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SPIC Brasil é uma das patrocinadoras da nova temporada da série “Na Trilha da Energia”
SPIC Brasil é uma das patrocinadoras da nova temporada da série “Na Trilha da Energia”. Série documentário será exibida a partir de 10 de julho no Canal Futura com episódios gravados em diversos países, incluindo a China Estreou, em julho, mais uma temporada da série “Na Trilha da Energia”, exibida pelo Canal Futura, com patrocínio da SPIC Brasil, via Lei de Incentivo à Cultura, e realização do Instituto Acende Brasil e Canal Azul.  Nesta terceira temporada, o ‘Trilha’ ganhou o mundo e viaja para países que são referência em geração de energia. Um dos episódios vai até a China mostrar os avanços tecnológicos no setor e como o país apresenta soluções eficientes e que contribuem para a transição energética global.  “Na Trilha da Energia” coloca em pauta temas de extrema importância, abordando desde como funciona o setor elétrico, como é feita a transmissão e distribuição de energia, apresentando fontes geradoras e os impactos socioambientais de todas essas atividades. Além de ter como pano de fundo o setor elétrico, a série faz pensar em toda cadeia evolutiva que estamos inseridos, e os desafios que temos pela frente. O programa é exibido às 21h30, no Canal Futura, com transmissão em horários alternativos: quinta-feira às 13h30, sexta-feira às 10h30, sábado às 13h30. Documentário Na Trilha da Energia A série "Na Trilha da Energia" é um documentário que apresenta os desafios e as oportunidades no Setor Elétrico Brasileiro. Os episódios anteriores abordaram como o setor funciona, como são os processos de geração, transmissão e distribuição de energia, as fontes para gerar eletricidade, e como todas as atividades do setor são consolidadas na tarifa de eletricidade paga pelos consumidores. As duas primeiras temporadas foram exibidas na TV Cultura e no Canal Futura e estão disponíveis no YouTube no link: https://www.youtube.com/@CanalAzulFilmes  Instituto Acende Brasil O Instituto Acende Brasil é um Think Tank (centro de estudos) voltado ao desenvolvimento de ações e projetos para aumentar o grau de Transparência e Sustentabilidade do Setor Elétrico Brasileiro. Baseados em números e fatos, pensamos e analisamos o setor com a lente de longo prazo, buscando oferecer à sociedade um olhar que identifique os principais vetores e pressões econômicas, políticas e institucionais que moldam o Setor Elétrico Brasil.
Campanha alerta para danos das queimadas em período de grande incidência de incêndios florestais
Campanha contra queimadas da SPIC reforça medidas e importância da prevenção, incêndios já aumentaram mais de 30% em 2024 no Brasil As queimadas, muito comuns nesta época do ano no centro-oeste brasileiro, têm gerado impactos devastadores tanto para o meio ambiente quanto para as comunidades locais. [ez-toc] Entre 1 de janeiro e 23 de junho deste ano, foram detectados 12.097 focos de queimadas no Cerrado, um aumento de 32% comparando ao mesmo período do ano passado, o maior número da série histórica do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).  De acordo com especialistas, atuação de fenômenos naturais como o El Niño, as mudanças climáticas, o aumento do desmatamento, associado – ou não – à expansão agropecuária, resultaram no aumento significativo das queimadas no Cerrado.  Consequências das queimadas Uma das consequências mais imediatas é a destruição da biodiversidade única da região, foco da campanha de 2024 da SPIC Brasil. Vastas áreas de vegetação consumidas pelo fogo resultam na perda de habitat para inúmeras espécies de flora e fauna, muitas das quais podem não se recuperar facilmente, levando a um desequilíbrio ecológico de longo prazo. Além disso, as queimadas contribuem significativamente para a emissão de gases de efeito estufa, intensificando o aquecimento global. Isso não apenas agrava as condições climáticas já adversas, como também pode impactar o ciclo de chuvas na região, afetando a agricultura e o abastecimento de água.  As comunidades locais, que muitas vezes dependem desses recursos naturais para sua subsistência, enfrentam desafios crescentes devido à deterioração das condições ambientais. Por fim, as queimadas no centro-oeste brasileiro têm implicações econômicas significativas, afetando setores como o agrícola e o turístico. A perda de terras agricultáveis e a poluição do ar devido à fumaça podem prejudicar as colheitas e desencorajar visitantes, impactando negativamente a economia regional.  