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Fitch atribui nota máxima de crédito ‘AAA(bra)’ à SPIC Brasil e à UHE São Simão pela primeira vez
Reconhecimento destaca a força financeira da companhia, a previsibilidade de receitas e a solidez da Usina Hidrelétrica (UHE) São Simão, principal ativo do grupo  A SPIC Brasil Energia Participações S.A. recebeu, pela primeira vez, a classificação de crédito nacional de longo prazo ‘AAA(bra)’ – a mais alta da escala brasileira – concedida pela agência Fitch Ratings. A avaliação, divulgada nesta quarta-feira (26), contempla também a UHE São Simão Energia S.A., principal ativo do grupo no país. A perspectiva do rating é estável, indicando a confiança da agência na manutenção do bom desempenho da companhia nos próximos anos.  Segundo a Fitch, a decisão se fundamenta em três pilares. O principal é a elevada previsibilidade de receitas, já que cerca de 60% da capacidade da empresa está contratada no mercado regulado, ambiente com menor risco e condições comerciais mais estáveis para as geradoras.  A análise também destaca a relevância da UHE São Simão, localizada entre Minas Gerais e Goiás, que responde por cerca de 85% do resultado operacional da companhia. Com 1,7 GW de capacidade instalada e concessão até 2048, a usina tem histórico positivo e apresenta forte estabilidade na geração de caixa devido a contratos que remuneram a disponibilidade independentemente das condições hidrológicas.  Por fim, a Fitch aponta o apoio estratégico da controladora State Power Investment Corporation (SPIC), um dos maiores grupos de energia do mundo, como um fator que fortalece o perfil de crédito da operação brasileira. Entre 2021 e 2025, o grupo realizou aportes de R$ 2,9 bilhões para a expansão e a solidez financeira da SPIC Brasil.  “O reconhecimento da Fitch reforça a posição da SPIC Brasil como uma das protagonistas da transição energética nacional. Alcançar o rating máximo é um marco que confirma nossa saúde financeira e o compromisso de oferecer energia segura, competitiva e cada vez mais sustentável ao país”, afirma Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil.  Mesmo considerando desafios do setor, como os cortes de geração eólica e solar (curtailment), a agência avalia que a SPIC Brasil e a UHE São Simão estão bem-posicionadas para manter a trajetória positiva.    Sobre a SPIC Brasil  A SPIC Brasil investe na geração de energia segura com foco em renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos que totalizam cerca de 4 GW no Brasil (considerando a capacidade instalada total de cada um), opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás; os parques eólicos Millennium e Vale dos Ventos, na Paraíba; e detém participação de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE). Além disso, a companhia está construindo os complexos eólicos Paraíso Farol e Pedra de Amolar em Touros (RN), e é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Para mais informações, consulte no site o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil.  A empresa faz parte do Grupo SPIC, presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246 GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo a maior geradora de energia solar e a segundo maior de energia eólica no mundo.    Informações para a imprensa:  SPIC Brasil - Weber Shandwick | spic@webershandwick.com   Marina Ferezim | C +55 11 98182 5988 | E mferezim@webershandwick.com  Paula Resende | C +55 41 99867 8317 | E presende@webershandwick.com  Joelma Amaral | C +55 11 98335 0082 | E jamaral@webershandwick.com   
SPIC Brasil celebra 4ª edição da Corrida de Rua em São Simão com recorde de inscrições
A 4ª edição da Corrida de Rua em São Simão (GO), realizada pela SPIC Brasil, já tem data marcada: 30 de novembro (domingo), às 7h, com largada na Praia do Lago Azul. O evento conta com percursos de 3km e 6km, nas categorias masculina e feminina. Com a energia lá em cima, o sucesso começou antes mesmo da largada, graças a um número recorde de inscritos. As vagas que dão direito a kit se esgotaram. Mas calma: o último lote, com 100 vagas, será aberto em 1 de novembro (sábado). A iniciativa é uma parceria da SPIC Brasil com o SESI, a Prefeitura de São Simão e a Companhia de Saneamento Ambiental, celebrando 50 anos de emancipação do município. Confira todas as informações logo abaixo. Como se inscrever para a Corrida de Rua em São Simão? Basta acessar o site Corre Agora, preencher os dados pessoais e garantir a sua vaga de maneira gratuita. Fique atento aos prazos abaixo. Inscrições de 01 a 07 de novembro Aberto à comunidade em geral; Direito a número de peito com chip; Limite de 100 vagas. Apenas pessoas com 18 anos ou mais até outubro de 2025 podem participar da Corrida de Rua em São Simão. As inscrições são individuais e intransferíveis. Como retirar os kits da Corrida de Rua em São Simão? As primeiras 250 pessoas que se inscreveram ganharam direito a um kit exclusivo com camiseta, sacola, número de peito e chip. Confira as informações sobre a retirada dos kits. Colaboradores da SPIC Brasil e familiares 24 de novembro (segunda-feira); 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h; Prédio Administrativo da SPIC Brasil – UHE São Simão, 4º andar. Participantes de Quirinópolis e região 27 de novembro (quinta-feira); 8h às 18h; Sede do SESI SENAI Quirinópolis (Rod. GO 164 Km 10) na Sala do SESI. Demais participantes 29 de novembro (sábado); 8h às 11h30 e das 12h30 às 18h; Praia do Lago Azul (Quiosque próximo à placa - Eu amo São Simão) – São Simão (GO). Em todos os casos, é indispensável a apresentação do protocolo de inscrição e documento pessoal de identificação (CNH ou RG). Se o participante não puder comparecer à retirada do kit, ela pode ser feita por terceiros mediante autorização por escrito junto de cópia do documento de identificação do inscrito e comprovante de inscrição. Premiações da Corrida de Rua em São Simão A SPIC Brasil irá distribuir medalhas para os 350 participantes da 4ª Corrida de Rua da UHE São Simão como forma de incentivar a prática de atividades físicas. Além disso, os mais bem colocados também receberão troféus. 1º, 2º e 3º colocados: Feminino e Masculino, colaboradores da SPIC Brasil, nas categorias de 3km e 6km. 1º, 2º e 3º colocados: Feminino e Masculino, comunidade em geral, nas categorias de 3km e 6km. 1º colocado: Feminino e Masculino, participantes acima de 50 anos, nas categorias 3km e 6km. Instruções gerais para a Corrida de Rua em São Simão Chegar ao local de largada, na Praia do Lago Azul com, no mínimo, 1h de antecedência; Usar o número de identificação peito, visível e sem rasuras; É proibido o auxílio ou acompanhamento de terceiros, como técnicos, assessoria e amigos, seja a pé, de bicicleta ou moto (exceto para deficientes visuais); É proibido o uso de recursos tecnológicos (exceto smartwatches); É proibido qualquer tipo de sinalização durante a corrida (os participantes devem conhecer o percurso previamente); O participante será desclassificado caso empurre, esbarre ou prejudique outro participante a fim de impedir ou dificultar a sua progressão na corrida; Para receber a medalha, é obrigatório estar com o número de peito fixado; A ausência na cerimônia de premiação implica em perda do troféu; Por motivos de segurança pública, vandalismo e/ou força maior ou caso fortuito, a comissão poderá determinar a suspensão da prova; Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail marinezjane.sesi@fieg.com.br.  A 4ª Corrida de Rua em São Simão ressalta o compromisso da SPIC Brasil com as comunidades onde estão seus ativos. Isso se destaca pelo fomento a um estilo de vida saudável por meio de práticas esportivas e um intercâmbio sociocultural.
