoria@complexosolarmarangatu.com.br ou telefone (85) 2180-7716.
6ª edição Boletim Complexo Solar Panati: primeiro aniversário de inauguração do ativo
Confira a nossa sexta edição do Boletim do Complexo Solar Panati, ativo da SPIC Brasil localizado na cidade de Jaguaretama, no Ceará, que celebra um ano de sua inauguração. O primeiro ano de inauguração do Complexo Solar Panati, da SPIC Brasil, merece uma grande comemoração. Localizado em Jaguaretama, no Ceará, o ativo tem papel essencial para impulsionar a geração de energia renovável na região. Com uma capacidade instalada de 292 MWp, a construção se estende por 741,57 hectares. Esse valor corresponde ao tamanho de 1.039 campos de futebol e ajuda na operação capaz de abastecer e levar energia a 350 mil residências por ano.  Junto do Complexo Solar Marangatu, é responsável por formar o hub da SPIC Brasil no Nordeste. Juntos, garantem 738 MWp em geração solar, além de impulsionar a geração de energia renovável por parte da empresa com ampliação em 33%. Oficina profissionalizante e educacional na Comunidade Cumbe A SPIC Brasil tem um compromisso em promover o desenvolvimento das regiões onde estão os seus ativos. Por isso, realizou uma ação de educação ambiental com moradores, trabalhadores e parceiros da comunidade Cumbe. Os participantes aprenderam como transformar óleo de cozinha usado em detergente. Isso mostra as possibilidades que a reciclagem oferece para geração de renda por meio da educação e da sustentabilidade. A ação foi feita em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, Pesca e Recursos Hídricos de Jaguaretama, município onde está localizado o Complexo Solar Panati. Parceria com Secretaria do Meio Ambiente de Jaguaretama Essa foi apenas uma das ações previstas para ocorrer ao longo do ano. A ideia da SPIC Brasil é fomentar, cada vez mais, uma parceria com a Secretaria de Meio Ambiente da cidade para promover educação ambiental aos moradores. Isso ajuda a contribuir para o desenvolvimento da região. Além disso, também mostra que é possível garantir transição energética por meio de um futuro mais sustentável para todas as gerações. Clique aqui e baixe o boletim completo em PDF e fique por dentro das últimas atualizações! Em caso de dúvidas, entre em contato com a ouvidoria do Complexo Solar Panati por e-mail ouvidoria@complexosolarpanati.com.br ou telefone (85) 2180-7716.
Global Energy Summit e SPIC: os destaques sobre o futuro da transição energética
CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick foi uma das palestrantes do Global Energy Summit e conversou com os participantes sobre as perspectivas da energia chinesa. A SPIC Brasil reforçou o seu papel de protagonismo em contribuir para o futuro da transição energética. Através de sua CEO Adriana Waltrick, marcamos presença no principal evento de inovação e empreendedorismo em Energia e Sustentabilidade. O Global Energy Summit foi uma oportunidade estratégica para potencializar e aprofundar o debate sobre visões de futuro para o setor de energia. Acima de tudo, um evento para compartilhar ideias e trocas de olho no amanhã mais sustentável.  Siga a leitura deste conteúdo e confira os principais destaques sobre o evento e a nossa participação! O que é Global Energy Summit? É um evento global sobre inovação e empreendedorismo no segmento energético. A edição de 2025 aconteceu entre os dias 24 e 26 de junho, no Rio de Janeiro, e reuniu personalidades, líderes e profissionais referência em todo o mundo. Com mais de 10 mil participantes, o encontro acontece anualmente. Ele é realizado em parceria com o MIT, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts, líder entre as universidades do Ranking QR, especializado em educação superior. Além disso, todas as iniciativas e os cases apresentados no Global Energy Summit são norteados pelos 4Ds. Trata-se de pilares essenciais para guiar e moldar os caminhos da transição energética a nível global. Confira abaixo cada um deles. Descarbonização (gerar energia e reduzir as emissões de CO2); Descentralização (maior distribuição do setor de energia); Digitalização (tecnologia no setor energético para ampliar a