Assim, as consequências das queimadas não se limitam apenas à esfera ambiental, mas permeiam todos os aspectos da vida nessas áreas vulneráveis do Brasil. Campanha contra queimadas É diante a este cenário que a SPIC Brasil, empresa responsável pela operação da Usina Hidrelétrica (UHE) São Simão, na divisa entre Minas Gerais e Goiás, inicia a campanha 2024 de conscientização para as consequências das queimadas para o meio ambiente e saúde humana. A iniciativa da SPIC Brasil tem como objetivo alertar a população sobre a importância de prevenir, conservar e agir contra o problema. Boa parte dos 13 municípios mineiros e goianos que compõem a região do reservatório da UHE São Simão fazem parte do bioma Cerrado, um dos mais afetados pelas queimadas anualmente, e será impactada pelas ações de comunicação. Como comunicar incêndios O contato para denúncias de focos de incêndios pode ser feito pelo número 193, para o Corpo de Bombeiros da região, ou através do Disque Denúncia Unificado pelo 181, garantindo o sigilo das informações. Já a SPIC Brasil se mantém aberta ao diálogo por meio de seu canal Portas Abertas, que funciona por e-mail (portasabertas@spicbrasil.com.br) ou pelo telefone 0800 200 0204 (disponível de segunda a sexta, das 8h às 17h). Fonte dado sobre queimadas em 2024: https://www.gov.br/inpe/pt-br
SPIC Brasil avança em geração de energia limpa e amplia parque gerador no país
Relatório Sustentabilidade 2023 reporta que companhia atingiu capacidade instalada de aproximadamente 4 GW, com potencial de abastecer mais de 13 milhões residências A SPIC Brasil publicou a 6ª edição de seu Relatório Anual de Sustentabilidade detalhando as realizações da companhia nas frentes social, ambiental, operacional e financeira em 2023. Somando todos os seus ativos, a SPIC atingiu uma capacidade instalada de aproximadamente 4 GW (3.844,2 MW), podendo abastecer mais de 13 milhões de residências.  Atualmente, fazem parte do parque gerador a Usina Hidrelétrica São Simão, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Goiás, dois parques eólicos na Paraíba – Millennium e Vale dos Ventos – e os novos Complexos Solares Marangatu (PI) e Panati (CE). A SPIC também é acionista do maior complexo de gás natural da América Latina, o GNA (Gás Natural Açu), em São João da Barra (RJ). “O documento relata mais um ano de conquistas no campo da sustentabilidade, em nossos projetos de expansão e modernização, além de resultados operacionais e financeiros sólidos”, declara Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. Hidrelétrica sustentável Um dos destaques foi o avanço da modernização da UHE São Simão, iniciada em 2019 e que envolve um investimento de mais de R$ 1 bilhão ao longo de dez anos. Em 2023, foi iniciada a modernização da máquina 2, uma das principais etapas do projeto, que prevê atualizar todas as seis unidades geradoras da usina até 2029. A companhia ainda captou aproximadamente R$ 1,6 bilhão no mercado internacional chinês por meio de uma transação pioneira, que visou refinanciar a dívida adquirida na concessão da UHE São Simão a juros menores. Pacto Global da Onu A SPIC também aprofundou sua participação em fóruns internacionais, como o Fórum Ambição 2030 e SDGs in Brazil, do Pacto Global da ONU. Na ocasião foram discutidos os desafios do Movimento Transparência 100%, que incentiva as empresas a adotarem mecanismos de integridade e combate à corrupção. “Podemos dizer com orgulho que, por mais um ano, trabalhamos para estabelecer e valorizar uma cultura ética para todos em nossa empresa. Conquistas como a criação de um ambiente de comprometimento e de cooperação, incluindo também a nossa cadeia de valor”, conta a CEO. Selo Pró-Ética Como resultado desses esforços, pela primeira vez a empresa foi premiada com o selo Pró-Ética pela Corregedoria Geral da União no ciclo 2022-2023, que reconhece empresas com um Programa de Integridade sólido no combate à corrupção e na promoção da ética e da integridade no meio corporativo Mais informações estão disponíveis no relatório completo. O documento possui asseguração da Bureau Veritas baseando-se na norma ISAE 3000 (asseguração de informações não financeiras) e está em conformidade com as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), versão 2021. Também segue diretrizes do caderno setorial EUs (Eletric Utilities).