SPIC Brasil e Balé Nacional da China: tudo o que você precisa saber sobre a turnê 2025
Espetáculo cultural do Balé Nacional da China conta com o apoio da SPIC Brasil e tem eventos marcados para Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro no mês de outubro. Com o apoio da SPIC Brasil, uma das mais prestigiadas companhias de dança retorna ao país para a sua turnê de 2025. O Balé Nacional da China apresenta seu espetáculo GuoNian, uma celebração ao ano novo chinês, durante o mês de outubro. A turnê conta com uma importante novidade que alia cultura e sustentabilidade. Ela é Carbono Neutro, ou seja, os gases emitidos durante todas as apresentações serão compensados com a compra de créditos de carbono em programas internacionais. Confira as principais informações abaixo! O que é o Balé da China? O Balé Nacional da China é uma das companhias de dança mais tradicionais e prestigiadas do planeta, fundada em 1959. Com mais de 60 anos de história, mescla estilos culturais do Ocidente aos valores e à estética oriental. Inicialmente especializado em danças ocidentais, o grupo aumentou o seu repertório com o passar do tempo. Agora, vem dando atenção a artistas contemporâneos, com destaque para aqueles que retratam o estilo de vida e a cultura chinesa.  Confira algumas curiosidades sobre o Balé Nacional da China nos tópicos abaixo: Sua sede é localizada no Teatro Tianqiao, em Pequim; Estruturado com base na escola russa de balé clássico; Repertório ultrapassa 190 títulos; Comandado por Feng Ying, renomada bailarina chinesa. Um dos principais objetivos da companhia é promover o diálogo entre agentes do Ocidente e do Oriente por meio de uma linguagem universal: a dança. Como será a turnê de shows pelo Brasil? A turnê do Balé Nacional da China acontece em três das principais cidades do país ao longo de outubro. Brasília recebe a estreia no dia 6, passando também pelo Rio de Janeiro e terminando em São Paulo. Confira a agenda completa, por local, abaixo Brasília A apresentação especial de estreia acontece na Sala Martins Pena, no Teatro Nacional Cláudio Santoro. 06/10 (segunda-feira), às 20h. O espetáculo na capital brasileira promete uma noite de gala com obras conhecidas em todo o mundo. De “Dom Quixote” a “O Lago dos Cisnes”, passando por números criados pelo próprio Balé Nacional da China para encantar os espectadores. Os ingressos têm preço único de R$290. O valor promocional é de R$50. Eles podem ser adquiridos pela Bilheteria Digital. Rio de Janeiro Todas as apresentações do espetáculo “GuoNian” estão marcadas para a Cidade das Artes, na Avenida das Américas, nº 5.300. 09/10 (quinta-feira), às 20h; 10/10 (sexta-feira), às 20h; 11/10 (sábado), às 20h; 12/10 (domingo), às 15h. É possível adquirir ingressos pelo Sympla, com preços que variam entre R$50 e R$400. São Paulo O Teatro Bradesco, localizado no 3º piso do Shopping Bourbon, na Rua Palestra Itália, nº 500, abre as portas para receber o Balé Nacional da China. 16/10 (quinta-feira), às 20h30; 17/10 (sexta-feira), às 20h30; 18/10 (sábado), às 16h e às 20h30; 19/10 (domingo), às 15h. Você pode adquirir os ingressos pela plataforma UHUU!. Os preços vão de R$50 a R$400. Qual espetáculo está em cartaz? O espetáculo em cartaz é o “GuoNian”, uma versão de “O Quebra-Nozes” adaptada pelo Balé Nacional da China, com coreografia e direção de Zhao Ming, e interpretada por mais de 60 bailarinos. É uma forma de celebrar a cultura asiática aliada à trilha de Tchaikovsky. Ambientada em uma tradicional feira de Pequim, a história gira em torno da jovem Yuanyuan. Dividida em dois atos, utiliza da beleza e originalidade de símbolos do Oriente para potencializar os quase 120 minutos de apresentação. No primeiro ato, Yuanyuan entra em um mundo mágico ao receber de presente um quebra-nozes, que luta contra o monstro Nian, símbolo de medo e superação. Já no segundo, visita o encantado Reino da Porcelana para os festejos de Ano Novo. A apresentação ganha um toque brasileiro com a participação de 13 bailarinas do país, de 5 a 8 anos. Elas interpretam as personagens “Jin Yuanbao” e “Fada das Flores”, conhecidas por trazer boa sorte e prosperidade por onde passam. Além disso, entre os ícones da China que aparecem com destaque, é possível citar: 12 animais do zodíaco; Lanternas vermelhas; Danças e coreografias; Uso de leques e pipas; Criaturas do folclore chinês e mais! Quem são os realizadores da turnê brasileira do Balé da China? A turnê brasileira do Balé Nacional da China tem o apoio do Ministério da Cultura via Lei Rouanet para Incentivo a Projetos Culturais, além de produção e realização da CTG Brasil, Dellarte e Gaia. Isso reforça a parceria entre Brasil e China, DOIS países com uma ampla relação, principalmente no setor energético. Acima de tudo, destaca o nosso compromisso de potencializar o acesso à arte por meio de apresentações e espetáculos.