eficiência); Democratização (acesso igualitário de todos à energia limpa). A descarbonização ganha o maior destaque entre eles, porque há o objetivo de alcançar as metas de emissões líquidas zero até 2050. Isso passa por atividades com o uso de fontes renováveis, a eficiência energética e a captura de carbono. Qual o tema da edição de junho de 2025? A edição de 2025 apresentou uma ampla variedade de temas, mas sempre trazendo com destaque a transição energética como uma oportunidade global. Mais que isso, também houve debates sobre os caminhos da energia e da sustentabilidade. Existiu no encontro um entendimento sobre a importância de ações coletivas e coordenadas. Isso passa, principalmente, pela colaboração entre cinco agentes que estão inseridos no ecossistema energético a fim de impulsionar o setor. Empreendedores; Investidores; Universidades; Organizações; Governos. A cooperação mútua entre todos é capaz de trazer resultados positivos para a transição energética. Além disso, os três dias de Global Energy Summit representaram um meio de criar conexões e mostrar iniciativas de todo o mundo. Foram temas e cases realizados nas Américas do Sul, do Norte e Central, na Europa, África, Ásia e Oceania. [caption id="attachment_9256" align="alignnone" width="782"] Adriana Waltrick, CEO da SPIC,  no Global Energy Summit 2025[/caption] Os conteúdos foram expostos por pessoas que são referência no setor energético. Houve uma preocupação em demonstrar inovação e eficiência por meio de alianças estratégicas com foco em energizar um futuro sustentável para a sociedade. Entre os tópicos abordados, é possível citar: Potencialização da energia eólica; Centros de pesquisa energética; Soluções energéticas sustentáveis; Desafios para o desenvolvimento de energia nuclear; Como acelerar Energytechs e Climatetechs; A revolução energética em centros de dados; Uso de dados estratégicos para trazer eficiência; Participação de mulheres na indústria energética; Investimentos e oportunidades para o Rio de Janeiro; Tendências e consolidação da energia hidrelétrica; O papel da agricultura na transição energética; Soluções de descarbonização e o setor de gás no Brasil; Alianças estratégicas para novas energias no futuro, entre outros. China Energy Perspectives: quais as possibilidades de parceria entre Brasil e China? Uma das palestras contou com a participação de Adriana Waltrick. A CEO da SPIC Brasil abordou as perspectivas energéticas da China e destacou como a relação estratégica com o Brasil pode contribuir para impulsionar o setor. Em 2024, a parceria sino-brasileira celebrou 50 anos de relações comerciais bilaterais. Esse período transformou o país asiático em nosso principal parceiro comercial, com espaço para crescer ainda mais, principalmente na energia. O fórum também ressaltou como essa união pode impulsionar o desenvolvimento das nações por meio de fontes renováveis, reforçando não apenas o avanço energético, mas também os impactos positivos na economia dos dois países. Trabalhar para desenvolver os caminhos da transição energética global representa uma oportunidade de destaque a Brasil e China. Ambos possuem recursos que podem ser utilizados com o objetivo de impulsionar e potencializar o setor. Isso passa diretamente por garantir vantagem competitiva e caminhar para um futuro mais sustentável, capaz de unir agilidade, eficiência, inovação e segurança, além de contribuir para o crescimento e o progresso das duas nações. Ao lado de Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil, também estiveram outras personalidades, que contribuíram para o fórum de discussão com suas opiniões. Cláudia Trevisan (Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-China); Cesar Augusto Ribeiro (CEO da Colibri Capital); Jorge Arbache (Professor de economia da Universidade de Brasília e Professor associado da Fundação Dom Cabral); Marcelo Taulois (Deputy CEO e CDO da Energy China). Nossa participação no Global Energy Summit significa renovar o compromisso da SPIC Brasil com a transformação do setor energético. É conectar inovação, parcerias estratégias e o propósito de impulsionar um amanhã mais sustentável e eficiente.