Inauguração Complexo Solar Panati: Ceará recebe empreendimento de energia renovável com 292 MWp
Na parceria entre SPIC Brasil e Recurrent Energy usina fotovoltaica vai gerar energia para abastecer, anualmente, o equivalente a 350 mil residências O Complexo Solar Panati, situado na cidade de Jaguaretama (CE), foi inaugurado nesta quarta-feira (19) pela SPIC Brasil e Recurrent Energy (“Canadian Solar”) (NASDAQ: CSIQ), desenvolvedora, proprietária e operadora global de ativos de armazenamento solar e de energia.  A inauguração contou com a presença de mais de 100 convidados, incluindo o governador do estado do Ceará, Elmano de Freitas e outras lideranças e autoridades. Continue no texto e veja e detalhes sobre o empreendimento! Capacidade para abastecer 350 mil residências com energia fotovoltaica Localizado na cidade de Jaguaretama (CE), a cerca de 240 km de Fortaleza, o Complexo Solar Panati tem capacidade instalada de 292,1 MWp / 230 MWac, 446mil módulos solares, 4.345 trackers e 1.102 inversores.  O complexo é formado por 8 subparques com potência total instalada de 292 MWp, capacidade para abastecer  350 mil residências por ano.  Ceará: destaque em energia renovável O estado do Ceará tem se destacado como um importante polo de energia renovável no Brasil e a mão de obra local foi decisiva para o sucesso da construção do Complexo Solar Panati. Durante a obra foram gerados cerca de 1.400 empregos diretos.  De acordo com o Governo do Estado, o Ceará tem capacidade instalada de energia fotovoltaica (geração centralizada) de 1.252 MW, distribuídos em 51 empreendimentos. Outros 428 empreendimentos solares estão construção ou em fase de projeto e devem gerar cerca 16.620 MW. A região é conhecida por possuir parques eólicos e fazendas solares que contribuem substancialmente para a matriz energética do país.   Contribuição da SPIC para transição energética O novo complexo no Ceará consolida a entrada da SPIC Brasil no segmento fotovoltaico. Segundo Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil, a parceria com a Recurrent Energy e o apoio recebido do BNB (Banco do Nordeste) e Sudene na frente de financiamento, bem como do Governo do Ceará e das Prefeituras de Jaguaretama e Banabuiú, foram fundamentais para a entrada da companhia no segmento solar brasileiro.  “Acreditamos no potencial do Brasil, por isso queremos aprofundar nossa contribuição para o processo de transição energética do país e construir um hub de geração renovável no Nordeste, incluindo nossas plantas solares, eólicas e prospectando novos projetos focados em fontes limpas”, reforça. Gustavo Vajda, Gerente Geral de Energia Recorrente na LATAM, acrescentou: “Esta inauguração é uma prova de nossa dedicação na construção de um futuro energético sustentável na região. Estamos orgulhosos de contribuir para o processo de transição energética do país e esperamos desenvolver mais projetos de energia limpa. Podemos impactar significativamente e de forma positiva o meio ambiente e comunidades através do poder da energia solar”.  Outros projetos sustentáveis no Nordeste Recentemente, a SPIC Brasil e a Recurrent Energy também inauguraram o Complexo Solar Marangatu, em Brasileira (PI). Junto com Panati, as unidades somam um investimento da SPIC de mais de R$ 2 bilhões, tornando-se o quarto maior complexo solar do país, com 778 megawatts.  Aproximadamente 75% da energia assegurada dos Complexos está comprometida por meio de PPAs (contratos de compra de energia) de longo prazo, e a energia restante será vendida no mercado livre. Globalmente, a SPIC é a maior geradora solar, com aproximadamente 71 GW de capacidade instalada. A inauguração de Panati e Marangatu marca a expansão do portfólio de geração de energia renovável por meio de projetos solares de grande escala em regiões com boa irradiação, como o Ceará. A SPIC também marca presença no Brasil com outros parques, usina e a Hidrelétrica São Simão, que tem um projeto sustentável para geração de energia.  No ano passado, a empresa firmou na China um memorando de entendimentos (MoU) com o governo cearense para estudar a viabilidade técnica em sistemas de geração de energia solar, parques eólicos no mar e a produção de hidrogênio verde e azul, tendo como ponto focal o Porto Pecém, na região metropolitana de Fortaleza. Expansão da SPIC no Brasil Com a inauguração dos complexos solares, a SPIC Brasil passa a contar com aproximadamente 4 GW (3.844,2 MW) de capacidade instalada de ativos em operação no país, sendo os 738 MW dos novos empreendimentos no PI e CE, correspondendo a quase 20% deste total. A Recurrent Energy, parceira da SPIC neste e outros empreendimentos, aposta na América Latina para expandir sua atuação, tendo quase 4 GW de projetos contratados, em construção e em desenvolvimento.  “Com recursos naturais abundantes e uma demanda crescente por energia limpa, a região apresenta vastas oportunidades para o desenvolvimento sustentável. Temos um foco particular no Brasil, onde a construção de 1 GW de projetos está prevista para este ano", destacou Gustavo Vadja.