SPIC Brasil conclui modernização da segunda Unidade Geradora da UHE São Simão
Com investimento de R$ 1,2 bilhão, modernização prepara a usina para operar por mais 30 anos A SPIC Brasil, operadora da Usina Hidrelétrica (UHE) São Simão desde 2018, concluiu a modernização da Unidade Geradora (UG) nº 5, segunda de um total de seis unidades geradoras que passarão por renovação. Realizado entre outubro de 2024 e agosto de 2025, o projeto mobilizou mais de 250 trabalhadores em seu pico de atividades e foi conduzido em parceria com o consórcio GE/PowerChina. A obra foi finalizada em, aproximadamente, 10,7 meses, tempo inferior à média de 14,4 meses que é referência no setor para projetos desse porte, e reflete os aprendizados obtidos durante a modernização da primeira UG, também concluída em pouco mais de 11 meses. Ambos os prazos ficaram abaixo do limite regulamentar de 12 meses estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Agora, a equipe se prepara para a paralisação da próxima unidade a ser modernizada dando sequência ao cronograma do projeto. “A modernização da Usina Hidrelétrica São Simão é fundamental para garantir uma operação eficiente e segura por décadas," afirma Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. "Este projeto fortalece nossa capacidade de fornecer energia limpa e confiável ao Brasil, assegurando estabilidade e sustentabilidade para o futuro.” O trabalho incluiu a atualização de equipamentos estratégicos, como o sistema de controle, antes analógico e agora totalmente digital, a substituição completa do estator e a instalação de um novo transformador elevador, produzido pela WEG. A conclusão dessa etapa reafirma os compromissos da SPIC Brasil com saúde, segurança e meio ambiente: não houve acidentes com afastamento nem ocorrências ambientais. Além disso, a redução contínua nos prazos de execução demonstra a capacidade da empresa de aprender com cada ciclo de execução, aprimorar seus processos e entregar resultados cada vez mais robustos. Com investimento superior a R$ 1,2 bilhão ao longo de dez anos, o projeto tem como objetivo aumentar a eficiência, a confiabilidade e a segurança da usina, garantindo sua operação por mais 30 anos. Até 2029, todas as unidades geradoras serão modernizadas. Com 1.710 MW de potência instalada, a UHE São Simão é uma das hidrelétricas mais seguras do país, com capacidade para abastecer cerca de 6 milhões de residências por ano. A modernização da usina está estruturada em sete pacotes: cinco já concluídos ou em andamento e dois com início previsto para 2026. Sobre a SPIC Brasil A SPIC Brasil investe na geração de energia segura com foco em renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos que totalizam cerca de 4 GW no Brasil, opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás; os parques eólicos Millennium e Vale dos Ventos, na Paraíba; e detém participação de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE). Além disso, a companhia está construindo os complexos eólicos Paraíso Farol e Pedra de Amolar em Touros (RN), e é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Para mais informações, consulte no site o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil. A empresa faz parte do Grupo SPIC, presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246 GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo a maior geradora de energia solar e a segundo maior de energia eólica no mundo.
Simulado de Segurança UHE São Simão 2025: perguntas e respostas para você se informar
A SPIC Brasil realiza todos os anos o Simulado de Emergência com a prioridade de cuidar do ambiente e das pessoas, principalmente às que estão próximas dos ativos. O Simulado de Emergência da UHE São Simão acontece com o intuito de promover a segurança na região. Ele faz parte de uma série de medidas que visam o bem-estar da população que vive em regiões próximas à barragem. A programação prevê a realização de três treinamentos entre os dias 23 e 28 de setembro. Há uma atividade interna, outra para os moradores de São Simão/GO e o último para as pessoas de Santa Vitória/MG. Confira todos os detalhes sobre o Simulado de Emergência da SPIC Brasil! Como é feito o monitoramento da segurança da barragem da UHE São Simão? O monitoramento da UHE São Simão une o que há de mais avançado em tecnologia e capacidade técnica. Primeiro, utiliza um software especializado na segurança de barragens para fornecer uma visão detalhada do comportamento estrutural. Isso possibilita um monitoramento contínuo, com 450 instrumentos ativos e 850 pontos de controle. Eles são responsáveis por monitorar estruturas de concreto, terra e enrocamento, potencializando uma geração de energia mais segura. Aliado à inovação, há uma equipe técnica capacitada que realiza inspeções visuais em conformidade às diretrizes da Resolução Aneel nº 1.064. A medida visa detectar possíveis anomalias e corrigi-las com a maior agilidade possível. Já houve algum incidente ou foi preciso realizar algum reparo na barragem da UHE? Nunca houve nenhum incidente ou reparo em 47 anos de operação da UHE São Simão. A barragem passou apenas por manutenções preventivas e corriqueiras. Por isso, a SPIC Brasil nunca precisou reportar nada desse tipo ao poder público. Atividades assim fazem parte da rotina. O objetivo é garantir o bom estado de conservação das estruturas e a segurança das pessoas, gerando energia com eficiência e preservando o bem-estar da população e do meio ambiente. Como funciona o sistema de alertas instalado pela SPIC Brasil? São 7 sirenes instaladas de maneira estratégica na Zona de Autossalvamento. Todas serão acionadas durante o Simulado de Emergência para que a população reconheça o aviso sonoro e saiba como agir em uma situação do tipo. Existem ainda soluções complementares que formam um sistema de alerta híbrido, capaz de trazer uma comunicação complementar e eficiente, como: envio de SMS; chamadas de voz; mensagens via aplicativo. Quais opções estão previstas para alertar a população em caso de rompimento da barragem? As sirenes são a principal forma para alertar a população em caso de rompimento da barragem, mas há também o aplicativo Alert Indivíduo. Disponível para celulares iOS e Android, ele fornece push notifications em caso de perigo. Pessoas previamente cadastradas no sistema também recebem mensagens de texto e chamadas de voz. A ideia é fornecer um sistema integrado que potencializa o alcance do alerta e reforça uma comunicação eficiente em situações de emergência. Quais ações de sensibilização serão implementadas antes do simulado para preparar a comunidade? Mesmo quando não há o Simulado de Emergência, a SPIC Brasil mantém uma comunicação contínua com as comunidades. Isso se dá por comunicados, eventos e ações educativas que ensinam sobre o que fazer em situações de emergência. Entre as atividades previstas também para 2025 estão: Treinamentos com alunos de escolas locais; Visitas a empresas da região; Distribuição de materiais informativos; Instalação de tendas tira-dúvidas; Anúncios em carro de som; Publicações em redes sociais; Fixação de faixas e cartazes em pontos estratégicos. Como a população pode obter informações e/ou tirar dúvidas sobre o simulado? A população pode obter informações e tirar dúvidas sobre o simulado por meio do Canal Portas Abertas. Confira abaixo como entrar em contato. Disponível de segunda a sexta; Horário das 8h às 17h; Telefone: 0800 200 0204; E-mail: portasabertas@spicbrasil.com.br.  