SPIC Brasil apoia cicloturismo sustentável no entorno do Parque Nacional de Sete Cidades
Atividade reuniu ciclistas, comunidades locais e parceiros institucionais em um percurso de 55 km com ações de educação ambiental e valorização do território No último sábado, 7 de junho, apoiamos institucionalmente o Pedal Intergaláctico 2025, um evento de cicloturismo sustentável realizado na Trilha Caminhos da Ibiapaba, no Piauí. A ação promoveu a integração entre ciclistas, comunidades locais e parceiros institucionais em um percurso de 55 km com foco em educação ambiental e valorização do território. O trajeto teve início no Parque Nacional de Sete Cidades e passou pelas comunidades de Bom Jardim, Piçarra e Saco dos Polidoros. Durante o percurso, cruzamos também a área do Complexo Solar Marangatu, um dos maiores parques solares do Brasil, com capacidade para abastecer cerca de 550 mil residências por ano. A programação incluiu café da manhã coletivo, paradas para hidratação, visitas ao Museu Polidoros de Brito e ao Observatório Astronômico Antônio e Maria dos Santos. Realizamos ainda o plantio simbólico de mudas de ipês coloridos na área do complexo solar, reforçando nosso compromisso com práticas sustentáveis e ações de educação ambiental. O Pedal Intergaláctico é uma iniciativa da Trilha Caminhos da Ibiapaba e conta com o apoio do Ministério do Meio Ambiente, Funbio, GEF, IBAM e da RedeTrilhas – rede nacional que conecta trilhas de longo curso em áreas de valor natural e cultural em todo o Brasil. Ao apoiar o evento, reafirmamos nosso propósito de impulsionar o desenvolvimento sustentável, fortalecer as comunidades do entorno de nossos ativos e promover o turismo de base comunitária como vetor de transformação social e ambiental. Dica de serviço – conheça os locais visitados Para quem deseja explorar os atrativos do território visitado durante o Pedal Intergaláctico, seguem os links úteis: 🌄 Parque Nacional de Sete Cidades: https://www.icmbio.gov.br/parnasetecidades/ 🚴 Trilha Caminhos da Ibiapaba (RedeTrilhas): https://redetrilhas.icmbio.gov.br/trilhas/caminhos-da-ibiapaba/ 🛰️ RedeTrilhas – Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso: https://redetrilhas.icmbio.gov.br/ Para visitas ao Museu Polidoros de Brito e ao Observatório Astronômico Antônio e Maria dos Santos,entre em contato com associações comunitárias da região de Saco dos Polidoros, no município de Brasileira (PI), para agendamento e disponibilidade.