Inauguração complexo solar Marangatu: SPIC e Recurrent Energy avançam em geração de energia sustentável
Juntamente com Recurrent Energy, SPIC, maior implantadora de energia solar do mundo, confirma vocação e realiza inauguração do Complexo Solar Marangatu A SPIC Brasil, subsidiária da State Power Investment Corporation of China (SPIC), e a Recurrent Energy, empresa controlada da Canadian Solar, celebraram um marco importante na geração de energia sustentável com a inauguração do Complexo Solar Marangatu, localizado na cidade de Brasileira, no Piauí. Este novo empreendimento reforça o compromisso das empresas com a sustentabilidade e a inovação no setor energético, contribuindo significativamente para a matriz energética da região Nordeste do Brasil. Capacidade energética e destinação O empreendimento tem 446 megawatt-pico (MWp) de capacidade instalada. Em equivalências energéticas, daria para abastecer cerca de 550 mil residências por ano. Entretanto, essa geração não irá abastecer residências populares, ela vai suprir a demanda de empresas intensivas em energia, já que um total de 75% da energia assegurada está comprometida através de contratos longo prazo (PPAs na sigla do setor), com o restante a ser vendido no mercado livre de energia. Mais projetos de geração de energia solar A SPIC, que já opera no Brasil com outros empreendimentos de energia em geração térmica, hídrica e eólica, agora expande sua atuação para incluir também a energia solar no portfólio. Na segunda quinzena de junho, o grupo chinês vai inaugurar outro parque solar denominado Panati. Juntos, os parques receberam mais de R$ 2 bilhões da SPIC Brasil. Neste arranjo, a SPIC detém 70% dos projetos e, a Recurrent Energy, o restante. "Queremos seguir crescendo com inovação, sustentabilidade e, muito importante, confiabilidade. O Brasil precisa de energia boa, abundante e competitiva. Encontrar condições para isso é o nosso papel”, disse a CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick. Globalmente, a SPIC é o maior implementador solar, com aproximadamente 71 GW de capacidade instalada. “A SPIC cresce pelo menos 20 GW por ano. Queremos trazer no mínimo 10% disso para o Brasil”, acrescenta a executiva. Investimento em energia eólica no Nordeste A inauguração ocorre poucos dias após a SPIC anunciar R$ 780 milhões para construir um parque eólico no Rio Grande do Norte. A Recurrent Energy está em um momento de expansão na América Latina, com quase 4 GW de projetos contratados, em construção e em desenvolvimento. “A Recurrent Energy está apostando no potencial da América Latina. Com recursos naturais abundantes e uma demanda crescente por energia limpa, a região apresenta vastas oportunidades para o desenvolvimento sustentável” disse Gustavo Vajda, diretor-geral Latam da Recurrent Energy. Fonte: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2024/06/09/spic-e-recurrent-energy-inauguram-complexo-solar-no-piau.ghtml
SPIC fortalece presença no Nordeste com investimento de R$ 780 milhões em novo parque eólico
Complexo no RN é anunciado em um momento de diminuição de projetos, cortes de geração e sobreoferta de energia causada por subsídios Enquanto o segmento eólico brasileiro continua em estado de espera diante de uma crise que não permite que novos projetos saiam do papel, a SPIC Brasil, subsidiária da State Power Investment Corporation of China (SPIC) saiu na frente e anunciou investimento de R$ 780 milhões para a construção de um complexo eólico que soma 105,4 megawatts (MW) de capacidade instalada, na região de Touros, no Rio Grande do Norte. Serão 17 aerogeradores com capacidade de 6,2 MW de potência. Ao Valor, a CEO da empresa, Adriana Waltrick, disse que ainda faltam as licenças ambientais da linha de transmissão que vão escoar a energia e resolver questões fundiárias, já que a rede deve passar por 115 propriedades, mas o projeto vai caminhar assim mesmo. Por conta da pressão do acionista controlador, o governo chinês, a obra começa nos próximos dias para que o empreendimento esteja operando até 2026. A concorrência pública para definir qual será a fabricante dos equipamentos está na fase final. Crise no setor de energia eólica: na contramão Apesar do momento delicado do setor, a executiva diz que bons ativos energéticos e estabilidade regulatória, aliados à capacidade financeira e tecnológica da China, criaram as condições ideais para a SPIC no setor elétrico. “O setor de energia eólica passa, sim, por diminuição de projetos, há sobreoferta de energia no mercado e cortes de geração para todos os ‘players’, mas estamos no Brasil olhando para o longo prazo. Os primeiros pontos da curva não nos desanimam em relação ao potencial do Brasil em crescimento e vamos continuar investindo”, diz. Outro detalhe em aberto é o financiamento, que ainda está sendo negociado. A empresa prevê que 60% dos recursos sejam com capital de terceiros e os outros 40% com dinheiro próprio. A venda da energia ocorrerá por meio da comercializadora da empresa no mercado livre de energia, segmento em que o consumidor pode escolher o seu fornecedor e estabelecer contratos por fonte, prazo ou preço. De modo geral, os investidores tomam decisões de novos aportes quando já têm contratos de longo prazo para minimizar os riscos. A SPIC segue outro caminho e o desafio será encontrar os compradores, os chamados “offtakers”, já que a oferta de energia no Brasil é maior do que a atual demanda. A crise no setor