Em eventos presenciais, há também tendas e ações educativas. Além disso, a Defesa Civil dos municípios está à disposição da população para orientações. É possível conferir uma página especial no site da SPIC Brasil em que há detalhes sobre o Plano de Segurança da Barragem.  Qual será a duração média de cada simulado? O Simulado de Emergência tem duração média de 30 minutos. Com qual frequência simulados como este devem ser realizados? Os simulados devem acontecer a cada 3 anos, conforme Resolução 1.064 da Aneel. Qual é a programação dos simulados/roteiro previsto? A programação prevê a realização de três simulados em setembro, nos dias 23, 26 e 28. Eles serão divididos entre os principais públicos da Zona de Autossalvamento. Veja abaixo os principais detalhes de cada um. Simulado interno da UHE São Simão 23 de setembro (terça-feira); Acionamento dos alertas às 10h30. Simulado Distrito Agroindustrial – São Simão/GO 26 de setembro (sexta-feira); Acionamento dos alertas às 11h. Simulado Distrito de Chaveslândia – Santa Vitória/MG 28 de setembro (domingo); Acionamento dos alertas às 9h30. Quais ferramentas e tecnologias serão utilizadas durante o simulado? O Simulado de Emergência usará ferramentas e tecnologias modernas para garantir agilidade, precisão e eficiência na comunicação à população. Sistema SYSDAM Uma plataforma especializada em gestão de emergências que envia alertas em larga escala. Isso proporciona apoio a profissionais, autoridades e comunidades em simulações e eventos reais, garantindo uma comunicação rápida e consistente. Alert Indivíduo Integrado ao sistema de alerta da SPIC Brasil, o aplicativo envia mensagens de texto, notificações push, chamadas de voz e rotas de fuga personalizadas a partir da geolocalização. Está disponível para celulares com sistemas Android e iOS. Quantas pessoas estarão diretamente envolvidas na execução do exercício? Mais de 30 pessoas estão envolvidas, entre agentes internos e externos, incluindo a Defesa Civil e os Bombeiros. Quantas pessoas devem passar por treinamento? A estimativa é de 1.200 pessoas na Zona de Autossalvamento. Este é o segundo simulado que a SPIC realizará: algum aprendizado do primeiro será aplicado nesta edição? As melhorias do Simulado de Emergência englobam diferentes frentes, mas sempre com o objetivo de aperfeiçoar fluxos de informação entre os envolvidos e ampliar a segurança e o bem-estar das populações que moram próximas à UHE São Simão. O último exercício, em 2022, possibilitou trazer melhorias para 2025. Entre elas: Aprimoramento em documentos e processos; Definição de datas mais adequadas; Ampliação dos canais de comunicação, principalmente pela internet. A realização do Simulado de Emergência da UHE São Simão reforça o compromisso da SPIC Brasil em uma geração energética com segurança. Acima de tudo, traz meios para uma relação de harmonia entre desenvolvimento, meio ambiente e pessoas.
SPIC Brasil amplia inventário de emissões e avança em governança de dados de sustentabilidade
Companhia passa a incluir Escopo 3 e recebe, pela quarta vez consecutiva, o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol A SPIC Brasil avançou na gestão de dados de sustentabilidade ao ampliar seu inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) para incluir, pela primeira vez, o Escopo 3, que abrange emissões indiretas geradas ao longo da cadeia de valor, como as provenientes de fornecedores, transporte, uso de produtos e deslocamento de colaboradores. Essa expansão representa um marco na governança de dados da empresa, que recebeu pelo quarto ano consecutivo o Selo Ouro do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG), referência em qualidade e confiabilidade no reporte de emissões. O que é o Selo Ouro do Programa GHG Protocol? O Selo reconhece o progresso contínuo da companhia na melhoria dos processos de inventário de emissão de gases, alinhados às melhores práticas de governança que viabilizam a definição de metas para redução de emissões de GEE e, assim, limitar o aquecimento global a níveis seguros, idealmente abaixo de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, conforme estabelecido no Acordo de Paris. “O avanço para o Escopo 3 permite mapear com maior precisão nossa pegada de carbono, considerando toda a cadeia de valor. A conquista do Selo Ouro reflete o amadurecimento do nosso processo de relato e reforça nosso compromisso com a transparência dos dados, pontos fundamentais para apoiar a gestão estratégica de mitigação das emissões e a tomada de decisões”, afirma Roberto Monteiro, Diretor de Comunicação e Relações Institucionais da SPIC Brasil. Governança de dados e agenda ESG Além da inclusão do Escopo 3, o ciclo 2025 do GHG Protocol trouxe outras atualizações no reporte da SPIC Brasil, como a incorporação dos novos ativos solares da companhia e a revisão das fronteiras organizacionais, evidenciando a evolução contínua do processo. Em 2024, a empresa reportou cerca de 1.700 toneladas de CO₂ equivalente, abrangendo os escopos 1, 2 e 3 referentes aos seus ativos hídricos, eólicos e solares. “Com maior transparência de seu inventário, a SPIC visa fortalecer a base para futuras iniciativas de sustentabilidade e estabelecer metas claras de descarbonização e adesão ao movimento net-zero”, afirma. O Programa Brasileiro GHG Protocol concede o Selo Ouro às organizações que apresentam inventários completos, auditados por organismos independentes, garantindo a qualidade dos dados reportados. O reconhecimento reforça a importância da responsabilidade corporativa na agenda ESG. Atualmente, o programa reúne 624 membros, dos quais 52 são do setor de eletricidade e gás, reforçando o protagonismo do setor na construção de um modelo sustentável para o país. Sobre a SPIC Brasil A SPIC Brasil investe na geração de energia segura com foco em renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos que totalizam cerca de 4 GW no Brasil, opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás; os parques eólicos Millennium e Vale dos Ventos, na Paraíba; e detém participação de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE). Além disso, a companhia está construindo os complexos eólicos Paraíso Farol e Pedra de Amolar em Touros (RN), e é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Para mais informações, consulte no site o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil. A empresa faz parte do Grupo SPIC, presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo a maior geradora de energia solar e a segundo maior de energia eólica no mundo.