GNA II recebe aval da ANEEL para iniciar operação comercial
Maior usina em operação no país, a GNA II contribuirá para segurança energética do SIN A UTE GNA II Geração de Energia S.A. informa que recebeu hoje, 02 de junho de 2025, da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), autorização para o início da operação comercial de suas quatro unidades geradoras, que somam 1.673 MW de capacidade instalada. Segunda usina termelétrica em operação no Porto do Açu, Rio de Janeiro, a UTE GNA II totaliza investimentos de R$ 7 bilhões, sendo a maior usina a gás natural do país. Selecionada como projeto estratégico do Novo PAC do Governo Federal, a UTE GNA II tem capacidade para atender aproximadamente 8 milhões de residências e representa cerca de 10% da geração a gás natural da matriz elétrica nacional. Movida a gás natural, combustível reconhecido como catalisador da transição energética, a usina assegura uma fonte de energia mais limpa, firme e confiável, independente de fatores climáticos. Em conjunto com a UTE GNA I, em operação desde 2021, o início das atividades da UTE GNA II consolida a posição da GNA como maior complexo de geração a gás natural da América Latina, com 3 GW de capacidade instalada, interligadas a um terminal de GNL de uso privado. “Celebramos hoje o início da operação comercial de nossa segunda usina GNA II, que marca a transição da GNA para uma empresa 100% operacional alcançando a marca de 3 GW de capacidade instalada, reforçando a nossa contribuição e nosso compromisso com a resiliência do Sistema Interligado Nacional. Agradeço à equipe da GNA, aos nossos acionistas, financiadores, parceiros e aos stakeholders institucionais dos âmbitos federal, estadual e municipal, pelo apoio e confiança” comentou Emmanuel Delfosse, CEO da GNA. Eficiência energética e compromisso socioambiental A UTE GNA II é uma usina termelétrica composta por três turbinas a gás e uma turbina a vapor em uma configuração de ciclo combinado propiciando altíssima eficiência, além de uma subestação e uma linha de transmissão de 500 kV. A usina utiliza tecnologia de ponta, com eficiência superior a 60%, uma das maiores do Brasil, o que permite gerar aproximadamente 572 MW (35% de sua capacidade instalada) sem consumo adicional de gás, reduzindo as emissões. A planta também foi projetada para operar consumindo até 50% de hidrogênio em substituição ao gás natural. Outro diferencial importantíssimo é o uso de quase 100% da água proveniente do mar, através do tratamento em sua planta de dessalinização, preservando ao máximo os recursos hídricos. Durante a fase de construção, aproximadamente 10 mil empregos foram gerados. Para capacitar a comunidade local para as oportunidades, a GNA implementou um Programa de Qualificação Profissional gratuito, com 450 vagas, das quais 41% foram ocupadas por mulheres, reforçando o compromisso com a equidade de gênero. Outro destaque é a cultura de segurança: a UTE GNA II atingiu mais de 20 milhões de homens horas trabalhadas sem acidentes com afastamento durante a construção, estabelecendo um marco de referência para o setor. Expansão Olhando para o futuro, a empresa possui licença ambiental para 3,4 GW adicionais, o que permitirá expandir a capacidade instalada de seu parque térmico para até 6,4 GW. A companhia também trabalha para a integrar seu terminal de GNL à malha nacional de gasodutos, bem como para a construção do primeiro terminal de armazenagem de GNL terrestre do Brasil. A localização estratégica do Porto do Açu é um diferencial para a consolidação do hub de gás e energia liderado pela GNA, com potencial para atrair indústrias e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico do estado do Rio de Janeiro e do país. Composição acionária Um dos diferenciais competitivos da UTE GNA II é a sua sólida estrutura acionária, composta pela bp, Siemens Energy e SPIC Brasil, empresas líderes em suas áreas de atuação. A parceria traz conhecimento técnico, credibilidade, além de recursos para desenvolver e operar um empreendimento estruturante para o país, como a UTE GNA II. “A inauguração de GNA II reforça o papel das térmicas a gás na segurança energética do Brasil. Esse tipo de fonte é fundamental para garantir estabilidade no fornecimento e apoiar a expansão das renováveis, contribuindo para uma transição energética responsável. É com uma matriz diversificada e bem planejada que avançamos rumo a um futuro energético mais sustentável", complementa Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. Sobre a SPIC Brasil A SPIC Brasil é uma empresa que investe na geração de energia segura com foco em fontes renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos totalizando aproximadamente 4 GW (3.958,2 MW) no Brasil, opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Goiás, dois parques eólicos na Paraíba – Millennium e Vale dos Ventos – e é acionista no maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Também detém uma participação majoritária de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE), que possuem uma capacidade instalada combinada de 852 MWp. Para mais informações, consulte o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil disponível no site. A empresa faz parte do Grupo SPIC, que está presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246 GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo o maior gerador de energia solar e o segundo maior de energia eólica no mundo.
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