eólico tem provocado um processo de desindustrialização no país. WEG e Siemens Gamesa informaram a parada temporária da linha de aerogeradores, a GE anunciou a saída do Brasil e a Nordex reduziu a produção. Por outro lado, a chinesa Goldwind está instalando sua linha de produção em Camaçari (BA). “Foi uma decisão corajosa, pois todo o setor está retraído. O investidor chinês nos cobrou sobre os contratos, mas vamos conseguir”, acredita. “A SPIC cresce pelo menos 20 GW por ano. Queremos trazer no mínimo 10% disso para o Brasil”, acrescenta Waltrick. Exportação de energia e outras soluções  SPIC cresce 20 GW por ano. Queremos trazer 10% disso para o Brasil” — Adriana Waltrick Ainda é cedo para saber se a construção de um novo complexo sinaliza um ponto de inflexão. O setor tem cobrado do governo uma política industrial para o desarranjo das cadeias produtivas. Um relatório do Conselho Global de Energia Eólica (GWEC) concluiu que se o Ocidente não entender que a indústria de renováveis precisa de apoio, a China deve dominar a produção. Procurado, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que está acompanhando de perto a indústria eólica nacional e adotando medidas concretas para manter os investimentos, como, por exemplo, os leilões de transmissão e a Medida Provisória que encaminhou em abril para impulsionar as energias renováveis. Na avaliação do professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), Nivalde de Castro, este é um fenômeno econômico que causou um excesso de oferta motivado pelas vantagens de subsídios desnecessários oferecidos aos segmentos eólico e solar, criando um descompasso entre oferta e demanda. “Para a situação da indústria eólica, a saída é a exportação. No médio prazo, o setor de hidrogênio vai gerar uma demanda, com isso, abre um cenário de novos investimentos. Outro caminho é trazer alternativas de demanda com grandes consumidores, como grandes ‘big techs’, que podem vir para o Brasil, porque são eletrointensivas e a energia barata e renovável é um atrativo para elas”, diz Castro. Crescimento na geração de energia renovável Desde quando chegou ao Brasil, em 2017, a empresa cresceu quase 60 vezes, saindo de 58 MW de capacidade instalada para 3,4 GW atualmente. A controlada do governo central da China começou com a compra da Pacific Hydro; meses depois arrematou, por R$ 7,18 bilhões, a usina de São Simão; em 2020 comprou uma fatia dos projetos termelétricos GNA I e GNA II, além da participação nos futuros projetos de expansão GNA III e GNA IV; e em 2024 encerrou o ciclo de R$ 2 bilhões em um complexo solar que soma 738 MWp. A SPIC aposta também em projetos de hidrogênio e em eólicas em alto-mar (offshore) nos portos de Açu e Pecém, mas a falta regulação impede uma decisão mais decisiva seja tomada. Fonte: https://valor.globo.com/empresas/noticia/2024/06/05/spic-vai-investir-r-780-milhoes-em-novo-parque-eolico.ghtml
Foco no amanhã: Fórum Brasileiro de Líderes em Energia discute tendências e novidades para o futuro do setor elétrico
Autoridades, CEOs, profissionais, gestores públicos e agentes se encontraram para discutir o futuro do mercado energético nacional. Eles estiveram reunidos no Fórum Brasileiro de Líderes em Energia, entre os dias 11 e 12 de abril, no Rio de Janeiro. A SPIC Brasil participou do encontro com a presença de sua CEO, Adriana Waltrick, ao falar de investimentos para o setor. Entre os pontos abordados, destacou o papel das hidrelétricas na matriz e a necessidade de complementaridade das fontes. O encontro foi uma oportunidade de agregar valor e trocar experiências sobre diferentes temas do setor. Entre eles, o protagonismo do Brasil, novos recursos renováveis, a década de ouro energética e mais insights. Siga a leitura e saiba mais! Brasil como protagonista em matriz energética e pautas sustentáveis Um dos principais pontos abordados no Fórum Brasileiro de Líderes em Energia foi o papel de protagonismo do Brasil a nível mundial entre as nações. Isso porque ele é um case de pioneirismo em fontes renováveis e possui destaque em relação ao tema. Somente em 2023, o país investiu quase 35 bilhões de dólares em transição energética. O dado faz parte de um estudo feito pela BloombergNEF's Energy Transition Investment Trends e apresentado pelo Ministério de Minas e Energia. O número reforça a liderança brasileira frente a outros lugares, principalmente pelo estágio avançado no uso de energias renováveis. O patamar nacional de hoje é tido como meta para que outros países alcancem números semelhantes apenas em 2050. Um relatório divulgado pela Climate Transparency ajuda a ilustrar a diferença e o poderio brasileiro. A nossa matriz elétrica tem 80% de sua geração a partir de fontes renováveis, enquanto a média dos demais países do G20, grupo das principais economias do mundo, é de 29%. Tecnologias inovadoras e diversidade na matriz energética Em meio ao aumento nos investimentos com energias renováveis, o Brasil reafirma a necessidade de diversificar e complementar sua matriz. Dessa forma, contribuir para a transição energética, além de manter uma posição de destaque no cenário mundial O tema esteve entre os assuntos comentados no Fórum Brasileiro de Líderes em Energia. Isso porque os profissionais envolvidos enxergam como uma oportunidade de descobrir novas fontes renováveis e trazer tecnologias inovadoras ao dia a dia. Hidrogênio verde como alternativa Um exemplo de novidade é o uso do biometano