Pela 5ª vez, SPIC Brasil recebe certificação Melhores Empresas para Trabalhar do Great Place to Work®
Selo é reconhecimento de uma cultura corporativa forte, resiliente e voltada para o bem-estar dos colaboradores A SPIC Brasil conquistou, pelo quarto ano, o selo Great Place to Work (GPTW), um marco significativo para qualquer organização que demonstra o reconhecimento por manter um ambiente de trabalho excepcional, baseado em confiança e no orgulho em pertencer. A certificação é uma validação de que a empresa não só cumpre com suas responsabilidades, mas também se destaca ao proporcionar um ambiente que valoriza e motiva seus colaboradores. Este ano na avaliação de satisfação interna de seus colaboradores, a SPIC Brasil recebeu nota 79 e obteve uma porcentagem de participação na pesquisa de 88%, maior se comparado com o índice do ano de 2023, quando a empresa alcançou 81% de colaboração.  Ao receber o selo GPTW, a empresa reforça sua reputação no mercado, atraindo talentos que buscam uma cultura organizacional positiva e inclusiva.  “A conquista do selo Great Place to Work reflete nosso compromisso para a construção de uma empresa sólida, eficiente, mas que faz isso sem abrir mão do compromisso de fortalecer uma cultura que abrace o diálogo, a diversidade, a inclusão e o respeito à sociedade, comunidades e meio ambiente. Essa premiação nos enche de orgulho e nos motiva a seguir em frente.”, afirma Adriana Waltrick, CEO da SPIC. Diversidade, equidade e muito mais  Só no Brasil, a SPIC possui cerca de 260 colaboradores diretos, de diferentes origens, idades e etnias e é signatária de diversos compromissos do Pacto Global da ONU que visam promover um ambiente de trabalho mais diversos e justo, como o Movimento Elas Lideram, o Movimento Salário Digno e o Movimento Mente em Foco.  Para avançar em sua política de igualdade de gênero, a empresa está adotando estratégias para ampliar a quantidade de mulheres finalistas em processos seletivos aos cargos de liderança e áreas técnicas. Também passou a implementar pesquisas semanais para coletar continuamente a percepção dos colaboradores e entender seu nível de engajamento. Somadas aos resultados da pesquisa de clima, essas métricas contribuem para o desenvolvimento conjunto de ações assertivas e baseada em dados. Sobre o Great Place to Work O Great Place to Work® é uma consultoria global que apoia as empresas a atingirem melhores resultados por meio do desenvolvimento de uma cultura de confiança, alto desempenho, inovação e inclusão. A SPIC Brasil, por sua vez, vem investindo em melhores práticas de gestão de pessoas para construir um clima organizacional baseado na empatia, respeito e confiança.
GNA inaugura maior termelétrica do Brasil!
Com presença do presidente Lula, companhia consolida a posição de maior complexo de geração a gás natural da América Latina A GNA inaugura hoje, 28 de julho, a Usina Termelétrica (UTE) GNA II, a maior usina a gás natural do país. O marco representa a consolidação do parque termelétrico da companhia, que se torna a maior geradorade energia a gás natural da América Latina, com 3 GW de capacidade instalada. A solenidade oficial, que acontece no Porto do Açu, conta com a presença do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, LuizInácio Lula da Silva, do Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, do Diretor-Presidente da GNA, Emmanuel Delfosse, e outras autoridades. Com investimento de R$ 7 bilhões e 1,7 GW de capacidade instalada, a UTE GNA II representa cerca de 10% da geração a gás natural da matriz elétrica nacional e gera enregia segura e confiável para suprir 8 milhões de residências. Durante a fase de construção, foram gerados cerca de 10 mil empregos, com oferta de programas de qualificação para capacitar a população para as oportunidades. Selecionada como projeto estratégico do Novo PAC do Governo Federal, a UTE GNA II é a segunda usina termelétrica em operação no Porto do Açu, no Rio de Janeiro, e tem como acionistas a bp, a Siemens Energy e a SPIC Brasil. Juntamente com a UTE GNA I, em operação desde 2021, o complexo termelétrico soma 3 GW de capacidade instalada. As usinas são interligadas a um terminal de GNL (gás natural liquefeito), o maior de uso privado do Sudeste. A usina, que recebeu o aval da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para início da sua operação comercial em 31 de maio, assegura uma fonte de energia mais limpa, firme e confiável, independente de fatores climáticos, sendo um catalisador da transição energética no país. Eficiência energética e compromisso socioambiental Composta por quatro turbinas geradoras – sendo três a gás e uma a vapor –, a UTE GNA II atua em uma configuração de ciclo combinado, o que proporciona alta eficiência e redução de emissões. Isso porque 35% de sua capacidade instalada (aproximadamente 572 MW) são gerados sem consumo adicional de gás, dada sua eficiência superior a 60%. A planta foi projetada ainda para operar consumindo até 50% de hidrogênio em substituição ao gás natural. Além disso, quase 100% da água utilizada pela UTE é proveniente do mar, preservando os recursos hídricos. Buscando gerar valor compartilhado, a GNA implementou um Programa de Qualificação Profissional gratuito, com 450 vagas, das quais 41% foram ocupadas por mulheres, reforçando o compromisso com a equidade de gênero. Outro destaque é a cultura de segurança: a UTE GNA II atingiu mais de 20 milhões de homens-horas trabalhadas sem acidentes com afastamento durante a construção, estabelecendo um marco de referência para o setor. Sobre a GNA II A UTE GNA II Geração de Energia S.A. é uma usina termelétrica movida a gás natural, localizada no Porto do Açu (em São João da Barra/RJ) e controlada pelas empresas bp, Siemens Energy e SPIC Brasil. Maior usina a gás em operação no país, a UTE GNA II integra o maior parque de geração a gás natural da América Latina, composto também pela UTE GNA I, de 1,3 GW (em operação desde 2021). Juntas, as usinas somam 3 GW de capacidade instalada, energia suficiente para atender cerca de 14 milhões de residências. Além das térmicas, o parque de geração a gás natural compreende um Terminal de Regaseificação de GNL (Gás Natural Liquefeito), de 21 milhões de metros cúbicos/dia.
S&P reafirma rating ‘brAA+’ da SPIC Brasil e melhora perspectiva para estável
Redução da pressão de liquidez, forte geração de caixa e avanço na captação de recursos levam a agência a confirmar nota e elevar perspectiva, reforçando a confiança do mercado nos investimentos de R$ 1,5 bilhão previstos até 2027 A S&P Global Ratings reafirmou o rating nacional de longo prazo da SPIC Brasil Energia Participações S.A. em ‘brAA+’ e alterou sua perspectiva de negativa para estável. A decisão reflete o avanço na gestão da estrutura de capital, disciplina na alocação de recursos e redução das pressões de liquidez no curto prazo, além do desempenho consistente dos ativos da companhia, mesmo em um ciclo intenso de investimentos. Também foi reafirmado o rating ‘brAA+’ da Usina Hidrelétrica São Simão. Seu modelo de venda de energia por cotas, a preço fixo e reajustado pela inflação, assegura previsibilidade de receita e resiliência frente ao risco hidrológico, contribuindo para a solidez consolidada da holding. Segundo a S&P, a reafirmação do rating e a mudança de perspectiva se devem à robusta geração de caixa da SPIC Brasil – impulsionada principalmente pela UHE São Simão, seu principal ativo –, ao recente refinanciamento de dívidas de curto prazo, bem como ao avanço na contratação de financiamentos de longo prazo para os projetos solares Panati e Marangatu. “A perspectiva estável do rating reflete nossa visão de que o grupo SPIC Brasil reduziu as pressões de liquidez para 2025 e 2026 após refinanciar as dívidas de curto prazo e está mais perto de conseguir o financiamento de longo prazo dos seus projetos solares, o que deve solucionar em definitivo a sua estrutura de capital”, destacou a S&P em comunicado ao mercado. A companhia refinanciou R$ 1,2 bilhão em dívidas de curto prazo, contratou R$ 350 milhões junto ao Banco do Nordeste (BNB) e realizou duas emissões de debêntures, reduzindo significativamente o risco de liquidez para os próximos dois anos. A agência também ressaltou o planejamento financeiro da empresa, que prevê R$ 1,5 bilhão em investimentos até 2027, financiados por uma combinação de novas dívidas e aportes de equity – estratégia que reforça a estrutura de capital e garante recursos para projetos em desenvolvimento. “Para o mercado financeiro, a confirmação da nota e a revisão da perspectiva representam um sinal claro de credibilidade e estabilidade, indicando que a companhia permanece bem-posicionada para acessar crédito competitivo e sustentar seu hub de projetos renováveis”, aponta Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. A elevação da perspectiva reforça o compromisso da SPIC Brasil com práticas sustentáveis, responsabilidade financeira e visão de longo prazo. Esses pilares sustentam a atuação da empresa no setor elétrico e fortalecem sua relação com investidores, credores e demais públicos estratégicos.   Emissão de R$ 810 milhões em debêntures Reforçando sua estratégia, a SPIC Brasil, em parceria com a Recurrent Energy, concluiu a emissão de R$ 810 milhões em debêntures para financiar os complexos solares Panati e Marangatu, já em operação. Com vencimento em junho de 2026 e remuneração atrelada à taxa DI acrescida de 1% ao ano, a operação foi estruturada em série única pelo Bradesco BBI, oferecendo flexibilidade aos emissores e segurança aos investidores. A transação foi concluída em menos de um mês, destacando-se por sua complexidade e precisão técnica, e contou com assessoria jurídica dos escritórios Pinheiro Guimarães Advogados e TozziniFreire Advogados.   Sobre a SPIC Brasil A SPIC Brasil investe na geração de energia segura com foco em renováveis e respeito pelas comunidades onde atua, contribuindo para a transição energética e potencializando a energia do país. Com ativos que totalizam cerca de 4 GW no Brasil, opera a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás; os parques eólicos Millennium e Vale dos Ventos, na Paraíba; e detém participação de 70% nos Complexos Solares Marangatu (PI), Panati (CE) e Luiz Gonzaga (PE). Além disso, a companhia está construindo os complexos eólicos Paraíso Farol e Pedra de Amolar em Touros (RN), e é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). Para mais informações, consulte no site o Relatório Anual de Sustentabilidade da SPIC Brasil. A empresa faz parte do Grupo SPIC, presente em 47 países, com mais de 130 mil funcionários, 246 GW de capacidade instalada e investimento constante em renováveis, sendo a maior geradora de energia solar e a segundo maior de energia eólica no mundo.   Informações para a imprensa: SPIC Brasil - Weber Shandwick | spic@webershandwick.com  Marina Ferezim | C +55 11 98182 5988 | E mferezim@webershandwick.com Paula Resende | C +55 41 99867 8317 | E presende@webershandwick.com Joelma Amaral | C +55 11 98335 0082 | E jamaral@webershandwick.com
SPIC participa do ECOA PUC-Rio “China-Rio: Pontes para Inovação”, em painel para debater cooperação Brasil-China na transição energética
Em painel com especialistas, Adriana Waltrick aponta caminhos para uma transição energética acelerada e inclusiva em encontro realizado no ECOA PUC Rio. A SPIC Brasil esteve presente no Instituto ECOA PUC Rio, no campus da universidade, na cidade do Rio de Janeiro. Nossa CEO, Adriana Waltrick, foi uma das painelistas convidadas a discutir a parceria verde entre Brasil e China, com foco nos desafios e oportunidades para a transição energética. O painel integrou uma série de palestras e discussões no evento chamado “China-Rio: Pontes para Inovação”. O encontro reuniu diferentes personalidades, líderes e profissionais referência nos setores de energia, tecnologia e geopolítica. Saiba como foi a participação da SPIC Brasil no evento! Quando e onde aconteceu o evento China-Rio: Pontes para inovação 2025? O evento “China-Rio: Pontes para Inovação” aconteceu em 8 de julho (terça-feira), no ECOA PUC Rio, com o objetivo de consolidar a imagem do Rio de Janeiro como um polo de protagonismo em inovação, sustentabilidade e cultura. Foi organizado pela PUC-Rio e Prefeitura do Rio de Janeiro, em parceria com o Consulado Geral da China, o Instituto Confucius e o Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC). A proposta foi aproximar o ecossistema de inovação carioca ao ambiente tecnológico chinês, conectando representantes dos setores público, privado e acadêmico em torno de soluções sustentáveis para o futuro. [caption id="attachment_9279" align="alignnone" width="1024"] Mariana