como alternativa para produzir hidrogênio verde. Esse processo dispensa a necessidade de usar o gás natural, proporcionando uma geração mais sustentável e limpa para o meio ambiente. Existe ainda o potencial de ampliar a geração de hidrogênio, um recurso com potencial de exportação. De acordo com profissionais presentes no fórum, a liderança do Brasil no G20 é importante para gerar negócios do tipo. Crescimento de eólicas offshore As eólicas offshore também despontam como recursos valiosos no cenário da transição energética. Segundo dados da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), os projetos em licenciamento no Ibama superam 114 mil GW de potência instalada. Esses projetos abrangem sete estados – confira a lista completa logo abaixo. A maior parte deles está localizada no Nordeste. Ceará; Espírito Santo; Maranhão; Piauí; Rio de Janeiro; Rio Grande do Norte; Rio Grande do Sul. Década de ouro no setor elétrico nacional Os fatores apresentados anteriormente contribuem para colocar o período como a década de ouro no setor elétrico nacional. Há terreno fértil para desenvolvimento e crescimento devido ao protagonismo do Brasil, aos investimentos e às novas fontes. Portanto, é necessário aproveitar o momento, com a possibilidade de intensificar o diálogo entre os diferentes agentes para evoluir. Acima de tudo, deve ocorrer uma atuação de forma conjunta e coordenada para ampliar investimentos e inovações. Isso passa por dar uma atenção especial à segurança energética. O Fórum Brasileiro de Líderes em Energia reforçou o ponto como alternativa essencial para garantir o crescimento de fontes renováveis, assim como modernizar o planejamento de ações. Tudo deve ser pensado de forma estrutural, proporcionando também proteção jurídica e regulatória por meio de um novo marco para o setor elétrico. Esse é o cenário ideal para que se tenha espaço para cada vez mais investimentos. Outros insights do Fórum Brasileiro de Líderes em Energia 2024 O Fórum Brasileiro de Líderes em Energia ainda trouxe mais insights a partir das discussões sobre o futuro do setor energético. Um deles é a constante expansão do Mercado Livre de Energia, que já representa 40% da área e tende a aumentar logo. Além disso, o protagonismo do Nordeste em relação à energia renovável também foi abordado. De acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a região produz mais de 82% das energias solar e eólica em território nacional. Esse dado o coloca como um protagonista estratégico no setor, pois também pode desempenhar um papel econômico e social. A produção energética dos estados é capaz de suprir uma possível escassez elétrica em estados do Sul e Sudeste. Entretanto, a execução dos insights e a implementação de medidas para crescimento do setor só irão acontecer quando houver articulação e trabalho conjunto entre diferentes agentes do mercado. Aliado a isso, um outro insight trazido é a necessidade de maior participação feminina. As mulheres presentes no encontro destacaram que um caminho importante já foi trilhado, mas ainda há espaço para mais, principalmente em cargos de liderança. Portanto, a coordenação entre empresas, profissionais, poder público e demais envolvidos é essencial. O Fórum Brasileiro de Líderes em Energia ressaltou a importância de trilhar um caminho lado a lado para agregar ainda mais ao setor.
SPIC comemora 7 anos de atuação no Brasil
Empresa de origem chinesa celebra aniversário no país, relembra conquistas que marcaram sua trajetória até aqui e reforça o compromisso por um futuro mais sustentável. No dia 10 de abril, a SPIC completou sete anos no Brasil, uma trajetória potente marcada pela geração de energia segura e competitiva, premiações institucionais e avanços com foco na transição energética. Desde 2017, estamos nos destacando no mercado energético nacional, operando ativos de geração hidrelétrica, eólica e, mais recentemente, solar, trazendo um novo olhar sobre o setor no país. Tudo isso transformando a energia das nossas pessoas em grandes conquistas. Em sete anos, tivemos inúmeros momentos para celebrar a nossa potência, ao mesmo tempo em que reforçamos nosso compromisso em levar a energia do crescimento para os brasileiros. Para nós, potencializar a energia do Brasil só acontece quando estamos juntos. Confira abaixo os principais destaques da nossa história nesses 7 anos no país! UHE São Simão: nosso maior ativo no Brasil Em 2017, demos nosso primeiro passo em território nacional: vencemos o leilão público para operar a UHE São Simão. Localizada entre os estados de Minas Gerais e Goiás, a usina inaugurada em 1978 tem capacidade para abastecer cerca de 6 milhões de residências, com capacidade instalada de 1.710 MW. Em 2018, superamos esse enorme desafio e estruturamos um time de alta qualidade para gerenciar nossos ativos no país. Também demos início a projetos sociais com as comunidades dos 13 municípios banhados pelo reservatório da usina, além de programas ambientais. Assim, somando a nossa vontade de ir além, demos vida a projetos como o Ilha da Imaginação, Monitoramento da Fauna e Flora e o Acompanhamento da Qualidade da Água na UHE São Simão. Já em 2019, começamos a modernização da usina, um projeto robusto que está colocando nosso ativo definitivamente no século 21. Complexos Eólicos: inovação e sustentabilidade A geração eólica é outro destaque da nossa atuação. Localizados na cidade de Mataraca/PB, o Parque Eólico Millennium - nosso