França como painelista no ECOA PUC-Rio[/caption] Reitor da universidade, o Padre Anderson Pedroso foi o responsável por realizar a abertura do encontro. Houve também a participação especial de duas autoridades que abriram os painéis, tanto de manhã quanto à tarde. Luis Manuel Rebelo Fernandes (Secretário Executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação); Maria Assunção (Gerente Executiva de Reservatórios da Petrobras). Ao todo, quatro painéis colocaram a relação Brasil-China no centro do debate da cooperação internacional. Diferentes profissionais puderam compartilhar suas visões sobre transição energética, cenário geopolítico, tecnologia e inovação. Confira abaixo cada um dos temas: Cenário Geopolítico e da Cooperação estratégica Brasil-China. Novas tecnologias indutoras de desenvolvimento no contexto Brasil-China. O papel de Brasil e China no futuro da indústria petrolífera. Brasil–China: desafios e oportunidades na transição energética. Para finalizar, houve uma apresentação cultural como forma de encerrar o evento. Foi uma oportunidade de celebrar e fortalecer os laços entre as culturas brasileira e chinesa. [caption id="attachment_9277" align="alignnone" width="1024"] Participantes do painel Brasil–China: desafios e oportunidades na transição energética[/caption] Painel “Brasil–China: desafios e oportunidades na transição energética” Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil, participou do painel “Parceria verde Brasil-China: desafios e oportunidades na transição energética” e compartilhou a visão da SPIC Brasil sobre o papel estratégico da cooperação bilateral no avanço das fontes renováveis.  Ela esteve ao lado de Wang Xiaogang (State Grid Brazil), Leandro Rua (Mingde Energy Storage) e Vinicius Machado (CENPES/Petrobras), com moderação de Cláudia Trevisan (CEBC). O que foi discutido no painel? Adriana destacou o potencial da combinação entre os recursos naturais e a vocação renovável do Brasil com a capacidade industrial, tecnológica e financeira da China. [caption id="attachment_9278" align="alignnone" width="1024"] Adriana foi um dos destaques do painel Brasil - China e oportunidades de negócios[/caption] Em sua fala, abordou: importância do planejamento de longo prazo, com investimentos estruturados e regulação adequada; o papel da SPIC Brasil como ponte tecnológica, conectando o conhecimento chinês às necessidades locais; iniciativas em desenvolvimento na empresa; digitalização da UHE São Simão; soluções híbridas com baterias e o projeto piloto de reciclagem de painéis solares, primeiro do mundo, como parte do compromisso com a economia circular. Adriana reforçou que, ao unir expertises e estruturar parcerias estratégicas, é possível acelerar a descarbonização com inclusão, competitividade e impacto positivo para o planeta. A CEO da SPIC Brasil enfatizou a possibilidade de sinergia entre os dois países. “É a oportunidade de um salto nas tecnologias de descarbonização, armazenamento de energia e sistemas híbridos. Combinar a nossa criatividade e os recursos naturais à disciplina, ao planejamento e desenvolvimento da China. É impossível não darmos um salto juntos”, afirmou. A participação da SPIC Brasil reforça seu compromisso com a inovação e sustentabilidade, além de posicionar a empresa como protagonista nas discussões sobre o futuro da energia no Brasil e no mundo.
SPIC Brasil no EVEx Energy Virtual Experience 2025: desafios e caminhos para a transição energética rumo à COP30
A CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, participou do EVEx Energy 2025, contribuindo para o debate sobre segurança energética, diversificação da matriz e transição climática. As atenções de todos no setor energético já estão voltadas às oportunidades da COP30. A Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas ocorre de 10 a 21 de novembro, em Belém, no Pará. Contribuindo para fortalecer o debate, a CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, esteve na edição de 2025 do EVEx Energy, um dos principais eventos do setor energético da Ibero-América.  Confira como foi a participação da SPIC Brasil no evento! O que é o EVEx Energy? O Energy Virtual Experience é um evento internacional que reúne especialistas e autoridades no setor de energia. O objetivo é colaborar para a troca de experiências entre os players a fim de acelerar a transição energética. Também conhecido pela sigla EVEx Energy, o encontro tem foco na cooperação entre países da Península Ibérica e da América Latina. Isso vale, principalmente, para Brasil, Espanha e Portugal, que são protagonistas nas discussões. O evento acontece desde 2020 e teve algumas das edições realizadas de modo totalmente virtual por conta da pandemia. Depois disso, duas cidades tiveram o privilégio de sediar presencialmente, casos de Lisboa, em Portugal, e Natal, no Brasil. Qual o tema do EVEx Energy 2025? A capital do Rio Grande do Norte, inclusive, foi novamente palco da edição em 2025. O EVEx Energy aconteceu nos dias 3 e 4 de julho, com a temática de “Transição Energética e Ação Climática: sinergias ibero-americanas rumo à COP30”. Mais de 70 autoridades e especialistas do setor de energia se reuniram para discutir inovações aliadas a soluções sustentáveis, no SERHS Natal Grand Hotel & Resort. A cidade foi escolhida por conta da localização estratégica do Nordeste. Isso porque a região é conhecida pela ampla disponibilidade de recursos naturais, um fator capaz de potencializar o uso de fontes de energias renováveis. Dessa forma, apresentando um vasto terreno para impulsionar a transição energética. Segurança Energética, Diversificação da Matriz, Transição Climática e a COP30 Adriana Waltrick participou do painel “Segurança Energética, Diversificação da Matriz e Transição Climática: o que esperar da COP30?”. A roda de conversa teve a moderação de Natália Bezutti, jornalista e sócia da MegaWhat e contou com outros nomes importantes do setor. Teresa Ponce de Leão (Presidente do LNEG, o Laboratório Nacional de Energia e Geologia de Portugal); Thiago Ivanoski (Diretor de Estudos Econômicos-Energéticos e Ambientais da EPE, a Empresa de Pesquisa Energética); Rudinei Miranda (Presidente da ANER, a Associação Nacional das Entidades Representativas de Energias Renováveis); Maria João Rolim (Sócio do Rolim Goulart Cardoso Advogados). Adriana destacou o compromisso da SPIC Brasil com um portfólio energético diversificado, composto por energia solar, eólica, hídrica e térmica.  