primeiro projeto de energia renovável no Brasil - e o Parque Eólico Vale dos Ventos somam juntos cerca de 58 MW de potência instalada. Eles também ajudam a evitar a emissão de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera, totalizando mais de 56 mil toneladas desde o início das operações. Os parques eólicos geram energia para mais de 100 mil residências por ano, levando os ventos da transformação e sustentabilidade para toda a região. Assim como no entorno da UHE São Simão, a comunidade de Barra do Camaratuba se beneficia da nossa parceria local. Juntos, impulsionamos o desenvolvimento da economia por meio de feiras, capacitações e projetos com foco no empreendedorismo regional. Complexos Solares: iluminando o futuro do setor Operamos, em parceria com a Recurrent Energy, dois complexos solares no Nordeste: o Complexo Solar Panati-Sitiá, localizado na cidade de Jaguaretama/CE, e o Complexo Solar Marangatu, situado no município de Brasileira/PI. Os projetos estão entre os maiores parques solares do país, e podem abastecer 900 mil residências anualmente. Eles também reforçam o nosso compromisso em acelerar a transição energética, apostando no enorme potencial brasileiro em fontes renováveis para liderar globalmente esse movimento. Potência e união para fazer muito mais Até aqui, nossa energia nos ajudou a superar os desafios e impulsionar a geração renovável pelo Brasil, mas estamos prontos para fazer mais! Colocando o cuidado com as pessoas e o meio ambiente em primeiro lugar, promovemos a transformação que muda hoje o nosso futuro. https://www.youtube.com/shorts/Ad-umIVYPpA Com a experiência de quem está entre os maiores geradores de energia do mundo e a determinação de quem sabe jogar junto, esse é apenas o começo da nossa história com os brasileiros. Essa é a energia que nos leva além!
Programa Ilha da Imaginação 2024 tem novidades, conheça
Projeto é reconhecido nacional e internacionalmente com prêmios. Novidades no Ilha da Imaginação incluem melhoria em espaço e mais modalidades para participantes.  O programa Ilha da Imaginação está de volta em São Simão (GO) a partir de abril. Com mais de 50 mil pessoas impactadas ao longo de sua trajetória, o projeto retorna para sua sexta edição com 60 vagas para as turmas do curso de Formação em 2024. O projeto é uma iniciativa do Instituto Maker e Ministério da Cultura, com o patrocínio da SPIC Brasil, através da Lei de Incentivo à Cultura. É voltado para alunos e professores da rede pública. [ez-toc] Novidades para 2024 Para 2024, o Ilha da Imaginação está com diversas novidades. Novo endereço com mais acessibilidade A sede do programa mudará para Rua 19 esquina com a rua 14, nº 49, Setor Popular, São Simão (GO). O espaço está sendo reformado para receber a mesma quantidade de alunos e cursos. Vai oferecer acessibilidade para Pessoas com Deficiência (PCD) e acessibilidade intelectual, com um arte-educador preparado para atender os alunos. Inclusão de Aulas de Teatro Outra grande novidade deste ano é a inclusão de aulas de teatro. O objetivo é aprimorar a expressão oral e corporal dos participantes. Essa iniciativa não só promove a socialização e a autoestima dos jovens, amplia o interesse pela leitura e escrita através do contato com outras formas de arte. Projeto premiado Os curtas produzidos pelo Ilha da Imaginação têm sido amplamente reconhecidos, com mais de 50 seleções e premiações nacionais e internacionais. Um dos destaques é o filme "Tatá e os Amigos do Cerrado", que já recebeu dez reconhecimentos e está sendo exibido desde 2021 pelo canal ZooMoo Kids. Para aqueles que desejam conferir esse e outros episódios, o projeto mantém um canal no YouTube. Dessa forma, quem participar do projeto estará em um programa premiado, com repercussão no mundo todo. Equipe  Com uma equipe composta por 8 arte-educadores, coordenação e direção pedagógica, o Ilha da Imaginação continua seu compromisso de promover transformações culturais e educacionais. Três monitores, ex-alunos do programa, foram contratados para auxiliar nas oficinas itinerantes, fortalecendo o propósito de estimular a empregabilidade dos jovens da comunidade. “Isso reforça um dos propósitos deste programa que nos enche de orgulho: além da promoção das transformações cultural e educacional, o Ilha da Imaginação estimula a empregabilidade de jovens da comunidade”, comenta Adriana Waltrick, CEO da SPIC Brasil. Horários das Aulas Segunda a sexta-feira: períodos matutino e vespertino. Sábado: das 8h às 11h. O programa manterá sua versão itinerante nas escolas públicas de Minas Gerais e Goiás, além das oficinas mensais "Descobrindo o Ilha", voltadas para crianças. Datas e Eventos Finais As aulas estão previstas para começar em meados de abril e seguirão até o final de novembro. Ao término do curso, todas as turmas terão a oportunidade de criar seus próprios curtas de animação, demonstrando as técnicas aprendidas ao longo do ano. O ponto alto será o evento Imagilha, que acontecerá no início de dezembro, com a entrega de diplomas e a exibição dos filmes criados para convidados especiais. Inscrições As inscrições serão abertas até o dia 30 de março.  É importante ressaltar que os candidatos devem realizar testes para comprovar habilidades básicas de leitura e escrita, além de estarem matriculados em escolas públicas de São Simão e região.  Aguarde a abertura das inscrições. Enquanto isso, assista aos vídeos do canal do programa Ilha da Imaginação!