Segundo a executiva, essa diversidade é essencial em um cenário cada vez mais desafiador, em que as fontes renováveis intermitentes precisam ser complementadas. “As hidrelétricas funcionam como baterias naturais, fundamentais para a estabilidade do sistema elétrico nacional”, destaca Adriana Waltrick.  A SPIC Brasil tem atuado de forma consistente nesse caminho. Desde sua chegada ao país, em 2017, a companhia já investiu mais de R$15 bilhões no setor elétrico nacional e ampliou sua capacidade instalada para quase 4 GW, um crescimento 70 vezes superior.   Projetos como os parques eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol, em construção no Rio Grande do Norte, simbolizam esse avanço. Com investimento de R$755 milhões e geração de cerca de 800 empregos, essas iniciativas reforçam o papel estratégico do Nordeste na transição energética brasileira.  Curtailment, juros altos e gargalos de transmissão: os entraves das renováveis Adriana também apontou no EVEx Energy, os principais obstáculos enfrentados hoje pelos projetos renováveis no Brasil: curtailment (corte da geração); alta de juros reais; gargalos de transmissão. Desde 2023, projetos solares e eólicos enfrentam perdas de até 40% da energia gerada. Além disso, a CEO defendeu a atualização do marco regulatório, pois a legislação atual (de 2004) já não reflete a complexidade da matriz elétrica brasileira. “O investidor precisa de regras claras, segurança jurídica e planejamento de longo prazo para continuar apostando no Brasil.”.  Inovação em energia eólica e modernização de hidrelétricas  Apesar dos desafios, a SPIC Brasil segue investindo em inovação. Entre os destaques, está a parceria com a Goldwind para implantação de turbinas eólicas de 6,2 MW no Rio Grande do Norte, uma das maiores potências unitárias do país. “Essa tecnologia representa uma revolução para o setor eólico brasileiro.”  Outro projeto relevante é a modernização da Usina Hidrelétrica São Simão, com investimento de R$1 bilhão. A usina passará por digitalização completa, aumentando sua eficiência e capacidade de resposta aos desafios do sistema. A participação da SPIC Brasil no EVEx Energy 2025 reforça o papel da empresa como agente estratégico na transição energética nacional. Ao mesmo tempo, contribui para fortalecer a governança e a estabilidade regulatória, pré-requisitos para atrair investimentos e garantir o futuro sustentável do setor.
2ª edição Boletim: Projetos Pedra de Amolar e Paraíso Farol em Julho
Confira a nossa segunda edição do Boletim dos projetos eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol, da SPIC Brasil, em Touros, Rio Grande do Norte! As obras dos parques eólicos da SPIC Brasil, em Touros, no litoral do Rio Grande do Norte, seguem em ritmo acelerado. Conforme avançam, novas oportunidades de trabalho surgem e são divulgadas nas redes sociais da prefeitura da cidade. Entre os meses de janeiro e maio, 761 pessoas foram contratadas. Ao todo, mais de 40 horas de plantão foram realizadas para recebimento de currículos em quatro locais: CRAS Touros, CRAS Cajueiro, Quilombo Baixa do Quinquim e Quilombo Geral. Próxima à comunidade, a SPIC Brasil também auxiliou no preenchimento de currículos. Isso demonstra o seu compromisso em gerar oportunidades para a população local, além de trazer inovação e energia limpa através de seus ativos. Novos parques eólicos no Rio Grande do Norte Durante o mês de junho, as obras dos parques eólicos deram mais um passo importante. Houve a conclusão da fase de concretagem da base de um dos 17 aerogeradores – 10 deles em Pedra Amolar e outros 7 em Paraíso Farol. Após o término desta etapa, a próxima será a montagem das torres metálicas, avançando na consolidação das estruturas do projeto. Tudo está ocorrendo conforme o previsto e dentro do cronograma estabelecido. Além disso, as obras são importantes para movimentar a economia local. Todas as compras são feitas com comerciantes da região. Entre dezembro/2024 e maio/2025, a cidade de Touros movimentou mais de R$1,5 milhão, o equivalente a 35% do estado. Esse é um compromisso assumido pela SPIC Brasil ao dar o pontapé inicial nos empreendimentos, em fevereiro, na Câmara Municipal de Touros. A ideia é incentivar o desenvolvimento do lugar através do diálogo com moradores, autoridades e líderes. Capacidade de geração de energia SPIC Brasil Assim que estiverem prontos, os 17 geradores dos parques eólicos Pedra de Amolar e Paraíso Farol poderão abastecer 280 mil casas por ano. Isso corresponde a uma capacidade instalada de 105,4 MWp, potencializando o uso da energia limpa. O projeto também prevê a ocupação de uma área de 741,57 hectares. O valor é o equivalente a 1.038 campos de futebol. Esses números dão dimensão da grandiosidade do projeto e do compromisso da SPIC Brasil com o setor energético. Envolvimento com a comunidade de Touros-RN Além de impulsionar um futuro mais sustentável, a SPIC Brasil também garante ações que visam trazer maior segurança à comunidade. Em Touros, as obras dos parques eólicos envolvem melhorias na infraestrutura de pontos estratégicos da cidade. Isso passa por intervenções em trechos da estrada a fim de facilitar os acessos às Comunidades Vila Assis e Boa Cica. Há ainda outros movimentos sendo feitos, como reformar a ponte do Buraco do Padre e umidificar vias para reduzir a poeira no local. Durante o mês de maio, ações importantes foram realizadas pela SPIC Brasil com o intuito de reforçar o envolvimento com a comunidade. A primeira delas foi o “Maio Laranja, Faça Bonito”, em parceria com o CREAS Touros. A iniciativa tinha como objetivo combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Os trabalhadores das obras receberam informações e foram orientados sobre o problema, aprendendo a identificar e como denunciar. Na sequência, o “Maio Amarelo”, com abrangência nacional, destacou a importância da segurança no trânsito. Dessa forma, trabalhando para salvar vidas e promover a segurança nas estradas e também nas vias usadas durante a execução das obras. A SPIC Brasil possui o compromisso de apoiar o desenvolvimento do município. Por isso, desde o início das obras dos parques eólicos, já foram recolhidos R$1.196.734,54 em impostos. A maior parte do valor é direcionada à cidade de Touros. Clique aqui e baixe o boletim completo em PDF e fique por dentro das últimas atualizações!
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