Adriana Waltrick participa de seminário da Folha sobre transição energética
A CEO da SPIC Brasil foi uma das painelistas no evento que celebrou os 103 anos do jornal, e discutiu os desafios e papel das empresas nesse processo. Na manhã de 19/02, a CEO da SPIC Brasil, Adriana Waltrick, participou do seminário “Energia limpa: a transição energética no Brasil”, promovido pela Folha de São Paulo em comemoração aos seus 103 anos. O evento reuniu executivos para um debate sobre o futuro da energia no país abordando soluções verdes para alavancar o Brasil como líder da transição energética mundial, além das principais barreiras a serem superadas para acelerar esse movimento, Adriana integrou a mesa 2 do debate, mediada por Ana Estela de Sousa, editora de economia, junto a Alexandre Baldy, da BYD no Brasil, Luciana Costa, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Paulo Hartung, Presidente da Ibá (Indústria Brasileira de Árvores), e Rafael Tello, da Ambipar. Continue lendo o post e confira mais detalhes da participação da CEO da SPIC Brasil no seminário! Marco do Hidrogênio Para alcançarmos a transição energética é preciso superar diversos desafios. Para Adriana, o principal deles é olhar com atenção para a área de regulação, e entender as metas e novas formas de gerar energia no país, como no caso do hidrogênio verde (H2V) - conhecido como o combustível do futuro - e da geração de energia eólica offshore. “O Brasil já está em 2050. Nós olhamos para o marco das offshores e do hidrogênio verde para entender como armazenar, transportar, licenciar e regulamentar essa nova indústria”, comentou Adriana durante o painel. O hidrogênio verde é uma das linhas de pesquisa da SPIC no Brasil, dentro do programa de PDI ANEEL. Em parceria com o Cepel (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica), finalizamos recentemente o 1º projeto conceitual do país de uma planta multipropósito de hidrogênio verde e amônia verde (NH3V). Com isso, geramos dados valiosos para futuras aplicações do H2V, como armazenamento energético e transporte, e vamos ajudar a descarbonizar diversos setores da nossa economia. Debates sobre transição energética no Brasil Adriana também ressaltou as fortes mudanças globais que a transição energética irá gerar. De acordo com ela, “isso traz uma nova ordem econômica global. O Brasil tem todas as condições competitivas para liderar esse processo”, destacou. Luciana Costa, do BNDES, também reforçou o enorme potencial brasileiro na geração de energia sustentável, com foco no biometano. “O Brasil é um país que tem vantagens comparativas combinadas como nenhum outro. Podemos ser um dos cinco maiores produtores de biometano do mundo”, afirmou a executiva. Para Rafael Tello, da Ambipar, é preciso ter em mente três pontos importantes para antecipar possíveis erros quando falamos de transição energética. “Governança, incentivos corretos e clareza de como levamos nossos diferenciais comparativos para que sejam percebidos como diferenciais competitivos são fundamentais”, afirmou. Segundo o ex-governador do Espírito Santo e presidente-executivo da Ibá, Paulo Hartung, uma das barreiras está na falta de pragmatismo na política de subsídios à indústria brasileira. “Não tem problema descontinuar uma política pública que está dando errado, para investir em uma que pode dar certo. Nós, brasileiros, precisamos aprender a fazer isso”, comentou o executivo durante o evento. Já para Alexandre Baldy, Conselheiro Especial da BYD no Brasil, a regulação é um ponto essencial para qualquer investidor estrangeiro no país. “O aspecto regulatório é fundamental para uma decisão de investimento efetivo. O principal desafio é dar tranquilidade para o investidor”. Seguimos no centro dos debates para acelerar a transição energética brasileira, somando muita energia na construção de um futuro mais sustentável e eficiente!
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